terça-feira, 24 de novembro de 2009

Um Terço Feito!

Apesar dos pesares, consegui terminar a primeira parte do meu trabalho de design para amanhã à noite. As professoras judiam de mim! Para me fazer desenhar minhas idéias antes de ir para o computador, tenho que provar que fiz! Então resolvi fotografar as belezas que saem da minha mão esquerda. Dá até medo. Nunca vi alguém tão ruim de desenho!

Fora isso, é preciso mostrar todo o demais no processo de criação. Moodboards, fontes, modelos em p&b, em cores e por aí vai. o tempo que leva é absurdo. Amanhã tenho que terminar os projetos, propriamente ditos. três diferentes de cada modelo, trocando as informações e cores.

É duro para mim acostumado a sentar na frente do teclado e escrever ou mesmo, fazer meus trabalhos direto. Acho mais prático assim. Porém, o argumento é que, após um briefing, diretores de arte pedem para o designer mostrar algumas idéias alí, na lata. Assim sendo, tenho que treinar ...



Visão Sobre a Confecom by Rodrigo Vianna


Passei o fim-de-semana na Assembléia Legislativa de São Paulo, a acompanhar a etapa paulista da Conferência de Comunicação (Confecom)*. Foi um processo ríquissimo. Lá não estavam só jornalistas e empresários de comunicação. Não. Parece que a sociedade brasileira (ou, ao menos, seus setores mais organizados) despertaram para um fato: a comunicação é assunto importante demais para ser deixado nas mãos (apenas) dos jornalistas. Ainda bem.
Como em todos os Estados, houve escolha de delegados pelos três setores: sociedade civil, setor governamental e setor empresarial (hipocritamente chamado de "sociedade civil empresarial").
Na semana passada, escrevi aqui que os grandes empresários (ligados às "teles" e ao grupo Bandeirantes) tentaram dar um golpe: queriam excluir pequenos e micro empresários da delegação que vai a Brasilia -http://www.rodrigovianna.com.br/forca-da-grana/tim-oi-e-telefonica-querem-dar-golpe-na-confecom-elas-ja-entraram-para-o-pig-vamos-reagir.
Só que os pequenos fizeram barulho, bateram o pé, ameaçaram ir pra Justiça... E aí as "teles" recuaram. Na última hora (pressionadas pelo governo Lula, é bom dizer), aceitaram que os pequenos tivessem 20 representantes. As"teles" e a Band ficaram com 64 representantes.
Interessante notar: São Paulo foi o único Estado (até agora) que elegeu representantes empresariais não-alinhados com o grande capital. Uma vitória estratégica. Por que?
Pelo regimento da Confecom, qualquer proposição, para ser aprovada na etapa nacional, em Brasília, precisará cumprir dois requisitos: votos de metade mais um do total de delegados e (atenção!) pelo menos um voto em cada setor representado (empresarial, sociedade civil e govenamental).
Os 20 micro e pequenos empresáriso eleitos por São Paulo, portanto, poderão ter um papel decisivo. Certamente, muitos deles vão votar ao lado dos movimentos sociais ("sociedade civil), o que pode determinar um resultado mais avançado para a Conferência.
Mas, quando falei que o processo que assisti em São Paulo foi riquíssimo, referia-me a outra coisa. Terminadas as negociações entre os empresários (eu participei nesse campo, no lado dos "pequenos", evidentemente), fui acompanhar as plenárias da sociedade civil. Ali, havia movimentos de moradia, psicólogos, sindicalistas, gente ligada ao Hip Hop, a turma do movimento negro, quilombolas, feministas, associações de rádios comunitárias... Até jornalistas havia!!! Todo mundo louco pra debater e criticar a comunicação que se faz no Brasil.
O mais incrível: no meio desse caldeirão de idéias e tendências, o pessoal da sociedade civil de São Paulo (eram mais de 500 inscritos) teve maturidade para eleger uma chapa única de 84 delegados que irão à Brasilia em dezembro - tudo na base de negociação, exaustiva.
Vi movimento de mulheres aceitando ceder delegados para determinada corrente sindical. Vi uma intensa capacidade de negociação, e um respeito impressionante pelas diferenças.
É algo novo no Brasil.
Um veterano (mas animadíssimo!) militante que acompanhava a plenária a meu lado observou: "esse processo não existe em lugar nenhum da América Latina. É típico do Brasil."
Interessante observar isso. Na Venezuela, por exemplo, tudo parece mais "politizado". Só que tudo depende da figura de Chavez. Se ele resolve enfrentar a mídia, aí os chavistas partem pro confronto. Parece (pra quem já esteve lá, e eu estive) muito mais "emocionante".
O processo no Brasil é mais pactuado, com menos enfrentamento. Em compensação, não precisamos de um líder a apontar o caminho. Não. Plenárias como as que eu assisti em São Paulo ajudam a formar dezenas de militantes que -por anos e anos - estarão combatendo por mudanças, por democracia. Cada um a seu modo. Sem centralismo. Novos "lulas" podem surgir de assembléias como a que acompanhei...
Talvez, as coisas sejam mais lentas assim. Mas acho que devemos (os brasileiros) nos sentir orgulhosos. Do nosso jeito, estamos construindo instâncias muito ricas."

Vote e Desmoralize a ACEESP, by Claudio Yida Jr & Silvinho

Do blog rival Chuta que é Macumba:

"A Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de SP (ACEESP), uma entidade que deveria ser mais que um agregado de velhos abutres mofentos e passar a regular a atividade da imprensa esportiva, lança votação para os "melhores" de 2009. Se você não tem muito o que fazer até o meio-dia de amanhã, vale passar lá para desmoralizar tanto a associação quanto a eleição. Deixo aqui as minhas escolhas, com destaque para a revelação e melhor site. Serve de protesto contra certas presenças em coletivas de imprensa depois dos jogos... Adianto também que é preciso fazer um cadastro rápido, que provavelmente vai ser barreira para alguns porque ele pede dois CPFs."



by Seo Cruz

Aproveitando a deixa do @Craudio99 sobre o quebra-faca com dois CPFs, outro blog curintiano, o do Silvinho descobriu como o motoboy consegue entrar em entrevistas coletivas em tudo que é estádio e, de quebra, mostra a forma dígna como a Aceesp trabalha:

"O Portal FI (Futebol Interior), denúnciou um esquema de Venda de Credenciais na Aceesp.

De posse da carteira da Aceesp, você tem acesso livre aos estádios pelo portão da “Imprensa”, além de poder frequentar a sala de imprensa e até participar das coletivas.

Basta, para isso, uma carta de um veículo de comunicação (serve Blog e site clandestino também) e a grana pra pagar as taxas.

Carteirinha da Aceesp, pelo jeito, virou Business.

Por outro lado, Capriotti está no meio de uma briga. Briga cujo odor já respingou nele.

De um lado, o Site Futebol Interior e toda sua fama. Mas que contesta, inclusiveJuridicamente – clique e saiba mais, algumas acusações, que ao clicar no link você saberá um pouco mais sobre isso. Um processo movido pelo dono do site tramita na Justiça Criminal.

Do outro, A Múmia e seus Laranjas.

Pelo visto, o primeiro que sairá perdendo nessa briga é o próprio Capriotti.

Diz o texto (original: clicar sobre o texto):

Cobrando valores elevados, o presidente da ACEESP, Ricardo Capriotti vende “credenciais” da ACEESP, declarando e assinando no verso destas credenciais que “De acordo com o Decreto Estadual 1002 de outubro de 1946, a credencial da ACEESP dá livre acesso às competições esportivas realizadas em todo o Estado de São Paulo.”

Nada de errado se o Decreto Estadual não fosse uma mentira que Ricardo Capriotti e sua diretoria na ACEESP utilizam para vender credenciais. Ou seja, Capriotti utiliza uma lei que não existe para vender um documento que dá a seu portador acesso gratuito a eventos esportivos. Tal fato é crime tipificado no Código Penal, artigo 171, como estelionato.

Havendo a possibilidade de Ricardo Capriotti e mais alguns de seus diretores serem ainda responsabilizados por outros crimes, inclusive com base no Código do Consumidor.

Desde que assumiu a presidência da ACEESP, Ricardo Capriotti vende as “carteirinhas ilegais” sem qualquer critério. Basta uma carta de um veículo de comunicação para a credencial ser expedida. O importante é o pagamento da credencial: R$ 160,00 para não sócios."






Contragostos & Contratempos

Peço desculpas aos leitores pela pouca quantidade de textos que assola o expatriated. ultimamente. O fato é que ando sofrendo de profunda falta de inspiração para escrever. Até tentei fazê-lo, no post sobre as pessoas do metrô, mas confesso que ficou nota cinco, se tanto, na minha opinião. Nem o ctrl + C/ctrl + V tem funcionado. Nenhum assunto me anima. As pessoas continuam produzindo da mesma forma, o problema é comigo

Então, partindo das experiências adquiridas ao longo da vida, estou fazendo o que se faz regularmente no Brasil; Falta de assunto? Bunda! Se alguma leitora se sente incomodada com o abuso da imagem feminina neste espaço, mil perdões. Entenda que é apenas um usual artifício para ganhar tempo.


Continuando o rosário de justificativas, esta  talvez seja a primeira vez que me dou conta de que o clima chuvoso e os dias escuros têm causado um efeito negativo em mim. O vento é tanto que, quando saio para fumar, não levo mais que dois minutos. O cigarro vira brasa e some! A atmosfera judia da Valentina também. Ela que passou de rabo erguido pelo gelado  inverno do ano passado, nesse está sofrendo. A umidade já provocou duas otites na mocinha. Isso significa; Nos dois últimos dias estamos socados dentro de casa.


Sem contar, a expectativa de ir ao Brasil em dezembro. Aliás no que diz respeito a isso, tenho sonhado acordado, já que dormir com a Valentina doente é impossível, com o dia em que minha ID chegará, pondo fim ao exílio.

O Palmeiras também não tem cooperado para o conteúdo. Devo confessar que ainda não me recuperei da pancada de quarta-feira e a consequente perda de um título ganho!

Finalizando, os trabalhos da faculdade estão cada vez mais elaborados e pedindo maior dedicação e a dificuldade de criar algo que realmente me agrade, acaba tomando muito mais tempo do que o esperado. Até postei alguns desenhos no final de semana, mas são rascunhos. Os acabados estão formatados para Mac. Resumindo, o InDesign, que não é, propriamente, um programa  para desenhar e sim para diagramação, está sugando minha pouca inspiração.



Divulgando ...



segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Trilha Sonora

Castellari, O Caçador de Pérolas - Parte 2



Afinal, existem pérolas e pérolas!

Castellari, O Caçador de Pérolas - Parte 1


E dizem que bicha burra nasce morta !!!

Momento Mugüegada de Hoje


Uma singela homenagem ao Lôlô:

Parabéns !!!



Meu chapa e companheiro, eu nunca casaria com você, 
mas é um prazer enorme ser seu amigo!

domingo, 22 de novembro de 2009

Design



Momento Dan Brusca de Hoje



sábado, 21 de novembro de 2009

Marcha Soldado, Cabeça de Papel ...



Momento G-Zuis de Hoje: by Ademir Castellari

O que abunda, não prejudica!

Momento Dan Brusca de Hoje


Deixei De Postar Na Sexta ...

... Dado ao pouco tempo que tive entre as meus compromissos. Em compensação, como deve ter percebido a seleta e dileta audiência, a cara do espaço mudou. Mais verde do que nunca!

Caso algum leitor não tenha gostado muito das mudanças e queira comentá-las, fique à vontade. Levarei tudo em consideração.

O Tube Nosso De Cada Dia

O metro é o espaço mais democrático de Londres. Não existem privilégios. Salvo para as gestantes e para os idosos, a ordem de chegada é que define quão confortável será sua viagem. Assim, o CEO e o faxineiro da empresa, ou o oficial da imigração e o imigrante ilegal ficam lado-a-lado ou não poucas vezes, o desafortunado sentado, lendo o jornal e o privilegiado em pé, com o jornal dobrado debaixo do braço.

Quando vou para o inglês, pela manhã, o horário de pico já terminou. Não existem grandes problemas para ir até Oxford Circus sentado. Bem acomodado e escutando música, costumo observar os demais passageiros. A maioria são pessoas indo para o trabalho com cara não muito feliz e cutucando seus Blackberries.

Nas noites de faculdade, sou obrigado a enfrentar a hora do rush, para isso desenvolvi algumas técnicas de sobrevivência;

A primeira é sempre entrar no primeiro vagão. Além de ser o menos cheio, fica bem na saída da estação de Liverpool St. que é um mar de gente no horário que chego por lá. Dentro do primeiro vagão, procuro um lugar para sentar muito próximo de uma das portas, pois na saída, a quantidade de pessoas em pé se acotovelando é inacreditável.

Enquanto o trem não lota completamente, posso fazer minhas observações. Rostos diferentes me acompanham. Não tenho a sensação de ver as mesmas pessoas, exceto um cara gordo que senta, todas as noites, no assento ao lado da primeira porta do lado esquerdo. Ele sempre tem no colo os três jornais gratuitos do dia.

O seu hábito é fazer palavras cruzadas, para isso, ele apóia o jornal dobrado no antebraço esquerdo e com a mão direita vai colocando as letras. Desde o momento que entra no metrô até a saída em Liverpool St., pelos quarenta minutos de trajeto, o cara é capaz de terminar todos os diferentes jogos, dos três jornais.

O iPhone é outro companheiro de muitos usuários. Alguns jogam Tetris, outros assistem filmes e não faltam os Hamiltons da vida segurando o aparelho com as duas mãos, como se fosse a direção e pilotando seus bólidos. Não é incomum o corpo acompanhar os movimentos e fazer curvas juntos. É engraçado!

As caras fechadas da manhã dão lugar aos rostos cansados. As mochilas, pastas e bolsas, compartilham espaço com sacolas de supermercado. Quase ninguém fica mandando e-mails ou checando as mensagens. Suas cabeças já estão desconectadas do trabalho.

Na quinta-feira, cheguei no tube atrasado. Por incrível que pareça, peguei um trem vazio. Não haviam mais do que dez pessoas, meu amigo das palavras cruzadas não estava lá. Assim, me sobraram poucas opções para observar. Por motivos óbvios, não havia como não reparar na linda moça sentada bem na minha frente.

Tinha belos olhos azuis que brilhavam. O restante do rosto e um sorriso, que teimava em não sair de seus lábios, denunciavam a paixão. Apoiado no colo um caderninho de anotações e na mão uma caneta que desenhava corações e mais corações. Era a prova material do sentimento. Ela desceu em Bond Street, e nunca saberei se estava indo ver a pessoa amada ou voltando.

Na semana que vem, a maioria dos protagonistas de minhas observações serão outros. Firme e forte, só o cara das cruzadas e eu que, ao invés de procurar letras, procuros rostos.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

O Último Ato da Opera Buffa

Ontem, depois do jogo fiquei ainda uma hora acordado, papeando no Twitter e tentando entender o que se passa em Palestra Italia. Fui dormir sem respostas. Hoje, pelo menos, entre o despertar e este instante, consegui concluir alguma coisa.



Se a analogia é com o pastelão teatral, os grandes protagonistas, por mais que tentem encobrir os fatos, têm nome e sobrenome: Gilberto Cipullo, Savério Orlandi, Genaro Marino e Toninho Cecílio, o Quarteto Fantástico do departamento de futebol profissional do Palmeiras.

Dando uma passada pelos sites verdes, minutos antes de começar a escrever, encontrei uma opinião muito parecida com a minha, vinda de Vicente Criscio, no 3VV (Terceira Via Verdão):

"Vamos falar de desempenho. A atual Diretoria de futebol do Palmeiras está há três anos comandando o futebol profissional e as categorias de base. Junto com o parceiro badalado - Traffic - está há dois anos.

E em três anos ganhou um campeonato paulista. E perdeu um monte de outros títulos. Tivemos 4 técnicos (se contarmos também Jorginho) e montamos três times e desmontamos dois times. Provavelmente vamos desmontar mais um. Isso se a Diretoria não mandar o treinador embora.

Recentemente o Gerente de Futebol Toninho Cecílio mostrou um gráfico para representantes de sites e blogs palmeirenses em que mostrava a evolução do Palmeiras no campeonato brasileiro de 2007 e 2008, comparando com 2006 e antes. Aquele gráfico serviria para o São Caetano, Atlético MG, Botafogo, menos o Palmeiras."

A incapacidade de gestão dessa turma salta aos olhos! Em 2008, contando com o aporte financeiro da Traffic, deixaram Luxemburgo, o Professor Pardal, deitar e rolar. Após a conquista do Paulista entregaram completamente o DF ao treineiro que, vaidoso como só, sentiu-se ofuscado pelo maior ídolo da torcida e ordenou sua venda. Rapidamente foi atendido.

A equipe cumpria um bom campeonato brasileiro e de uma hora para outra, virou o fio. De aspirante ao título terminou o ano com a vaga na pré-Libertadores e com as calças na mão. Grande fiasco!

Em nenhum momento a Torcida Que Canta E Vibra sentiu qualquer tipo de cobrança da diretoria sobre aquele time. Simplesmente deixaram tudo com Luxa e deu no que deu. Para safarem suas caras e a do estrategista, entregaram aos leões alguns jogadores e o time foi reformulado.

Começaram o novo ano como as estrelas da sala de imprensa da Academia, não faltaram discursos e venda de esperanças. Como na piada do cara que vende a mãe e não entrega, terminaram mais um ano de forma melancólica.

Além de péssimos administradores, mostraram sua faceta mais sórdida ao se esconderem depois das declarações corajosas e bombásticas de Belluzzo. Nenhum membro da diretoria de futebol teve coragem de enfrentar os holofotes e os microfones junto com o presidente que só viu sua grita reverberar nas arquibancadas.

Ao final do jogo de ontem, Cipullo correu para frente das câmeras e, como no ano passado, já entregou duas cabeças na bandeja. Dar as caras nos treinamentos, chamar jogador que encostou o corpo e/ou baladeiro na chincha? Nem pensar.

Acontece que, o Palmeiras não perdeu o título ontem e sim depois da vitória sobre o Santos. algo de podre ocorreu após aquele jogo e os gestores foram incapazes de solucionar. o Triênio do Quarteto Fantástico finda com mais um ano completamente jogado no lixo. Eliminações para Santos e Nacional e perda do título nacional para nós mesmos.

Se os bananas deixaram o barco à deriva, a boleirada também não pode passar impune. Nitidamente, vários jogadores fizeram corpo mole, não honraram a camisa que vestem ou os salários que recebem.

Esse é o lado perverso das parcerias. Profissionais de merda que pouco se importam com o clube que estão representando no momento, não lutaram pelo título com dignidade.

Agora terão que correr dobrado para classificar o clube, pelo menos, em quarto lugar. Não o fizeram em respeito à torcida que lotou o Palestra que, se fez presente em todos os estádios no Brasil e os apoiou incondicionalmente. Então que façam agora por medo de apanhar. Após o próximo jogo, prometo uma análise mais aprofundada dos jogadores. Mas, reparem na barriga do Diego Souza, isso é corpo de atleta?



O último ato, a cena patética protagonizada por Obina e Maurício além de comprovar a desunião do elenco, o descaminho na trajetória e a falta de comprometimento de alguns. Foi, acima de tudo, uma profunda falta de respeito para com as tradições do clube e para com a torcida.

Fechadas as cortinas, a responsabilidade agora é da platéia. se ficarmos estarrecidos e calados, vamos assinar o atestado de otários. Temos que cobrar esse bando de mercenários de forma contundente, antes durante e depois do jogo contra o Atlético Mineiro, pois a última rodada será jogada no Rio e, depois desse jogo, podem acreditar que vai ter gente que não volta nem para limpar o armário, igual a Bonek9 que, no final, vai ser o exemplo mais bem acabado desse elenco.