“Só quem vive ou morou no interior conhece a figura do gato de armazém. Este inconfundível bichano, peludo, colorido, faustuoso, gordo, sonolento e enfadonho, se deita sobre um saco de estopa, aquecendo-se na fresta de sol vespertino, à entrada do empório. É ali que o preguiçoso se acomoda, roncando a sono solto, indiferente ao vai-e-vem dos clientes, sobretudo esquecido de sua missão caçadora! Nessa lassidão desperdiça seu tempo com o monótono come-dorme, sem nenhuma preocupação com o porvir. “ - Antonio Egydio de Carvalho Jr.
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