terça-feira, 13 de abril de 2010

Pode Chamar de Manto, Camiseta, Jersey, Fardamento, Uniforme ...

A dica veio da @porcopedia, dos amigos Fábio & Fernando, via Twitter. Nosso chapa Erick, a mão que comanda o Maglia Verde, teve seu talento e a criatividade da sua idéia reconhecidos pelo Blog da Redação UOL. Matéria bem bacana que vale ser lida.
Sou frequentador desde o princípio do Maglia e pude dar pequenas colaborações por ali algumas vezes, motivo que me deixa duplamente feliz com a divulgação do trabalho. Aliás, acho que o blusão Adidas vintage da foto que ilustra a matéria é meu! Parabéns Erick. Daqui de longe, para aí, mais longe ainda!
"Blog sobre camisetas do Palmeiras reúne raridades de torcedores de todo o Brasil


Desde o início de 2008, Erick Magario escreve o blog http://magliaverde.blogspot.com/, em que aborda um tema bastante específico e ao mesmo tempo apaixonante: camisetas do Palmeiras. O engenheiro se considera um colecionador “modesto” (conta com apenas 14 camisetas em seu acervo) mas, com a colaboração de torcedores e outros fanáticos palmeirenses espalhados pelo país inteiro, conseguiu em pouco mais de dois anos de blog reunir algumas informações curiosas e outras verdadeiras preciosidades quando o assunto é o manto alviverde.

Entre essas relíquias estão o uniforme usado pelo lendário jogador Ademir da Guia nos anos 70 e a camiseta usada pelo jogador Gaúcho em 1988, na partida histórica em que, após lesão de Zetti, o atacante assumiu a função de goleiro e defendeu dois pênaltis do Flamengo em pleno Maracanã.

Além dos uniformes de jogadores e goleiros consagrados na história do clube, o Maglia Verde também reúne fotos de ex-jogadores e celebridades com a camisa verde, como é o caso de uma foto curiosa em que Bob Marley aparece vestindo o tradicional uniforme.

Residindo atualmente no Japão e descendente de uma família de japoneses, Erick Magario se identificou com o Palmeiras ainda na infância por ser um clube de imigrantes. Nesta estadia longe do país, contudo, parece ter encontrado no blog uma maneira de se manter próximo ao clube e colaborar com a memória palmeirense. "Sempre que topo com uma camisa dos anos 70 em ótimo estado é uma grande alegria, é história pura"."


Em tempo: Fábio Tatú & Fernando Kammers não são uma dupla sertaneja, ou algo que o valha. São os criadores da Porcopédia, A Enciclopédia do Palmeiras.

Via Twitter: Implode, implode ...

@luisnassif: Morumbi fora da Copa http://bit.ly/ayZoRf

E A História Nunca Acaba ...

Tirante o fato de ter que racionar dinheiro por não ter acesso a conta bancária, outros problemas inerentes ao roubo continuam a me perturbar. 

Ontem fui a loja da O2 para comprar um novo celular e reativar minha linha anterior. Escolhi um simpático Samsung Tocco, o mais barato disponível e parti para a ativação do sim card. Para isso, tive que responder umas vinte perguntas sobre minha vida. Uma das informações que eu deveria passar era o número dos telefones para os quais eu mais ligava. Até parece que eu sei. Estava tudo na agenda do velho fone. Assim, tive que voltar para casa, descobrir os números e ligar outra vez para lá.

Feito, o atendente me informou que a linha  funcionaria em até 24 horas! Porra, os caras precisam de um dia para colocar um número no ar?

Passado o imoral período, meu telefone continuava mudo, of course. Liguei outra vez e o rapaz do outro lado, após fazer todas as perguntas possíveis e imagináveis mais uma vez, disse que eu deveria voltar na loja para testar o sim card em outro aparelho. Lá fui eu para Notting Hill Gate. Como soi acontecer, a porra do chip não funcionou. 

Voltei para casa e liguei mais uma vez no customer service. Após as costumeiras e sacais perguntas o tipo me disse que o problema estava relatado e que eu esperasse mais 24 horas!


Quem manda ter telefone de empresa do Grupo Telefónica?

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Emir Sader: A Decadência Da Imprensa Brasileira

In Vermelho, via Agência Carta Maior

A imprensa brasileira teve momentos da historia do país em que desempenhou papel determinante. Basta recordar o peso que teve nas mobilizações de desestabilização que levaram ao golpe de 1964, em que jornais como O Estado de Sao Paulo, a Tribuna da Imprensa, o Correio da Manhã, entre outros, tiveram o papel, pela primeira vez, de condutores ideológicos e políticos das forcas opositoras.
Setores da imprensa tiveram também um papel positivo, na campanha das diretas, quando outros tentavam esconder a amplitude do movimento e seu verdadeiro significado.
Assistimos hoje à decadência generalizada dessa mesma imprensa, que martela, cotidianamente, praticamente de forma total e monótona, ataques contra o governo Lula, logrando, no entanto, que apenas 5% da população rejeite o governo, enquanto mais de 80% o apóie. Nunca a imprensa brasileira esteve tão distante e contraposta à opinião do povo brasileiro. Daí seu isolamento e decadência, pelo menos sob sua forma atual.
As organizações Globo, que só possuiam um jornal, sem nenhuma importância, no Rio, antes do golpe, tiveram na ditadura sua grande alavanca, mas, ao mesmo tempo, o golpe insuperável de falta de credibilidade. Ficaram com a marca da ditadura, por mais que tentassem se reciclar, importando colunistas, usando a audiência da televisão para tentar conseguir mais público.
Atualmente dispõe de um trio que atenta contra qualquer credibilidade, que dá a tônica do jornal: Merval Pereira, Ali Kamel e Miriam Leitão. Todos os três se caracterizam por serem as vozes do dono, por sua postura propagandística, sem nenhum interesse no que dizem, nem brilho ou criatividade no que escrevem. São funcionários burocráticos da empresa, que exercem, da maneira que conseguem, seu burocrático papel de opositres, buscando catar supostas fraquezas do governo, que é seu único objetivo.
Nenhum tipo de análise, nenhuma nuance, nenhuma idéia. Para um jornal que precisaría desesperadamente de credibilidade, eles são um tiro no pé, uma confirmação da falta de credibilidade do jornal. O resto do jornal – das manchetes de primeira página às colunas de notícias – padece desse freio da rígida linha editorial, fazendo um jornal sem graça, sem interesse, sem repercussão.
No Rio de Janeiro, o conjunto dos órgãos da empresa, mesmo atuando fortemente a favor de algum candidato, perdem sempre. Lula ganhou nas duas últimas eleições no Rio; os Garotinhos, Sergio Cabral, Paes, mesmo Cesar Maia, se elegeram sem o apoio do jornal, que os atacava. Hoje, contra a vontade majoritária da grande maioria dos brasileiros, ficam de novo, acintosamente, na contramão da opinião do povo e do país, incluído claramente o povo do Rio de Janeiro, que sabe separar programas de diversão que lhe gosta ver, das inverdades que diz o jornal e os noticiários de rádio e televisão da Globo.
Diminuem sua tiragem, perdem público abertamente para a internet, para os jornais gratuitos, para os jornais populares vendidos. Melancolicamente, se arrasta o jornal, na fúria antilulista, sem repercussão política alguma.
O Estadão sempre foi o jornal conservador por excelência, com certa discrição, boa cobertura internacional, posições claramente direitistas. Conforme foi perdendo público para a FSP, que aparecia mais atraente para os jovens, mais ligada à oposicao à ditadura, tratou de rejuvenescer. Como jornal mais organicamente ligado às entidades empresariais, tem uma avaliação mais equilibrada da política econômica, valorizando seus avanços, no marco das críticas tradicionais do liberalismo dos “gastos excessivos do Estado”.
Além do papel do Estado na economia, suas maiores preocupações e críticas ao governo são na política internacional. Sua predileção, em tudo e por tudo, com os EUA, fica ferida com as alianças com os países do Sul do mundo e com os da América Latina em particular. A política externa soberana do Brasil os incomoda profundamente, transformando-se num dos temas mais usuais e violentos dos editorais.
O outro são os movimentos sociais, em particular o MST, que causa ojeriza ao Estadão, pela defesa intransigente do direito à propriedade privada, pilar do sistema capitalista. (O jornal foi praticamente o órgão oficial das passeatas de preparação do golpe de 64, na defesa da “liberdade, da família e da propriedade”, valores aos quais continua fiel.) A liberdade, que inclui centralmente a de “imprensa” (privada, diga-se), protagonizada pela SIP – Sociedade Interamericana de Prensa -, órgão da Guerra Fria, cenário a que o jornal, rançoso, ainda se sente apegado. Os editoriais, sempre, e atualmente Dora Kramer, são os momentos mais patéticos do jornal, saudoso da Guerra Fria.
A FSP é o jornal que mais teve oscilações de imagem. Era um jornal sem nenhum peso até o golpe e mesmo durante boa parte da ditadura militar. O Estadão era o grande jornal de São Paulo. A FSP apoiou ativamente a preparação do golpe militar, sua realização e a instauração da ditadura, cumpriu tudo o que a ditadura determinava, com noticiários que escondiam os sequestros, desaparecimentos, execuções, publicando as versões oficiais, emprestando carros da empresa para a Oban.
Foi ao longo dos anos 80, quando levou Claudio Abramo do Estadão, que a FSP, pela primeira vez, ganhou prestígio, buscando espaço próprio na oposição liberal à ditadura. Pretendeu ser o órgão da “sociedade civil” contra o “Estado autoritário”, conforme a ideología hegemônica na oposição, advinda da teoria do autoritarismo de FHC. (A FSP tirava, todo ano, uma foto no teto do seu prédio na Barão de Limeira, com os que ela consderava os representantes da “sociedade civil”, de empresários a líderes sindicais, como que para expresar físicamente esse vínculo organizado com os setores que se opunham, em graus distintos, à ditadura.)
Consolidou essa imagen emprestando suas páginas para uma certo pluralismo, com um cronista semanal – Florestan Fernandes, Marilena Chaui, entre os mais conhecidos – do PT, e distintos políticos, intelectuais e líderes sociais escrevendo na sua página de opinião.
Desde a eleição de FHC, entrou em decadência, perdendo totalmente a credibilidade que o diferenciava. Colunistas com vínculos pessoais com os tucanos, como Clovis Rossi, Eliane Catanhede, outros, decadentes, como Jânio de Freitas, se arrastam melancolicamente na decadência geral do jornal, o que mais despencou na tiragem e o que mais se transformou nas duas últimas décadas. O filho do Frias pai conduz o jornal pelo abismo da intranscendência e do rancor, se parecendo cada vez mais com a Tribuna da Imprensa da época de Carlos Lacerda.
A Veja se assume, grotescamente, como o Diario Oficial da extrema direita, com paquidermes como colunistas, sensacionlismo de capa, projetando-se como má espécie de bushismo brasileiro. Com dificuldade para conciliar sua imagem de revista de generalidades com esse papel de brucutu da imprensa nacional, foi perdendo aceleradamente tiragem, o que aumenta a crise financeira que levou a empresa a pendurar-se em capitais externos.
Poderia ser menos afetada pela crise generalizada da imprensa, por ser uma revista semanal. Mas a brutalidade da sua orientação política a fez incorporar-se de cheio nessa queda. Terá papel ainda mais truculento na campanha eleitoral, jogando tudo para tentar barra a vitória do governo, esperando-se os golpes mais sujos da campanha da empresa dos Civita.
No conjunto, o cenário da imprensa brasileira – com a única exceção da Carta Capital, entre as publicações diárias e semanais – é deprimente e decadente. Uma vitória de Dilma – que os apavora, seria ficar mais quatro ou oito anos nessa posição de dirigentes opositores -, trará dilemas difíceis para essas empresas. É possível que uma ou outra busque reciclar-se para adaptar-se a novos tempos, em que inclusive tem que contar com o fim de toda uma geração de políticos estreitamente associados a ela, como FHC, Serra, Jereissatti, etc. Isso, associado a uma intensificação da crise econômica das empresas, deve colocar dilemas cruciais para órgãos que assumiram atitudes suicidas, contra a vontade expressa da maioria do povo brasileiro e pagam preço caro por isso.
Emir Sader é doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo, jornalista, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e coordenador do Laboratório de Políticas Públicas da UERJ. Publicou, entre outros, os livros O poder, cadê o poder? - ensaios para uma nova esquerda, A vingança da história e Século XX: uma biografia não autorizada. 

domingo, 11 de abril de 2010

Considerações Finais Sobre o Assalto

Depois da passagem do CSI por aqui, fiquei esperando horas pelos detetives que viriam conversar comigo. Cansei de esperar sentado. Felizmente, temos bons amigos, como o Gosalo & a Olga que não só nos socorreram com dinheiro como ofereceram a casa deles para passarmos a noite. Não que fosse o caso, por medo ou coisa parecida, afinal, raios dificilmente caem no mesmo lugar duas vezes em tão curto espaço de tempo. Mas, achei que seria uma boa opção para a Valentina, assim, fomos ontem à noite para lá e retornamos agora à pouco. 

Outros amigos aqui da terra de Beth se mostraram solidários. O casal Hannan, a Yasmine e o Thomas, a Steph e o Paul. Além da Méli, da França. Não ficamos sós!


Do Brasil, minha irmã Lili, o primo Adail e os amigos virtuais, como pode ser visto nos comentários do post anterior, se manifestaram. Obrigado Carlinhos e Raulzito pela força.  


 Foda é ver a reação da madrinha da minha filha que, por acaso, é minha amiga de 25 anos:


 Cagou e andou. Ao invés de perguntar sobre a afilhada, estava mais preocupada em marcar o almoço com a comadre. Vá PQP. Aguentar gente fingindo de morto tem limite!

No mais foi isso. Não foi primeira vez que fui roubado e provavelmente não será a última. Foda foi o medo retrospectivo: E se a Valentina estivesse dormindo no quarto dela? Se resolvesse levantar justo na hora em que os meliantes estavam aqui?

Como felizmente nada disso aconteceu, continuamos tocando a vida. Certas experiências não servem para nada, ser roubado é uma delas. Mas, como eu creio que de qualquer limão deve-se fazer uma limonada, isso vai servir para  duas coisas: Foi a azeitona do meu Dry Martini. Deu de Londres, o caminho de volta está marcado. dia 31 de julho é o limite. A segunda é separar, literalmente, o joio do Trigo, viu Dinda?

sábado, 10 de abril de 2010

Problemas de Comunicação

Durante a madrugada, algum filho da puta entrou na minha casa e levou a TV, meu celular, meu I-Pod, bebidas, grana, meus cartões, meu cartão de transporte, e minha comunicação com os demais londrinos.

Toda minha agenda estava no celular, então, roça. Mandei um e-mail para alguns amigos, às 9h00 locais. É mais de meio-dia e acho que ninguém checou! Nenhum amigo mora perto ao ponto da minha filha poder ir de patinete. Resumindo, estamos (Valentina e eu) sem um puto, sem possibilidade de sacar e sem ter como falar com ninguém nessa cidade!

Que merda!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

NCDJ's Broadcasting News 2nd Edition

Ladies & Gentlemen, humilde e orgulhosamente agradecemos a todos que aqui comparecem diuturnamente para tomar conhecimento dos tocos recebidos lá no Muquif1nho. Como todos sabem, desde o último 1º de abril (não, não foi mentira) nos tornamos uma Broadcasting: para melhor difundirmos as barbaridades emitidas por aquele que luta incansavelmente contra os vassalos do poder corrompido - Chapolin Querelado(muito bom esse apelido) também conhecido como Blogueiro Paulo, 1nh0, Paulinho do Blogue, entre outras alcunhas.

O sucesso do NCDJ´s BN foi estrondoso e casou um alvoroço cibernético nunca antes visto neste país e muito menos em terras da Rainha Elizabeth II, onde inauguramos a nossa primeira sucursal internacional, sob o comando do Tito Trigo. Aliás, frise-se que, graças ao Trigão, pudemos angariar pomposos recursos de patrocínio para que o blogue continue com seu pândego trabalho. Clique aqui e comprove o brilhante trabalho de nosso Diretor da Sucursal No Cu em Londres.

Antes dos tocos de hoje, gostariamos de apresentar-lhes mais um de nossos patrocinadores, também conseguido através dos contatos do Trigão com o Korean Car lá em Londres – quem será é esse Korean Car, hein amigo navegante?

Limpe o CPF-1 e ganhe 50% de desconto na limpeza do CPF-2

Aos Tocos:

Querelado Escriba é o responsável direto pela NCDJ´s BN e, portanto, não poderia ter deixado de participar do lançamento dela na semana passada: fizemos questão de comunicá-lo... porém, ele limou dos comentários nosso comunicado - e evidente que levamos toco!

Carlinhos-Botucatu-SP disse: O seu comentário está aguardando moderação.
Querelado Escriba, permita-me um off topic
Exatamente neste instante entra no ar a NCDJ´s Broadcasting News, bem que seu Blog poderia se tornar um dos afiliados, não é?
Temos até uma sucursal em Londres a partir de hoje, evidente que você deve imaginar qual é o Vassalo do Poder Corrompido que nos patrocina lá!
Um forte abraço, continuaremos a divulgar seu crível trabalho mundo afora!

Seguem os links afiliados:


Ler o Blogueiro Paulo falando mal do Come Risólis é divertido, agora, divertidíssimo é ver que 1nho condena todas as práticas que ele cumpre em 99,9% dos seus posts: o Cráudio mandou, mas tomou um sonoro toco de Páscoa:
Claudio disse: O seu comentário está aguardando moderação.
É o sujo falando do mal-lavado. Outro dia mesmo você chamou os professores estaduais de nazistas…

Já que está sem o “faz tudo” Lucas Jim (caso alguém saiba do paradeiro dele, informe-nos via comentários), Paul1nho do Blogue deve ter muitas tarefas nos finais de semana e não pode ir até o Pacaembu utilizar-se daquela manjada credencial da ACEESP para ver os jogos, muito menos deve ter condições de assistir aos jogos da rodada na TV de Plasma último tipo ganha do amigo mecenas; pois bem, não é problema, é só copiar a sempre abalizada análise de um de seus criadores e ídolo - Juca Kfouri - aquele que consegue assistir na TV e opinar ao mesmo tempo sobre uns 15 jogos...
Dá-lhe ctrl-c/ctrl-v e... Toco no Cráudio.

Claudio disse: O seu comentário está aguardando moderação.
Esses copia-e-cola constantes do juquinha é sinal de que você não assistiu aos jogos? Aliás, nem no Pacaembu o senhor anda pisando, já que a fonte de credencial parece ter secado.
Pobre jornalismo de credibilidade.

Querelado Escriba ultimamente não tem chamado seus contestadores de “Sr. Asno”, também não tem ofendido as progenitoras deles. Vez por outra os chama de lambe-botas dos vassalos do poder corrompido, como bem lembra aqui o Vinícius Duarte; o crível discente de jornalismo, para manter sua audiência alta, agora publica palavrões (acho que passou desapercebido, pois nessa ele afrontava seu grande ídolo leonor, a borboleta monarca de Vila Sônia).
Levei toco, mas consegui capturar a imagem!


Carlinhos-Botucatu-SP disse: O seu comentário está aguardando moderação.
Querelado Escriba,
Sugiro trocar o termo chulo do título da imagem, não “pega” bem a um crível discente de jornalista publicar palavrões em seus posts.
Forte abraço.

Segundo o Querelado Escriba: R$ 169,51 é o patuá que levou o glorioso Curíntia ao SPC; nosso especialista em Analise de Crédito manja disso, pois graças a este post do Seo Cruz, podemos observar que se há alguém que entenda de dívidas e outras querelas jurídicas é o 1nho: com o rol de "pinduras" nos seus DOIS CPF´s ele é praticamente imbatível! Até tentei lembrá-lo dessa mácula na praça com dívidas de valores inferiores, mas meu comentário nem foi compensado - levei mais um toco. E o Trigão também!

Carlinhos-Botucatu-SP disse: O seu comentário está aguardando moderação.
Adimplente Escriba,
Lamentável, o que dirá Vossa Ilibada Persona com referência as dívidas abaixo (só inferiores ao supra citado):
1º CPF 14*.83*.00*-7*
1 Ação Judicial já executada.
- Banco Bradesco – Março 2008 = R$ 121,91
- Renata Video – Abril 2005 – R$ 13,93
- Refinanciamento Bradesco – Janeiro 2008 – R$ 121,00
Nem água sanitária limpa!
Forte abraço.

Tito disse: O seu comentário está aguardando moderação.
Macaco, olha para o teu rabo!

Em algumas situações especiais, publicamos alguns comentários que não foram contemplados com tocos pelo Querelado Escriba, talvez por falha no filtro ou por não entender o texto – hipótese mais provável – e graças à Musa do NCDJ´s, Carol Santos (tratem de bater uma pelada lá no blogue dela, seus vassalos!), postamos uma mensagem aprovada: a do Teo.

Reparem na última estrofe, é impagável:

Teo disse:
E depois você quis
Manchar meu nome
Dentro do meu metiêr
Mexeu com a moral
De um homem
Vou me vingar de você
Porque!
Eu vou sujar!
Seu nome no seu SPC
Tu vai vê!
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC…
Quis me fazer de otário
Mas o crediário
Já está prá vencer
Sei que eu não sou
Salafrário
Mas o numerário
Você não vai ver
Porque!
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC…
Tenho dois CPFs,
o que você vai fazer?
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC
Eu vou sujar!
Seu nome no SPC…

Por hoje era isso que tínhamos a mostrar-lhes, mas não se esqueçam: continuem mandando brasa lá no Chapolin Querelado, Juca Kfouri e afins; tomem tocos, copiem e colem nos comentários! Afinal, temos que manter nossas polpudas contas nas Ilhas Cayman!

Um Olhar do Estrangeiro

O óbvio. Contudo, é o que a classe média brasileira não consegue, ou não quer ver. Preferem acreditar em boatos e dizer que o país está uma merda. Pena.

O nicho que é considerado pela publicidade como os "formadores de opinião" só consegue reverberar o que lêem e ouvem na grande mídia. Legítimos papagaios. O pior é que se trata de gente que, via de regra, tem domínio de outras línguas e poderia dar uma passada por meios de comunicação de outras praças, mas lhes basta ler a Veja.

Os que gostam de falar em reforma das leis trabalhistas, esquecendo que são assalariados. Aqueles que adoram debochar dos programas sociais do governo, mas que, quando são demitidos, não abrem mão da "esmola" do seguro-desemprego.

Para essas pessoas, reproduzo um texto do The Times of India, postado no Vi o Mundo de Luiz Carlos Azenha: 

India Times: Lula, “o cara”
Why Lula Is The Man
Shobhan Saxena, Apr 9, 2010, 12.00am IST
do Times da Índia, via twitter do Tão Gomes Pinto
Brasília — Recentemente, a secretária de Estado dos Estados Unidos Hillary Clinton pressionou o presidente brasileiro Lula da Silva para que o Brasil se juntasse aos Estados Unidos na imposição de novas sanções contra o Irã. Lula rebateu Clinton dizendo que “não é prudente empurrar o Irã contra a parede”. Não é o que Clinton gostaria de ter ouvido de um país que tem um dos assentos não permanentes no Conselho de Segurança das Nações Unidas e faz lobby por um assento permanente.
Subsequentemente, em Tel Aviv, Lula chocou líderes israelenses por se negar a visitar o túmulo do pai do sionismo, Theodore Herzl. Em maio, Lula vai ao Irã para se encontrar com o presidente Ahmadinejad, uma decisão que jornais dos Estados Unidos descreveram como “não representativa de um país que aspira ser considerado um igual entre os líderes do mundo”. Lula está agindo como um líder mundial?
Caçoado pelos comentaristas do Brasil por sua gramática imprecisa, Lula se tornou um hit no palco mundial com seu estilo de homem comum. Na cúpula financeira sobre a crise global em Londres, no ano passado, ao ver Lula o presidente Barack Obama gritou: “Lá está o meu cara. Eu amo esse cara. Ele é o político mais popular da terra”. As declarações de Obama foram feitas apenas alguns dias depois do brasileiro ter atribuído a crise global ao “comportamente irracional dos brancos de olhos azuis que antes da crise pareciam saber tudo sobre economia”. As declarações de Lula fizeram a elite brasileira ranger os dentes.
A nove meses de deixar o poder, Lula viaja o mundo atacando a ONU pelo “sistema de castas”, o mundo rico em Copenhagen e em campanha por um maior papel global para “poderes emergentes” e pregando o “diálogo” com o Irã. Isso fez alguns observadores ocidentais se perguntarem se ele está seguindo os passos de Hugo Chávez como “gladiador da batalha antiimperialista”.
Nada mais distante da realidade. Lula se tornou um herói em casa e um estadista no mundo por razões genuínas. No Brasil, sua taxa de aprovação está em 76%, um recorde para um presidente em fim de mandato. Sua conquistas domésticas foram sem precedentes: desde 2003, ele mais que dobrou o salário mínimo para o equivalente a 300 dólares, ajudou a tirar 20 milhões de brasileiros da pobreza e derrubou a dívida pública para 35% do PIB (de 55%).  No ano passado, os reais brasileiros foram a quinta moeda com melhor performance do mundo, a inflação caiu para 4% e o país navegou pela crise econômica mundial quase sem danos.
Graças aos programas sociais de Lula, os maiores beneficiários do crescimento foram os pobres para os quais o presidente, que cresceu engraxando sapatos e dividindo um quarto com a mãe e oito irmãos, é um símbolo de esperança. A popularidade de Lula é tão grande que ele até recebeu crédito pela descoberta de petróleo na costa do Brasil.
O país pode se tornar em breve o terceiro maior produtor de petróleo do mundo e Lula já anunciou planos para gastar a renda do petróleo com programas contra a pobreza.
Naturalmente, Lula cometeu erros. Houve escândalos no governo e ele tem sido criticado pela esquerda do Partido dos Trabalhadores por ter se movido “muito para o Centro”. Mas ninguém questiona sua maior conquista: o posicionamento do Brasil no mundo. Lula converteu o músculo econômico em influência global ao promover o comércio “sul-sul” e crescentes ligações políticas com países em desenvolvimento. O que explica suas posições sobre o Irã, com o qual o comércio do Brasil cresceu 40% desde 2003. A químic com Ahmadinejad é tão boa que Obama pediu ao Brasil que medie as relações do Irã com os Estados Unidos, algo que Lula adoraria fazer.  Na passagem por Tel Aviv, Lula sugeriu “alguem com neutralidade” para mediar o processo de paz no Oriente Médio. E ele não queria dizer Tony Blair.
Uma vez caçoado pela elite que bebe caipirinha em Copacabana, que “temia” que Lula poderia envergonhar o Brasil no exterior, o ex-operário metalúrgico tem demonstrando um domínio sólido da política externa. Durante seu primeiro mandato, ele trabalhou por relações mais próximas com a Índia, a China e a África do Sul.
Hoje a China, não os Estados Unidos, é o maior parceiro comercial do Brasil. Jogando um papel crucial na criação da IBSA e da BASIC, dois grupos envolvendo o Brasil, a Índia, a China e a África do Sul, Lula se tornou a voz mais forte das nações emergentes em questões globais como as mudanças do clima e a crise financeira. Com o movimento dos não-alinhados morto, esses grupos se tornaram a voz da Ásia, da África e da América Latina em questões globais. Descrevendo Lula como “uma referência para os países emergentes e também para o mundo em desenvolvimento”, em 2009 um importante jornal francês escolheu Lula como “homem do ano”.
Lula é o homem do momento porque ele seguiu uma fórmula simples, a de reforçar a economia doméstica, desligando o sistema financeiro do Brasil dos Estados Unidos, cultivando relações com países emergentes e seguindo uma política externa independente. E é por isso que ele pode falar o que quer em qualquer assunto.
Chamem de sorte, mas a falta de líderes carismáticos em outras nações emergentes também ajudou.  Hoje, a China e a Índia são lideradas por tecnocratas, não por líderes de massa, a África do Sul não produziu um líder conhecido desde Nelson Mandela e o presidente da Rússia Vladimir Putin não tem as credenciais democráticas. Neste cenário, Lula agarrou a oportunidade com as duas mãos. Um líder indiano com imaginação poderia ter escrito este papel para si próprio.



quinta-feira, 8 de abril de 2010

Tigre de Papel


A expressão maoísta é perfeita para ilustrar o momento do Palmeiras. O antes temido time dos italianinhos da Turiaçu tornou-se um arremedo de equipe de futebol. Desde o primeiro turno do brasileirão de 2009 a equipe não sabe o que é vencer um time da zona de rebaixamento. Ao contrário, se notabilizou por livrar a cara de vários!

Conviver com times medíocres tem sido nossa maldição, desde que o Divino pendurou as chuteiras, em 1976. De lá para cá, tivemos dez anos de vacas gordas nas mãos da Parmalat e voltamos a enfrentar uma década de vacas magras.

Tivemos que suportar doze anos de Jabba, The Hutt, depois Della Monica e Palaia e por fim a turma modernosa e preparada. O resultado de tudo? Nada! O gigante, o temido tigre foi apequenado por Musgambá e está sendo ferido de morte por Belluzo e sua turma.

Faz tempo que não assusta ninguém, virou mulher de malandro e toda hora leva, em casa, um monte de tapas na cara de tudo que é timinho.

Alugou a camisa para a Traffic, com a desculpa de receber grandes jogadores. Que beleza! Esse ano foram Bruno Paulo e Paulo Henrique. Impressionante! Os doutos planejadores trocam de técnico duas vezes ao ano, pagam fortunas para indenizá-los e depois falam que não tem grana para bancar jogadores.

O resultado está no campo. Um ex-zagueiro que mal havia cumprido um minuto de silêncio como treinador foi contratado para dirigir o Campeão do Século XX. Jogadores de aluguel, mimados e sem a menor química com a gloriosa Camisa Verde, donos de grande arrogância e futebolzinho pífio envergonham a torcida a cada jogo.  

Todo Palmeirense de coração está profundamente envergonhado com esse bando. Ou melhor, quase todos, os que dirigem o clube e o Mauro Betting, os tais "Palmeirenses de Verdade", não!

Um dirigente comprometido deixaria de lado a vaidade e os projetos pessoais e pediria o boné. A desgraça que comanda o Palmeiras, não!

Não posso imaginar uma atitude mais nobre para o atual presidente do que assumir que não sabe administrar o clube, convocar eleições para o mês que vem e sair. Só que isso nunca irá acontecer. Esperemos a desclassificação na Copa do Brasil apenas para saber quem será o bode expiatório da vez. Minha Aposta? Diego Souza.

Aliás, se o Palmeiras é o tigre de papel, DS7 é o craque de papelão. Desejo de todo coração que ele vá, se possível, agora em maio para Portugal e, quem sabe em julho o moço já esteja se apresentando na Gávea ou no jardim leonor. Nada diferente do que essa puta sem vergonha fez no passado.

Evidente que não vi o jogo de ontem, no obsceno horário das dez, duas da manhã aqui. Mas dei uma vista d'olhos nas manifestações do tuiteiros verdes. Pura frustração. Apenas o amigo Pharinha, desde a Amazônia pediu para a torcida não abandonar o time. De que jeito, meu caro? Não foi a Torcida que abandonou o time. Foi o clube que abandonou a torcida.

Os apaixonados lotaram os estádios durante todo ano passado. Em casa, pagavam o ingresso mais caro do Brasil para ficar socados atrás do gol, enquanto no centro do campo várias cadeiras esperavam pelos proprietários de cartão de crédito que desaparecem ao primeiro sinal de nuvens no céu.

A cambada de mercenários perdeu o campeonato mais ganho da história do futebol e para completar, a vaga na Libertadores e, mesmo assim, o Palestra estava cheio no primeiro jogo deste ano. Quem abandonou quem?

Muguegada