quinta-feira, 26 de março de 2009

Poker Night

Quando este post estiver no ar, estarei na noite de poker dos pais da escola da Valentina. Estarei de volta, em breve. Um pouco mais rico ou um pouco mais pobre, mas voltarei.

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São as Àguas de Março ...

Acabou o armistício! Segunda-feira a chuva voltou a dar as caras por aqui. Ontem à tarde também. Hoje já amanhecemos n'àgua. O festival de guarda-chuvas e de trend coats da primavera começou.
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This is London... And I love it !!!
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Para Cinéfilos

Quer preencher as lacunas da sua filmoteca? Se empanturrar de filmes clássicos dos últimos 30, 35 anos? Então acesse: http://www.filmvault.co.uk/ e divirta-se.
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Infelizmente, não dá para pesquisar o acervo no site. Só entrando em contato. O cliente ainda pode mandar sua lista de filmes, e a mocinha (na foto abaixo), passará a disponibilidade e os preços, tudo via e-mail.
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quarta-feira, 25 de março de 2009

Adelaide, minha anã paraguaia !!!

Desculpem a demora na postagem, mas depois do jogo o Blogger ficou inoperante, então fui dormir. Hoje pela manhã tive alguns compromissos, retardando a publicação.
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O misto verde voltou a campo para enfrentar o time da terra da linguiça que, secretamente, vinha reforçado por Jéci James, o bom ladrão. A novidade foi o velho 3-5-2.
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O jogo começou, como tem acontecido ultimamente, morninho, morninho, com os dois times errando muitos passes. Didi, o homem dos lampejos, lá pelos 10 minutos, chutou a primeira bola. Bateu forte sobre o gol de Cantinflas.
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Mas com Jéci em campo, não tem placar em branco. Aos 15 minutos, um atacante do Bragantino fez sambalelê com Jeferson na lateral esquerda e cruzou em direção à primeira trave.
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Nenhum dos três patetas – digo, zagueiros - acompanhou o atacante que foi de encontro ao balão, obrigando São Marcos a tentar fechar. Assim, a bola sobrou limpa para Jéci James, sozinho, na cara do gol, abrir o placar. Golaço do Bragantino, o primeiro de Jéci no Campeonato.
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Depois do gol o time não conseguiu se encontrar, em grande parte, devido ao esquema montado por Luxa, que opta por mais um zagueiro de qualidade duvidosa, em detrimento de um volante e coloca CX, o mais efetivo meia do elenco, para fazer a função de contenção.
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Assim, o meio campo não funcionava. Cleiton não fazia bem o volante, Diego Souza não armava e Marquinhos, que deveria funcionar como segundo atacante, recuava para buscar jogo, não conseguia e ainda deixava Keirrison como uma presa fácil para os três zagueiros adversários.
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Aos 17 minutos, o time da linguiça criou outra grande oportunidade, obrigando o Santo a fazer uma grande intervenção. Aí começou a cair a ficha de Luxemburgo. Ou melhor, meia ficha...
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Tendo a opção de colocar um volante, e remontar o time com dois volantes de ofício e dois meias, o Professor preferiu tirar o grosso Jéci, para a entrada de Ortigoza.
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Mudança sem efeito. Marquinhos continuou não mostrando competência na armação e Didi seguia omisso. A equipe do interior ainda chutou algumas bolas, mas nada de muito preocupante. O prélio seguia com cara de 0X1 até o intervalo.
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Porém, em seu segundo lampejo de craque, Diego Souza, passou duas vezes por um dos zagueiros, driblou outro e rolou para trás. Ortigoza, de direita, chutou alto, sem chances para Cantinflas. Empate decretado.
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O segundo tempo começou sem mudanças, o Verdão partindo para cima e o adversário tentando contra-ataques. De cara, São Marcos teve que espalmar para a linha de fundo um canudo.
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O segundo gol Alviverde não tardou. DS sofreu falta na lateral esquerda. Na cobrança, Diego recebeu e bateu forte para o meio da área, direto nas mão de Cantinflas, que não conseguiu segurar, deixando a bola no jeito para o paraguaio Ortigoza, que não perdoou: matou.
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O Palmeiras continuou em ritmo acelerado, tentando o terceiro gol e o Bragantino seguia na proposta do contra-ataque.
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Foi então que a máfia do apito cor-de-rosa mostrou que está viva. Num lance xoxo, no meio de campo, o capacho do Coronel Marcos “Leonor” Marinho, mandou Diego Souza para o chuveiro. Sempre me impressiona o rigor das arbitragens, e dos tribunais, às véspera de jogo do Palmeiras contra as gazelas.
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Luxa, por via das dúvidas, fechou o time, tirando Marquinhos, em má jornada e colocando o jovem, pincel de mertiolate, Souza. Como adora emoções fortes, trocou CX pelo finado Evandrex, na intenção de valorizar a posse de bola. Evandro, até que tentou, disse que dava R$ 50,00 pela pelota e tal, mas, como é Topper não vale nem isso.
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Os interioranos apertaram, apertaram, mas não levaram. Atrás, o Verdão se segurou até o final para confirmar mais uma vitória, no estilo Palmeiras século XXI, com as calças na mão !!!
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terça-feira, 24 de março de 2009

Austin Powers Style

O International Man of Mystery com seu Shaguar, ou Jaguar E-Type, fez escola. Hoje encontrei uma BMW Z8, customizada com a Union Jack Flag. A jóia virou atração, e está paradona na Portobello Road, sendo fotografada por todos que passam ali.
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O Presente do Dia das Mães

Minha derradeira tentativa de acertar um presente para a Anne foi o anel no Valentine's Day. Aparentemente tinha conseguido. Porém, olhando com um pouquinho de atenção, dá para notar que o pobre está abandonado no banheiro há mais de um mês...
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Portanto, com esta informação no pensamento, concluí que nada que eu desse faria sucesso. Partindo dessa premissa, resolvi tentar estimular a pessoa a praticar alguma atividade física. Muitas vezes a falta de exercícios é motivada pela preguiça de ir até onde o exercício está. Se Maomé não vai até a montanha, a montanha vem até Maomé... Comprei um Wii Fit para ela.
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Na manhã do domingo, quando a Anne abriu o presente, reagiu de maneira bem mais negativa do que eu esperava. Na verdade, eu acreditava que receberia o protocolar: “O quê eu vou fazer com isso?!?” – Só que, ao invés disso, recebi uma tijolada no peito: “Você está me achando gorda, né? Só pode ser, para me dar um aparelho de ginástica !!!” – Uhhhhhhhhhhhhhhhhh !!! Não tem esportiiiiiiiiiivaaaa !!!
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Passados alguns minutos, ela começou a se interessar pelo Wii em si. Cumpre informar que, para o funcionamento do Wii Fit, é necessário ter, além do videogame da Nintendo, a Wii Balance Board, uma balança com sensores de pressão, que permite que o jogador faça vários tipos de exercícios.
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Logo estava fazendo avatares no videogame. Primeiro o dela, depois o da Valentina e, por fim, o meu. Além disso, disse que o presente era muito criativo. O Wii, imagino. Afinal, em nenhum momento ela sequer olhou para o pobre Fit.
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Para quem queria estimular o movimento, errei feio! Videogame só estimula a pessoa a ficar largada no sofá, jogando. Ah, a única que pareceu ter notado a presença do Fit foi a Valentina, que adorou ficar subindo e descendo da plataforma do Wii Fit. Quem sabe ele tenha alguma utilidade. Já pensei também em colocá-lo debaixo de um vaso de plantas.
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Definitivamente está na hora de partir para os vale-presente.
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domingo, 22 de março de 2009

Spring Time - parte 1

Pode parecer piegas, mas, a chegada da primavera, em um lugar frio como Londres, definitivamente transforma o humor. Pode ser difícil de entender para quem mora no Brasil, onde a mudança das estações e do clima é menos radical e onde é possível ver flores e verde durante o ano todo.
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A troca de um cenário natural inóspito - leia-se plantas e árvores que, literalmente, secam no inverno - , por muitas flores e folhas, em todos os jardins e parques, dá a sensação que a vida está sempre superando as adversidades e se renovando.
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Sair de casa é cada vez mais prazeroso. Seja pelo calorzinho que começa, ou pela "natureza viva" aflorando por todos os cantos. As pessoas usam menos com seus iPods, já não passam o tempo todo no celular e andam mais próximas umas das outras.
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Spring Time - parte 2



Spring Time - parte 3






Curtas do Final de Semana:

Ontem fomos para a Westbourne Grove procurar um lugar para almoçar. Anda pra lá, anda pra cá, acabamos parando em um simpático restaurante que servia brunch até às 15h30.
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O nome é Charlotte Caffé. É administrado por franceses e a comida, simples, é bem gostosa. Estando em Notting Hill, vale dar uma passada.
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Mais Westbourne Grove. Tanto na ida quanto na volta, impressionou a quantidade de franceses caminhando por ali. De cada dez pessoas que cruzavam nosso caminho, onze falavam francês. No Charlotte, só conterrâneos de Aznavour comendo. Parece que os vizinhos resolveram fazer sua greve geral por aqui.

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Sobre ontem à noite. Enquanto eu pagava os pecados assistindo a transmissão do jogo do Palmeiras, a ITV One passava Notting Hill. Como o jogo estava duro de ver, fiquei com um olho no computador e o outro na televisão. Aproveitamos para tirar algumas dúvidas sobre locações do filme em um site muito legal: Movie Locations.
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Há exatos dez dias, não chove na capital mundial dos guarda-chuvas. Desde que estamos aqui é um recorde. Aliás, deve ser um recorde desde que foi instituído o Império Britânico, ou quem sabe até, desde os tempos de Nóe.
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Rufus, o lenhador – digo - Rufus Sewell, o ator, cuida da figura, todos os dias, na academia Portobello Green Fitness Center, que fica entre a Portobello Rd. e a Labroke Grove.
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Bom, isso não têm nenhuma relação com o final de semana, a não ser pelo fato de que só no sábado descobri o nome do cara.
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Hoje é o Dia das Mães por aqui. A data vai merecer um post específico. Não propriamente pela data, mas a repercussão do presente que comprei.

Por aqui, o Mother's Day não tem o mesmo apelo popular que do outro lado do Atlântico. Parece que os britânicos se envolvem mais no clima do Valentine's Day.
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Barclays Premier League. Com Gerrard impossível, fazendo três gols, o Liverpool goleou o Aston Villa por 5X0 e grudou no M. United. Hoje a diferença é de apenas um ponto.

Ou seja, os Reds, que golearam semana passada os Devils, tiraram os seis pontos de vantagem do rival em uma semana! Outros destaques: Pepe Reyna, que pegou tudo e ainda deu um passe de 72 jardas para Albert Riera fazer um gol, e o próprio Riera.

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Onde Está o Palmeirinha ?

Esta semana, o Palmeirinha foi ao templo da moda alternativa e do creative design. Ou como dizem por aqui: o coração cultural de Londres. Quem é capaz de adivinhar?

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Faltou Vontade

Apresentação abaixo da crítica a do Palmeiras hoje. Futebol letárgico, medíocre. A malemolência dominou a equipe. Para piorar ainda o cenário, um campo que parecia um pasto, ridículo. Não dá para imaginar em um futebol sério, colocar times de primeira grandeza para jogar em um piso desses.
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Voltando ao pífio espetáculo, dava pra pular o primeiro tempo praticamente todo. Foi uma sucessão de erros de parte-a-parte que me nego a comentar. O juizão deixava o sarrafo comer e, como sempre, mostrava-se muito mais rigoroso com o Verdão do que com o adversário.
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O time da casa fez 1X0, em uma jogada iniciada e concluída por seu único jogador que está acima da linha da mediocridade. Se bem que, em uma situação normal, o contra-ataque terminaria nas mãos do goleiro. Só que o Bruno resolveu dar uma força e, ajudado pelo sempre ruim Danilo, deixaram a bola passar e literalmente bater no atacante do Guaratinguetá antes de ir para as redes.
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Na volta para o segundo tempo, Luxemburgo trocou o ineficiente Sandro Silva por Marquinhos. Com isso CX passou a ser volante. Lennysteroy, em noite de Lenny/2008, deu lugar a Daniel Lovinho.
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As mexidas começaram a surtir efeito e o domínio do jogo passou para os pés Alviverdes. Pouco antes dos 10 minutos, um zagueiro do Guaratinguetá resolveu fazer um trenzinho e agarrou Ortigoza pela cintura dentro da área. O paraguaio, que não conhece a dança, não entendeu e caiu. Penalti, bem marcado.
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Bem marcado e bem convertido por Diego Souza. Bola no meio, goleiro caindo como uma âncora do lado esquerdo. Dizem as más línguas que, depois de comemorar o gol, Didi deu o primeiro e único pique de todo o jogo, quando voltava para a nova saída de bola, no meio de campo.
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Quando tudo parecia caminhar para mais uma vitória, o time começou a murchar. Pouco a pouco foi perdendo a fluência adquirida no começo do segundo tempo e voltando ao mesmo futebol pouco inspirado da primeira etapa.
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Danilo, o ruim, levou um passeio do tal Wellington Amorim. O cara passava como queria. Sem falar nas rebatidas para o meio e tudo que é elementar em um beque, o cara faz errado.
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O pior foi que além de não dar conta do recado atrás, achou que deveria armar o ataque. Ao invés de tocar a bola para alguém mais qualificado, dava "primorosos lançamentos" da defesa. Não acertou meio, que dirá um.
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Marquinhos que deveria fazer a correria no meio de campo e se aproximar de Didi na armação, foi se encostar na ponta esquerda. Cleiton Xavier penava fazendo a função de volante e pouco se aventurava além da linha que divide o campo.
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Wendel, que teve o mérito de salvar um gol certo do Guará, pela direita era uma negação. A bola chegava ali e morria. De tanto matar as jogadas, fez Luxa lembrar do falecido Evandro e colocá-lo em campo para fazer a lateral. Se com um vivo já não saia nada, com um atleta desencarnado, menos ainda.
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Armero não encontrava ninguém para dialogar, pois, o omisso Marquinhos, ou se escondia atrás do marcador ou fugia da bola.
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O prélio continuou assim até o final, salvo dois lampejos de Ortigoza e mais uns dois de DS. Empate sem emoção. Futebol sem vergonha.
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Atuações:
45 - Bruno: Parece que pediu transferência da escola de goleiros Alviverde. Falhou no gol e faz uma jogada bisonha com os pés no segundo tempo. Não passa segurança nenhuma.
17 - Wendel: Consegue fazer a torcida sentir falta do Capixaba. Porém, salvou um gol certo do Guaratinguetá.
15 - Maurício Ramos: É o melhor dos zagueiros de área, não compromete.
23 - Danilo, o Ruim: Não tem jeito, é ruim mesmo.
06 - Armero: Partida abaixo das possibilidades. Contagiado e prejudicado pela apatia do time.
05 - Pierre: Linear, como sempre. Um leão na marcação e ainda tentou alguma coisa pela direita.
02- Sandro Silva: Num time que não jogou absolutamente nada em 45 minutos, conseguiu ser um dos piores.
07 - Diego Souza: Quando o assunto é apatia, DS é mestre. Fez uma linda jogada no primeiro tempo e teve alguns poucos momentos de bom futebol no segundo. No final parece que entendeu que estava em campo, trabalhando.
10 - Cleiton Xavier: Apagadão no primeiro tempo e sacrificado pelo esquema no segundo.
19 - Lenny: Mal.
30 - Ortigoza: Pelo menos mostrou vontade. Como a bola não chegou, e seu estilo é o de pivô, praticamente assistiu a partida.
11 - Marquinhos: Ficou devendo. O único lance que acertou foi a cobrança de um lateral, no campo de defesa.
39 - Daniel Lovinho: O homem invisível. Quem é? Como é? Ninguém sabe, ninguém viu.
27 - Evandro: In Memoriam. Que Deus o tenha em um bom lugar.
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sábado, 21 de março de 2009

Lesbian Vampire Killers

20 de março. Cercada de grande expectativa, e de uma avalanche de publicidade midiática, aconteceu a estréia de Lesbian Vampire Killers em Londres.
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Tomei todas as providências para não perder o evento. Comprei meu ingresso antecipadamente, pela net, para a sessão das 21h30 no Odeon Marble Arch. A localização do cinema é fantástica. Fica na Edgware Road, uns duzentos metros da estação de Marble Arch, da linha vermelha.
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Depois de pegar o meu ticket e subir um andar de escada rolante, cheguei no grande saguão. Lá eram vendidos sorvetes, salgadinhos, chocolates, pipoca e tudo que se espera de um cinema. O que desabona o lugar é o fato de só vender Pepsi. Como não poderia deixar de ser, fiz minha visitinha básica ao banheiro que é limpo e grande. Mais um lance de escadas e cheguei na sala de projeção.
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Para meu espanto, o lugar estava vazio. Curioso para um lançamento tão festejado. Britânicamente às 21h30, as luzes se apagaram e fui obrigado a assistir a meia hora de propagandas. Só uma da rádio BBC One levou uns cinco intermináveis minutos.
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Começa o filme. Percebe-se que o diretor Phil Claydon nitidamente tenta dar um toque, se não pessoal, um tanto diferente às cenas. Utiliza, sem cerimônia, a aceleração dos movimentos para criar um clima de cartoon. Usa e abusa de "defeitos especiais" dos filmes B. Tudo funciona.
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Desde os primeiros minutos, é possível perceber que entre os protagonistas: o gordinho James Corden e o pseudo galã Mathew Horne, existe um abismo. Enquanto o primeiro é naturalmente hilário, o segundo parece estar com cólicas renais. Muita careta e pouco talento.
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Com as moças ocorre o mesmo. As coadjuvantes, Lucy Gaskell e a bela Vera Filatova, dão um show. Lucy é muito engraçada, e a atriz balcânica une beleza à uma atuação "lugosiana" de vampira.
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Já a “mocinha”, MyAnna Buring cumpre seu papel de forma, digamos, burocrática. Faz da personagem Lotte, uma clássica donzela. Se bem que o roteiro lhe reserva alguns bons momentos de Lara Croft.
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O secundário Paul McGann, The Vicar, é outro que se destaca. Engraçado, consegue elevar o personagem. As demais beldades fazem “pontas” no filme. Aparições relâmpago. Algumas divertidas. Aliás, essa é a intenção do roteiro, fixar as ações no trio principal. Deve ser para economizar em casting.





Após 88 minutos, fiquei com a sensação de ter feito um pedido no McDonald’s delivery. Sabe como é? Daqueles que a comida chega fria.
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Na verdade, escrevendo este comentário, horas depois de ter experimentado, acho que fui eu que criei uma expectativa elevada. O filme não se encaixa no padrão “Lolôístico” do Silicone Trash Horror. Inclusive, o que menos se vê na película são “boobs”. Normal, se tratando de um produto britânico, onde a sociedade é mais pudica.
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O roteiro é mass media despretenciosa. Cinemão, para grandes bilheterias, altas vendas on demand e de blue ray, ou seja, construído para o mainstream. Justificando o dinheiro gasto em uma massiva propaganda.
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Só que é aí que cai na vala. Ano após ano, são lançadas comédias de terror usando a fórmula: Mulherada + sustos + sexo + graça. Isso desde o cult A Dança dos Vampiros. Uma referência no gênero. Feito em 1967, dirigido por Polanski e estrelado pelo próprio, por Jack MacGowran e com uma deslumbrante Sharon Tate.





Até filme brasileiro foi feito no gênero: o new wave As Sete Vampiras, de 1986. A obra, que assisti na época, é engraçada também. Fora isso, pelo fato de trazer no elenco figuras como Neuzinha Brizola e Léo Jaime, cantautor da musica tema, é impagável. Chanchada Carioca. Das boas.





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Descobrindo Camden Town

Esses dias, percebi que a minha jaqueta de couro está rasgada. Mania de comprar coisas ecologicamente corretas dá nisso. Couro sintético. Não vale nada.
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Bom, não dá para ficar sem uma por aqui. Queria uma jaqueta usada, antiga, ou, pelo menos, de design clássico, de couro legítimo. F*d*m-se os ruminantes!
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A primeira, e mais óbvia, parada foi o Flea Market da Portobello. Nada me seduziu. Aliás, devo dizer que o mercado das pulgas sempre me dá a impressão de ter coisas bacanas e quando vou comprar algo, nunca acho nada que goste. Já foi assim quando fui comprar meu coat. Deve ser a miopia, já que sempre passo por lá sem meus óculos !!! Rsssssssssss.
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Resolvi ir direto onde "dorme a onça". Camdem Town. O paraíso das coisas usadas, fashion, retrô, modernas e etc. Fiquei um pouco preocupado com os horários. Eram 10h00 e até chegar, visitar todos os labirintos, escolher a melhor opção e tal, levaria um tempão. Mas, como dizia Voltaire: "Voilá!" - Peguei o metro.
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Pela primeira vez, estava indo para CD fazer compras. Das outras vezes que estive por lá foi só turismo e, devo confessar, não comprei nem um alfinete. Cheguei na estação próxima ao market às 11h00. E comecei a minha procura.
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Na Camden High Street há umas lojas bem legais. Muito vintage, roupas para punks, calça quadriculada e dominatrix style. Divertido. Inversamente divertido é perceber que a grande maioria das lojas são dos famigerados souvenirs. Chaveiros, postais, fotos, cuecas “Union Jack”, cachecóis de times de futebol, ou seja, tudo que se encontra ao montes ao lado de qualquer atração turística da cidade.
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Achei umas três lojas que vendiam couro. Tudo novo. Havia até coisas baratas, mas de qualidade duvidosa. O que parecia bom, pecava no estilo e era caro. Como a proposta era achar uma jaqueta usada, aquilo não me desanimou e me atirei nos labirintos.
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Apesar de ser sexta-feira, e de estar relativamente movimentado, várias lojinhas, ou, sei lá, quiosques estavam fechados. Percebi que minha andança não seria fácil. Os poucos lugares abertos, no tal Camden Lock, o point para comprar roupas. As lojinhas ou eram de grifes modernosas ou de camisetas. Para piorar, nos Camden Stables só uma mínima parte funcionava. O resto estava em reforma.
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O que assusta, na verdade, é a quantidade de bugigangas made in China. A Inverness Street parece a 25 de Março de tanto contrabando e coisas falsificadas.
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No meio da procura, e sem ter nenhuma relação com a minha busca, achei uma loja inusitada. Só vendia produtos com a cara do Johnny Depp! Eram mugs, postais, camisetas, fotos, cartazes de filmes. Muito engraçado. Isso é o que se pode chamar de “mercado de nicho”.
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Andei, andei, andei... E nada encontrei. Antes do meio-dia já estava retornando para a estação. Deveras frustado, devo dizer. O Camden Town Market é melhor para passear do que para comprar.
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Recordar É Viver II

Palestra Itália/SP - 21/03/99
Palmeiras 4X2 Flamengo
10 Anos !!!
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sexta-feira, 20 de março de 2009

Recordar É Viver I

Panetone/SP - 20/03/02
Alex.Alex
7 Anos !!!
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Do Outro Lado do Canal ...

Ontem, pasmem, a França entrou em uma greve geral !!! Os franceses são insuperáveis em vinhos, queijos, pães e inúmeras outras iguarias culinárias. Acho que apenas duas coisas superam os prazeres da mesa: a produção de novos franceses e as greves.
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As paralizações organizadas fazem parte do DNA jacobino e indignado da população. Porém, com o passar do tempo, e dos sucessivos governos socialistas que nas terras de Rousseau criaram uma identidade estatal altamente paternalista. O povo aliou o viés protestante com a transferência de responsabilidade e criou um certo tipo de “filhinho de papai”. Tudo é dever do "paizão" governo.
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Pensando nisso lembrei de uma velha piada, velha mesmo, dos 70’s:
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O sujeito chega em casa, senta em sua poltrona preferida e abre o jornal. A mulher logo vêm em sua direção e fala:
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Mulher: - Benzinho, temos um problema em casa !!!
Marido: (com olhar fixo no jornal) Hummmm.
Mulher: - É com a nossa empregada!!!
Marido: (virando a folha do jornal) - Problema seu.
Mulher: - Mas ... é que ela está grávida !!!
Marido: (continuando a ler o jornal) - Problema dela.
Mulher: Mas ... mas ... querido ... ela falou que o filho é seu !!!
Marido: (ainda sem tirar os olhos do jornal) – Problema meu.
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Na França seria assim:
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Mulher: - Mon amour, temos um problema em casa!!!
Marido: (com olhar fixo no jornal) - Problema do governo.
Mulher: - Mas ... é com a nossa empregada!!!
Marido: (virando a folha do jornal) - Problema do Departamento de Imigração.
Mulher: - Mas ... é que a ela está grávida !!!
Marido: (continuando a ler o jornal) - Problema do Departamento de Saúde.
Mulher: Mas ... mas querido ... ela falou que o filho é seu !!!
Marido: (ainda sem tirar os olhos do jornal) – Problema do Departamento de Justiça.
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quinta-feira, 19 de março de 2009

Relíquia !!!

A Anne comprou uma raridade. A primeira edição inglesa de Valentina. Como ainda está no plástico !!! Não tive coragem de abrir para olhar o ano da publicação.
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Não É Bafo, Não !!!

As duas últimas semanas foram um tanto estressantes. O Kélinha vai se matar de rir, mais o fato é que a empresa que nos provém por estas bandas, por conta da tal crise mundial, começou a fazer rigorosos cortes em seus custos. Leia-se: Vai mandar um monte de gente embora.
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Depois do anúncio das medidas saneadoras, passaram-se quinze dias de expectativa sobre o destino de nossa família. Foi pauleira passar esse tempo com a àgua batendo na bunda, ou melhor, passando da bunda e indo em direção ao pescoço. A Anne não merecia tamanho desgaste. Porém, esse é o preço de fazer parte do metiér corporativo.
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Hoje, a estória teve um final feliz. A notícia que a Anne recebeu foi de que não será demitida e, assim, por enquanto, vamos continuar no Reino de Elizabeth.
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Palmeiras: A Marca Futebolística Mais Valiosa do Brasil

Dica do sempre atento e bem informado Vicente Criscio do 3VV, sobre uma nota que saiu no Valor Econômico de ontem. Não tenho como colocar o link, pois, “O Valor Online tem áreas de acesso restrito.”
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“A marca do Palmeiras, vencedor do Campeonato Paulista de 2008, foi a que obteve a maior visibilidade na mídia em 2008 entre os times de futebol do país, segundo levantamento da Informídia Pesquisas Esportivas. O nome do "verdão" recebeu o equivalente a R$ 2,754 bilhões em mídia espontânea (estimativa que considera quanto seria cobrado se os espaços em que o time foi citado, nos veículos de comunicação, fossem anúncios).”
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Tá aí, Flavio Prado e seus cupinchas naquela rádio ridícula, Jornal Lance!, Miltons Leite & Neves, José Trajano e seus patéticos súditos, Juc ... Ah ! o JK não conta. A pesquisa não leva em consideração “blog de torcedor”.
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Continuem metendo a boca no Alviverde Imponente, por horas e horas a fio, se possível. Quanto mais críticas forem feitas e mais factóides forem criados, a marca Palmeiras ficará em evidência e mais tempo no ar e, por via de consequência, também de seus parceiros. Por mais que lhes doa na carne, vocês estão ajudando a valorizar o tão odiado "blend".
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Só pra constar, afinal, a tchurma da imprensinha têm uma certa letargia no raciocínio. Tais índices servem como argumento de negociação para patrocínios, quotas de televisão, parcerias e coisinhas insignificantes desse tipo. Em outras palavras; Dinheiro, money, soldi, dinero, plata, cash, geld, l'argent, grana, carvão, bufunfa, grampo. Como diria um certo ex-jornalista em atividade !TROUXAS!
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