sexta-feira, 17 de abril de 2009

Shopping Centre

Quem me conhece sabe que não sou nenhum entusiasta dos centros comerciais. No Brasil, eu ia por ser a opção mais cômoda para fazer compras. Meu método sempre foi entrar, comprar e sair. Deve ser algum tipo de fobia de quem já trabalhou em shopping. Aquela coisa de não ver a luz nem saber se é dia ou noite, ou não ter a menor idéia de como está o clima.

Ao contrário de mim, tenho alguns amigos adoram. Não foram poucas as vezes em que nos encontramos em shoppings para ir ao cinema, ou para comer. Na verdade, devo confessar que situações deste tipo são até suportáveis e dá para sobreviver sem grandes traumas.

Ontem, o dia estava horrível, muita chuva e pouco tempo para programar algum passeio com os nossos convidados. O Julien e a Méli partiriam às 17h00 para Paris. Então, só sobraram duas opções: o shopping Westfield, ou o museu de cera Mme. Tussauds. O Juju escolheu a primeira. Pegamos um taxi e para lá fomos.

Shopping é aquele negócio, quem conhece um, conhece todos. O Westfield é recém inaugurado, e ainda tem cheirinho de novo. Tirando isso, e, talvez, o Village - que é uma área realmente premium - é absolutamente igual a qualquer outro centro comercial. Seja na América do Sul ou na Europa.

Na verdade, para fazer um mínimo de justiça ao milionário investimento londrino, duas coisas me chamaram à atenção e das quais gostei muito.

A primeira é a utilização de luz natural em todo o local. Construção moderna, baseada nos novos preceitos de utilização dos recursos naturais disponíveis. Para isso, o projeto abriu mão de alguns tantos metros quadrados de lojas, e criou um enorme vão envidraçado que garante a entrada da luz natural em todo o ambiente.










É uma maneira menos opressiva de ficar dentro de um lugar fechado e cheio de gente e, ao mesmo tempo, causa uma sensação de algo natural. Deve-se considerar que o dia ontem estava muito cinzento e chovia aos baldes. Mesmo assim a luminosidade era agradável.

A segunda coisa, são os espaços que parecem verdadeiras salas de estar e ficam nos corredores . Cada andar conta também com lounges, que substituíram os incômodos bancos dos outros shoppings. Para quem vai acompanhar a mulher, não inventaram nada melhor. Dá até pra passar por um soninho.

Passeamos um bocado até que as moças resolveram parar para comprar um presente para o Lucas, irmão da Méli e primo da Anne. Era um par de tênis. As bonecas mudavam de opinião a cada respirada e não conseguiam definir qual seria. Como duas horas não foram suficientes para que elas chegassem a um consenso, resolvemos ir comer.

Fomos almoçar em um dos vários restaurantes do local. Escolhemos o mais vazio. Uma pizzaria. Almoçamos bem. Não vou entrar na discussão filosófica sobre qual pizza é melhor, a paulistana, a italiana ou a européia. Todas são boas. É igual a Coca-Cola ou o Marlboro. Qual eu prefiro? O que está na mão.

Depois do almoço, e com o tempo contado, voltamos ao presente do Lucas. Mais alguns minutos de dúvida e, voilá! Escolheram. Me deixaram lá pagando e correram para a loja UGG, onde a Méli queria comprar botas. Esperei, paguei e fui ao encontro da turma.

O Julian estava me esperando na porta, coitado. Tinha cara de traço, e logo percebi que a coisa seria longa. Entrei na loja, vi uma confortável poltrona, sentei e dormi. Com o caso resolvido, voamos para casa. Eles estavam com os minutos contados para chegar em St. Pancras e pegar o trem para Paris.

Devo confessar que não passei batido, nem saí impune do meu passeio no shopping... Enquanto esperava para pagar o tênis do Lucas na loja da Vans, vi uma camiseta e achei muito bacana. Comprei, of course!

Caso alguém não saiba, eu não sou Vans, mas também sou “ original since 1966.”.

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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Nos Olhos Dos Outros É Refresco !!!!

Ontem foi o jantar de despedida do primos. O Julien queria comida indiana e fomos a um restaurante, aqui em Notting Hill. A casa, na Westbourne Grove, é bonita, o espaço é luminoso e o ambiente e o serviço são bastante agradáveis.

A comida, bom... digamos que é para profissionais. Turistas, incautos e amadores suam!!! É para quem quer entender profundamente o significado da palavra “pimenta”. A refeição proporciona, junto com o ardor, uma certa calientura, por dentro e por fora. É impressionante!



A única saída é se encher de líquido. Eu que pretendia tomar só um whisky para assistir ao jogo do Palmeiras, tomei logo três... Mas não fui o único! Uma senhora que estava comendo e bebendo sozinha, saiu de lá “cercando o frango”, bebinha, bebinha.

Enfim, o restaurante é o Urban Turban. Poderia se chamar Ardido F*d*d* !!!

Cotação expatriated.: 10 Pimentas.

Agora só milagre

Agora, depois da merda de jogo da quarta-feira, o Palmeiras está respirando por instrumentos. Não tinha vontade de escrever nada sobre a partida, mas vou cumprir com a obrigação que me impus. Ainda estou de mau humor e, realmente, vou emprestar o excelente comentário do Vicente Criscio, do 3VV.

Só que, antes, vou soltar a trombeta!!! Tenho direito. Afinal, sou como os 22 mil Palmeirenses que encheram o Palestra ontem. Apoio, torço, pulo e grito. Mas depois de mais um pífio resultado, também tenho o direito de vaiar.

Existem coisas que são impossíveis de entender. Uma é como um time de futebol profissional toma dois gols da mesma maneira, em dois jogos seguidos? Explico: deixam um atacante livre, no bico da pequena área. Foi assim contra o Santos, foi assim ontem contra o Sport. É ingenuidade ou falta de treino? Responde aí, Luxa !!!

Outra coisa: Porra, diretoria, o filho do Coelho ainda não nasceu? É uma gestação de hipopótamo? Querem ir onde sem, pelo menos, um lateral direita?

Vamos às atuações:

São Marcos - Não foi exigido. É santo, faz milagres, só que ainda não aprendeu a fazer mágica. Não dava para fazer o atacante do Sport desaparecer. O "truque" até daria certo se ele contasse com a colaboração de um "ajudante" que se colocasse na frente do rapaz.

Capixaba - Horrível, como sempre.

Marquinhos - Cara, se a presença dele em todos os jogos for uma imposição da parceira, estamos f*d*d*s. Se não é, o técnico deve estar louco. Afinal, por que queimar o moleque com a torcida desse jeito?

Marquinhos faz tudo errado. Quando é preciso que ele jogue no meio, para desafogar o outro meia, a figura se isola na ponta esquerda. Ontem, que ele deveria abrir pela esquerda e ser uma verdadeira opção para Pablo Armero, resolveu que era o Djalminha.

Esta burrice tática não dá para colocar na conta do treineiro. Por mais que eu esteja puto e me perguntando se vale a pena ter a "Prima Donna" no banco, ganhando rios de dinheiro, para só disputar, com possibilidades de título, o Campeonato Paulista.

Maurício Ramos - Horrível, como nunca.

Danilo - A atuação do parceiro foi tão ruim que ele pareceu melhor.

Armero - A regularidade de sempre. Passou o jogo inteiro sem ter com quem tabelar. Aí ficou difícil chegar na linha de fundo. Era marcado pelo lateral e pelo zagueiro da sobra. Mesmo assim, arrumou o penalti.

Pierre - Absoluto. Reinou soberano no meio campo.

Edimílson - Quando estreou, cheguei a compará-lo com Gerrard. Atualmente é uma sombra do Galeano.

Evandro - Correu, lutou, driblou e chutou, como nunca. Só não dá para tirar categoria de onde não existe. Penso que se trata de outra imposição da parceria

Cleiton Xavier - Será que não dá para conversar com o Valdívia, ver se ele dobra o Emir a liberá-lo para voltar? Ele pode dizer que a cachorrinha vira-latas dele é brasileira e não está se adaptando a comida de lá, qualquer coisa. Por que se depender do CX para resolver jogo de Libertadores, amigo, pode começar a pré-temporada do Brasileirão.
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Diego Souza - Não estava iluminado como nos dois últimos jogos, mas se matou em campo.

Lenny - Movimentou-se bastante. Esteve até no meio campo, tentando fazer o que o omisso CX não fazia. Faltou um pouco de luz, também.

Ortigoza - Entrou para jogar como ponta direita. Não é a dele, seguramente.

Keirrison - Lutou todo o tempo contra três zagueiros. Tentou tabelar, driblar, armar, mas não funcionou. Mesmo assim, é o artilheiro da competição.

Quanto aos comentários do Milton Leite, representando a imprensinha, quando diz que deram um gol para o K9, pergunto: Será que “ganhar” um gol do juiz é pior que marcar gols impedidos como o tal Borges? Afinal, os dois são fruto de erro da arbitragem. Só que no segundo caso, beneficiou-se errôneamente um time. Pense antes de falar ML !!!

Como o post ficou longo, não vou copiar o texto do Vicente Criscio. Mas, recomendo a leitura.

Como o post ficou longo, não vou .

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terça-feira, 14 de abril de 2009

La Clique. O Show !!!

Como diria o outro, vamos começar pelo começo. Logo que soubemos que o casal Pugliese-Peteil viria nos visitar, há um mês, começamos a procurar um musical para levá-los.
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Contudo, conversa vai, conversa vem, percebemos que eles não estavam muito animados para assistir algo do gênero. Então, a Anne começou a googlar daqui e dali, até que encontrou o tal espetáculo, uma mistura de circo, comédia e música apresentados de uma forma única.
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Pesquisando um pouco mais e descobrimos que o show é uma novidade, recém chegada, pelas bandas de cá. Até poucos meses, a trupe estava na estrada, fazendo apresentações em feiras, batizados e quetais. Compramos e aguardamos. Ontem foi a grande noite!
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Saímos de casa por volta das 19h00. Pegamos a Central Line em Notting Hill Gate, até Tottenham Court Rd. e de lá fomos para Leicester Sq. Pela linha preta. Na saída da estação não tivemos nem o trabalho de procurar o teatro. Como dizem por aqui, a casa de espetáculos é “next door”.
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Aqui vai um adendo. Quando vi onde está sendo apresentado o show, lembrei dos meus amigos Kelinha e Celão, desbravadores dessas bandas, nos idos 80’s. Eles falavam de uma boate chamada Hippodrome, que era a mais trend, o tum-tum-tum da época, com direito a leão de chácara barrando pessoas na porta. Pois, o La Clique é encenado lá.
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Procurando o link da casa para colocar neste post, li na Wikipedia que o The London Hippodrome está firme e forte desde 1900. Foi teatro, cabaret, nigthclub e ... bom, que saber mais, clique aqui. Quando cheguei, não pude deixar de me remeter aos bons e velhos 80’s. Estava no lugar certo, na hora errada ou, mais precisamente, vinte e cinco anos atrasado !!!
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A entrada é pequena e a troca dos ingressos (só dá para assistir, comprando on line, com três semanas de antecedência) é rápida.
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Fomos recebidos pelo MC do espetáculo, que nos colocou pulseiras vermelhas, para identificar onde ficavam nossos lugares no teatro. Só para constar, estávamos na segunda fila.
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O teatro não tem cara de teatro. Parece mesmo uma casa noturna, ou balada, como queiram. Os camarotes do arrasta-pé servem como upper circle e, na parte de baixo, os stalls, eram formados por cadeiras dobráveis arranjadas em círculo, formando uma pequena arena, No centro, um mínúsculo palco.
. Entramos, sentamos, e logo depois fui comprar uma água, ou melhor, a garrafinha d’água mais cara do universo, £ 3. Nem no Saara deve custar tanto!!! Descobri como os proprietários mantém o negócio em pé. Vendendo água.
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Mas, vamos ao espetáculo. A abertura é feita por Le Gateau Chocolat. Como diz o prospecto: uma Opera Singing Diva. Na verdade, o cara tem um vozerão de tenor. Nem sei por que usa microfone.
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Mas, canta muito e se veste em colants de lycra e muita maquiagem, muito bom. Depois do interlúdio, Gateau volta, intimista e faz mais uma participação, antes do final.
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O primeiro espetáculo circense é o dos “English Gents”, Denis Lock and Hamish McCann. Só para constar, os artistas são australianos. Os caras arrebentam. No pequeno palco só não fazem chover. Uma aula de equilíbrio e força.
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Depois vem Clarke McFarlene, “Mario the Queen of the Circus", caracterizado de Freddie Mercury. O rapaz faz duas participações. Malabarismo com bolas e equlibrismo em um monociclo. Isso ele faz muito bem. Peca na hora das piadas. Demorado e nada engraçado.
. Perfeito na arte da piada é Carl-Einar Häckner, um mágico com jeitão de doido, que ao tentar executar os truques acaba entregando como são feitos. Ele faz três aparições, todas impagáveis.
. Muito boa, também, é Ursula Martinez, a cabaret performer. Seu primeiro número é um truque de mágica. Ela faz desaparecer um lencinho vermelho. Conforme o lenço reaparece, ela dificulta seu número tirando uma peça de roupa até o grand finale, quando completamente nua, retira o lencinho, de um lugar onde, normalmente não bate sol, se é que vocês me entendem.
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Na segunda participação, faz um número muito engraçado de guitarra espanhola e piadas. Em sua última entrada, aparece bebendo cerveja e comendo pizza. Depois pede para a platéia um cigarro, com o qual, tive o prazer de presenteá-la.
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Dançando como bêbada e com o cigarro na mão, Ursula literalmente pôe fogo na platéia quando incendeia a parte de cima de seu biquini e depois, como a boneca quase não é exibicionista, taca fogo na parte de baixo, também.
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O derradeiro número é Bret Pfister, o malabarista novaiorquino. A flexibilidade do rapaz é impressionante. Além de acrobacia, Bret dança, ou melhor, flerta com o seu instrumento de trabalho, o arco.
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Quase me esqueci de escrever sobre a malabarista dos bambolês. É legal e tal, e Marawa Ibrahim, em determinado momento chega a rodar uns dez em volta do corpo, mas não empolga. Tanto que estava quase passando batido por aqui.

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A noite, para mim, foi um verdadeiro revival: estava em um templo dos 80's, assistindo um espetáculo com pinta de 80's. Lembrei do Espaço Off, em São Paulo, tempos de Luni e de Patricio Bisso. Todos eram inovadores e modernos. Os dois shows, separados por quase três décadas, nem tem muita relação, mas o La Clique carrega o mesmo frescor e a mesma proposta alternativa.





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Pérolas da TV Inglesa

Edição Extra !!!

A Anne resolveu mostrar para as visitas tudo o que ela adora por aqui. Nesse exato momento, ela, Meli e Juju estão assistindo, no canal DMAX, um documentário sobre uma mulher que tinha um tumor de 76 quilos. É mole?

Voltaremos, em breve, com a programação normal e um post sobre o espetáculo La Clique.

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Vislumbrando Dias Melhores

Segunda Feira - Com a Valentina melhor da virose, fomos passear em Southbank, que fica do outro lado do Tâmisa, na região da London Eye. É o paraíso dos turistas e dos artistas de rua. Para mim, o programa não era novidade, porque eu já tinha visitado aquelas bandas em um final de semana com o Vinicius.

Saímos de Notting Hill Gate, em direção de Bond Street Station, para fazer baldeação para a linha Jubilee e descer em Westminster. Para variar, a linha cinza estava fechada. Isso é um saco. Os motivos do fechamento são os mais variados: algumas vezes por conta das ampliações, outras por atrasos imensos e outras, ainda, porque algum gaiato resolveu pular nos trilhos, o fato é que a Jubilee está sempre com problemas. Ontem não foi diferente.

Voltamos para a Central Line e descemos na estação seguinte, Oxford Circus. Alí, pegamos a linha marrom até Embankment e fomos para a London Eye. Os primos e a Anne escolheram ver Londres da roda gigante. Valentina e eu, bem mais modestos, fomos brincar em um carrosel.












Os artistas de rua merecem um parágrafo. É possível encontrar alguns realmente talentosos, especialmente músicos e dançarinos. Outros, sem tanto talento, compensam a falha com muita criatividade. E os que não são nem uma coisa nem outra, mesmo assim, ficam por ali. Acho que é a necessidade de ser visto, ou algo do gênero.

Nos encontramos e fomos caminhando na direção da London Bridge. A região é, ainda, o paraíso dos skatistas, cheia de rampas e quetais. Paramos para comer em uma praça, bem coisa de turista, e continuamos nossa jornada.


Como a turma não muito dada a usar os pés, preferiram trocar a caminhada até a London Tower por uma olhadela na Catedral de St. Paul, e continuar a “aventura” num onibus até Notting Hill.

O trajeto demora quase uma hora. Mesmo assim, ainda deu para ir tomar umazinha no Eletric Café. Às 18h30, Ana Zélia chegou para ficar com a Valentina e nós fomos para um inusitado show: La Clique. Maiores detalhes sobre o assunto em um próximo post.

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segunda-feira, 13 de abril de 2009

Resumo do Domingão

O domingo não foi dos melhores. A Valentina seguiu com a virose. A Anne, a Méli e o Juju foram passear por Camden Town, Convent Garden e outros cantos. Eu e a Croquis ficamos por aqui mesmo.

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domingo, 12 de abril de 2009

Onde Está o Palmeirinha?

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Resposta: retsnimtseW dnuorgrednU noitatS
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Derrota na Vila

Não deu para ver o jogão. O Kelinha, o Mimi, o Mauro e o Tio Zé devem estar vibrando !!!
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Juju & Méli chegaram de Paris, no mesmo horário, para a Páscoa. Assim, empresto as "bem traçadas linhas" da análise do meu amigo Vicente Criscio do 3VV:
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Pós Jogo Palmeiras 1x2 Santos: sábado que vem tem mais
PALMEIRAS 1 X 2 SANTOS
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por Vicente Criscio
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Foi um grande jogo. A derrota não era esperada, o Palmeiras buscava pelo menos um empate.
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Agora o Verdão joga no próximo sábado por uma vitória simples para se classificar à final do Paulistão 2009.
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Se não é o que queríamos, o resultado de hoje é absolutamente reversível.
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1o TEMPO
O jogo começou com mais força do Palmeiras e logo de cara Diego Souza colocou a bola na cabeça de Keirrison que cabeceou para uma grande defesa de Fábio Costa.
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Logo depois Keirrison recebe novamente em jogada rápida - Ortigoza, Diego Souza, Cleiton Xavier e K9 - e o Palmeiras fez 1x0.
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Veja abaixo o gol:
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O Santos veio prá cima e o jogo que já era rápido passou a ser alucinante. Ortigoza poderia ter ampliado se o bandeira não visse um impedimento - inexistente - do Ortigol.
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Mas o Santos empatou. Em um escanteio a bola cruzou toda a área, chegou a Kléber Pereira que bateu, a bola desviou em Ortigoza, e foi no canto oposto para onde se dirigia Marcos.
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Mesmo com 1x1 o jogo parecia favorável aos rápidos contra-ataques do Palmeiras. Diego Souza fez linda jogada pela direita driblando três e foi derrubado na entrada da área. Depois Maurício Ramos em cabeçada perde um gol. No final ainda Keirrison chuta fraco, nas mãos do goleiro deles.
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Assim terminou um primeiro tempo muito corrido.
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2o TEMPO
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Luxemburgo tirou Edmílson e Ortigoza e colocou Sandro Silva e Marquinhos. E logo de cara o Palmeiras tomou o 2o gol, em chute de Neymar.
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Aí o jogo mudou. O Palmeiras teve que ir prá cima. Mas aí o time caiu de produção. Seja pelo cansaço, seja porque Marquinhos parece que carrega um peso enorme quando entra em campo: a camisa do Palmeiras. Até agora não disse a que veio. Perdeu um gol na cara de Fábio Costa
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Keirrison continuou perdendo boas chances. Numa delas, aos 30 minutos, poderia ter levado mais a bola para dentro da área, ou ter passado a Lenny - que entrou no lugar de Capixaba - mas chutou muito mal.
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Do nosso lado, Marcos garantia que o estrago não fosse maior, principalmente numa importante defesa aos 36 minutos.
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E aos 42 Danilo quase empata. O Palmeiras veio prá cima. No final, aquela agonia. O Palmeiras demorava prá chutar e não conseguiu o empate.
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E sem querer justificar o resultado, mas a arbitragem paulista mostrou mais uma vez que é tecnicamente fraca, caseira, covarde. Na dúvida, pró Santos.
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E AGORA?
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Agora o Palmeiras precisa vencer em casa. Cleiton Xavier (uma pena), Sandro Silva e Marquinhos (não fará falta) não jogam pelo cartão amarelo. Do lado de lá, Rodrigo Souto também não joga pelo mesmo motivo. Mas eles terão o retorno da defesa titular.
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O Palmeiras demonstrou neste sábado força, raça e comprometimento. Pegou um adversário forte e que em casa cresce. Portanto no próximo sábado precisaremos da vitória simples.
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O jogo não será fácil, o adversário é bom e também joga com raça mas tecnicamente o Palmeiras é melhor. E na nossa casa, o Palmeiras é favorito. Diego Souza falou bem no final: "tem muita coisa pela frente e sábado que vem tem mais".
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No próximo sábado vamos mostrar que aqui é Palestra!
Saudações Alviverdes!
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sábado, 11 de abril de 2009

Sábado de Aleluia !!!

Nestes dias de feriado, com clima típicamente londrino, o casal Pugliese-Peteil está chegando para nos visitar. Hallelujah, irmãos, hallelujah !!!
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Imagem roubada do facebook
Quem sabe, um dia qualquer, algum Hamon apareça por estes lados também.
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Diário da Virose

A Sexta-feira Santa foi de muito líquida. Chuva lá fora e muito vômito aqui dentro. Assim, a máquina de lavar roupas está trabalhando em quatro turnos, para dar conta dos acidentes. O carpete virou área de risco. Foi inúmeras vezes carimbado. O bafafá foi até às quatro horas da manhã.
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O sábado começou bem menos problemático. Apesar de ter aparecido uma febre, os vômitos e a diarréia passaram. Valentina está segurando a medicação.

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sexta-feira, 10 de abril de 2009

Virose na Área

Image from Science Photo Library
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Pois é, mais um feriadão. Estamos em casa e por aqui ficaremos. A Valentina amanheceu com o famigerado rotavirus, cheia de vômito e diarréia. Agora é esperar o ciclo de vida da praga acabar.
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O pior é amanhã receberemos o Juju e a Méli. Só falta o casal chegar e nos pegar todos de cama, já pensaram ? Sairem de casa para passear uns dias e acabarem cuidando de doentes ? Ou ainda pegando o vírus ? Tóc-tóc-tóc.
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quinta-feira, 9 de abril de 2009

Quarta? Quinta?

Não sei se a quinta- feira começou muito cedo ou foi a quarta que terminou muito tarde. O fato é que, depois do jogo do Palmeiras às quatro da manhã, eu estava elétrico e não consegui dormir.
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Fiz o post anterior e as 6h00 fui para a cama. A Valentina acordou depois de meia hora pedindo leite. Levantei para alimentá-la. Passados mais trinta minutos, o despertador tocou. A quinta estava começando, antes que a quarta terminasse.
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Passados os procedimentos matinais diários, a Anne foi para o trabalho e eu e a Valentina ficamos em casa. As férias de abril começaram. Às 11h00, a Raquel chegou. Será a faixineira que vai nos socorrer a partir de agora. Brasileira, gente boa e com oito anos de janela britânica. Sempre tem um toque para dar.

.A moça chegou e já foi passando uma lista de produtos de limpeza que deveriam ser comprados. Lista mesmo, uns 15 ítens. Me perguntei para que tanto paninho, tanto spray e resignei, afinal, contra fatos não há argumentos, a pessoa é do ramo, eu não.
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Fiquei olhando a tal lista e vi um monte de coisas que seguramente não encontraria nos supermercados de Notting Hill. Raquel indicou o Sainsbury’s de Willesden: “Lá no fim do mundo?” – Perguntei. Aí ela disse que ficava a uns quinze minutos e que eu deveria pegar o ônibus 52.
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Por que não? Nova experiência. Bora fazer compras de bumba. Subi no 52 e fui. O trajeto é relativamente curto e muito rápido. Subi na esquina de casa e desci na porta do supermercado.
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Entrando vi que o tal Sainsbury’s é grandão e lotado. Talvez por conta do feriado. Mas é bom, tem tudo que se pode imaginar. Um Extra britânico. Comprei minha lista e mais algumas coisas que lembrei . Enchi minha mochila e mais uma sacola de mão grande. Fiquei pensando no desconforto da volta, carregando tudo aquilo.
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Nada. Peguei o buzão de volta, na frente, no mesmo ponto que desci, depois da rápida viagem, desembarquei na outra esquina. Aprendi mais uma.
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Yes We Could !!! (Updated)

Pós jogo: Achei que dava para dormir. Não deu. Em certas ocasiões, saborear o momento é melhor que o repouso. Se fosse para cama agora, ficaria rolando de um lado para o outro. Para que, se posso relembrar e escrever sobre o jogo às 5h30 da manhã?
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Pré jogo: Fui dormir às 20h00. Coloquei o despertador para 1h45. Acordei, liguei o computador, a transmissão era do Sportv. Fazer o quê? Abrir uma garrafinha de Coca-Cola, para acordar.
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O jogo começa, eu tenho meu corpo ligado. Sinto o sangue mais quente. Veio à memória a mesma sensação do jogo das semi-finais da Libertadores de 2000, aquele em que o Santo defendeu o penalti do Marcelinho.
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O Palmeiras inicia a partida mostrando espírito de copa, bem argentino. Matando o ímpeto do adversário que, diga-se, faz mais barulho com a boca do que com a bola nos pés.
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Milton Leite informa que o jogo do Estudiantes está atrasado. Vôo para a TV e coloco no Setanta Sports 2. Quem sabe as imagens são geradas pela Globosat? Nada! O que vejo é o estádio de Mar Del Plata.
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O Jogo: O Sport, tenta nos primeiros momentos intimidar, na porrada. Paulo Baier, aquele que fez toda a carreira em times pequenos, dá uma cotovelada em Pierre, seu ex-companheiro de Verdão. Feio.
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Cria-se o primeiro bafafá. Danilo leva amarelo. Preocupante, afinal, a defesa comete muitas faltas. Antes dos 15 minutos, o outro zagueiro, Maurício Ramos, também é advertido. Bem preocupante.
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Aos 15, São Marcos apresenta as credenciais. Espalma uma chute rasteiro, difícil, pela linha de fundo. Fora isso, jogo tranquilo para o Palmeiras. O adversário, bom de boca, pouco pressiona. O Alviverde Imponente tenta os contra-ataques, mas erra muitos passes.
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Aos 20 minutos, boa oportunidade verde em cobrança de falta. CX bate, a zaga rebate. Cleiton fica com o rebote, mas, o decaído Baier faz uma falta desnecessária e dá ao Palmeiras uma nova oportunidade em bola parada.
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Na cobrança, Cleiton Xavier põe na área, Diego Souza sobe mais que todos e desvia, matando a defesa adversária. Mauricio Ramos recupera na linha de fundo, tocando para o gol. K9 chega empurrando. 1X0. Silêncio na Ilha do Retiro. Silêncio não, festa da Torcida que Canta e Vibra.
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Parte do dever cumprido. Saímos na frente e colocamos mais pressão ainda no time pernambucano. Os jogadores do Sport, daí para frente, pareciam correr com bolas de ferro presas aos pés.
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Se antes já não faziam grande coisa, depois do gol fizeram menos ainda. Sem criatividade e sem espírito competitivo, apenas centravam bolas para a área. Coitados, caíram na conversa de que a defesa do Palmeiras não existe. Não só existe, como foi comandada com autoridade pelo Santo, por Edmilson e pelo perfeito Pierre, que não perdeu uma só jogada.
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Diego Souza começou a articular mais e aparecer para o jogo. A bola, quando em domínio do Verdão, ficava mais no campo de ataque. Assim terminou o primeiro tempo.
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Na virada de campo, o Sport veio com duas alterações; Entraram o tosco Sandro Goiano e outro jogador de meio, desfazendo 3-5-2 inicial. Pela mexida, a equipe pernambucana dava sinais de que iria para cima. Contudo, recomeçando o prélio, o cenário da primeira etapa não mudou.
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Aliás, mudou sim. Diego resolveu ser o diferencial do time,. Em uma de suas primeiras intervenções, pegou a pelota no meio de campo, arrancou, driblou, fez que ia tocar e lançou para si próprio, invadiu a área, balançou o corpo e chutou. Pena. O goleiro não foi no drible de corpo e conseguiu colocar para escanteio. Maravilhosa jogada e linda defesa.
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Aos 15 minutos, Luxa trocou o apagado Willians por Ortigol. Aos 20, sentindo que a lateral esquerda adversária poderia criar problemas, sacou Keirrison, colocando SS, que entrou com a função específica de marcar o lateral Dutra.
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A proposta inicial foi mudada. Como Edmilson virou o líbero, CX passou a ser o segundo volante, Sandro era um terceiro volante, mais adiantado, marcando exclusivamente pela direita e matando a saída de bola adversária pelo setor. No momento dos ajustes, o sub-40 Paulo Baier quase empata. Que nada! O Santo fez mais um de seus milagres.
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O leve ataque do Palmeiras saiu, mas DS continuava impossível pelo meio. Aos 28 minutos o “homem” driblou dois defensores do Sport, passou batido pelo terceiro e tocou por cobertura na saída do goleiro. Golaço-aço-aço!
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Alí, o jogo acabou. Os pernambucanos não conseguiram fazer pressão sobre nossa defesa e o Verdão começou a administrar a posse de bola. São Marcos ainda fez duas boas intervenções, mas, na maioria das vezes, acabou apenas interceptando balões para a área. Pior que perder, foi ter que engolir a "Festa no Chiqueiro" por mais de vinte minutos.
.Acabou o jogo, acabou a empáfia do Leão. Espero que tenham aprendido que vandalismo, porrada e fanfarrice não dão a vitória para ninguém e o tal diretor que falou pela bunda, durante um mês, deve estar, agora, com um sapato na boca.
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A Batalha dos Guararapes acabou. O Palmeiras fez tudo parecer fácil, com planejamento e dedicação em campo.
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Fora de campo louve-se a postura do Presidente Belluzzo. Foi conversar com os jogadores e tirou-lhes dos ombros a pesada responsabilidade que lhes foi imposta, em grande parte, pelos meios de comunicação.
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Chegou um dia antes em Recife para receber a delegação, passando o apoio e a retaguarda que o time precisava. Contornou problemas, administrou, pessoalmente, as possíveis tentativas de distúrbios proximas à concentração, criando um ambiente tranqüilo para a equipe. Como dirigente, fez contatos políticos, mostrou a força, a grandeza e a tradição da equipe que preside. E com esta atitude contagiou todo o elenco. Como é bom ter um presidente do futebol e não da bocha no Palmeiras.
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O Santo

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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Yes We Can. É Hoje !!!

Chegou o dia da onça beber àgua. A expressão é antiga. Significa o que os ingleses definem como o "momento da verdade". A noite da Batalha dos Guararapes chegou.
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Ao Palmeiras só resta a vitória, para seguir respirando na Libertadores. Então, engrossando o coro da Torcida que Canta e Vibra, estou aqui gritando o slogan utilizado por Bob The Builder e que norteou a campanha de Barak Obama à Presidência Americana: YES WE CAN !!!
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A idéia partiu do torcedor Guile Canhisares Amadeu que, também, criou as ilustrações. Parabéns, companheiro. Quem sabe, depois do jogo, a fonte da Casa Branca jorre verde outra vez?
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terça-feira, 7 de abril de 2009

Difícil ...

Neste começo de semana está duro arrumar assunto para postar. Prometo que me esforçarei mais a partir de amanhã. Sabe como é, muitos posts no final de semana ... Esgotei a pauta. Mas, vamos tentando.
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Quando o Vinicius veio para cá, de tanto futucar nos canais de esporte, descobriu que o Setanta Sports 2, passa jogos da Libertadores, ao vivo, nas madrugadas das quintas.
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Legal. Fiquei esperando pacientemente, por um jogo do Palmeiras. A semana chegou e eu fui olhar na programação e, para minha "alegria", vai passar Estudientes X Cruzeiro. Na próxima semana, será o jogo das mocinhas. Que Merda !
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domingo, 5 de abril de 2009

Lider !!!

Não adianta chorar, meninas. O Palmeiras venceu o Jd. Leonor Cover e terminou a primeira fase do Paulista com confortáveis quatro pontos de vantagem e, de lambuja, assegurou ainda, a vantagem de jogar por dois empates, se chegar até as finais.
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O jogo em si, foi bem ruim. O primeiro tempo, uma lástima. O Verdão não se achava em campo e os contra-ataques do time da terra do Pinguim eram perigosos.
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A coisa estava tão sem graça que Luxa, antes do final da primeira etapa, sacou o estabanado Jumar e colocou Evandro. Mas, pouca coisa mudou. Hoje não vou chamar o rapaz de morto, finado e etc. Mais para frente entenderão o por quê.
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No apagar das luzes, o lateral esquerda do Botafogo cruzou na cobrança de uma falta da intermediária. O sujeito bateu tão mal, mas tão mal, que acabou colocando dentro do gol.
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Bruno, que estava em uma tarde pouco inspirada e borboletando, tentou voltar, mas já era tarde. Lembrei de uma antiga propaganda: "- Cadê o Goleiro ?" "- Foi tomar uma Jamel!".
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O camisa 45 do Palmeiras tem que processar o cara que vendeu o curso de adivinhação para ele. Não está dando certo. Tudo bem que a defesa é ruim, mas sair para cortar cruzamento, antes da bola partir, é idiotice.
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Na volta do intervalo, Ortigoza estava no lugar de Lenny, o 2008. Como a bola, em todo o primeiro tempo, não tinha chegado ao ataque com qualidade. Eu, honestamente, não conseguia ver grandes vantagens na alteração.
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Eu não vi, mas Luxemburgo viu e bem. Além de tirar Lenny, acho que ele usou o desfibrilador em Evandro. Aqui vou discordar completamente do meu amigo Vicente do 3VV. O cara voltou vivo, com mobilidade, buscando espaços no campo. Um legítimo milagre.
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DS, então parecia outro jogador. Compunha o ataque como um terceiro ponta de lança, deu opções pelas laterais para o jogo de Cleiton Xavier aparecer e ainda armou. Foi outro jogador.
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A movimentação do tripé de meio campo verde (Diego, Cleiton e Evandro) desorientou a marcação do time com o uniforme mais feio do mundo. Ortigol e as chances de gol começaram a aparecer naturalmente
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Existe camisa mais feia que isso?
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Assim, o empate veio rápido. CX10 lançou em profundidade e Ortigoza, percebendo que estava difícil chegar na bola, se atirou, de carrinho, encobrindo o bom goleiro adversário. Igualdade decretada, a virada mais que provável, aconteceu.
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Dois minutos depois, em um de seus melhores lampejos com a camisa do Alviverde Imponente, Diego Souza, derivando da lateral esquerda, entrou diblando na área, tabelou com a canela do zagueiro adversário e chutou no contra pé do goleiro.
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A partir daí, uma sucessão de gols perdidos por Keirrison, Ortigoza e Jeferson. Como a bola insistia em não mais entrar, o Time do Palestra Italia começou a tocar, administrar e esperar o apito final do jogo.

O K9 ainda está pouco produtivo e sonegando jogo. Não se movimenta, reclama demais e perde gols por preciosismo. Sem problemas, desde que ele esteja guardando o caminhão de gols para a Batalha dos Guararapes, quarta-feira.
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Apesar de toda as manifestações midiáticas dizendo que o time da moda está em ascensão, merecendo a primeira colocação, e o Palmeiras em franco declínio, não deu para elas. Não conseguiram nem cumprir a obrigação de ganhar seu último jogo.
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Desse jeito nem toda a torcida da imprensinha resolve. Mas o técnico sem dentes já começou a choradeira que norteará a semana das semi-finais. Tudo normal e tipicamente Leonor.
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Sobre a Enquete ...

Passados dois dias do lançamento da enquete, e de aproximadamente trinta visitas ao blog, constatei que o interesse da audiência em participar do processo foi baixíssimo, para não dizer ridículo: apenas UM mísero voto.
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Assim, fazendo valer minha prerrogativa de autor, mandando as favas o processo democrático de gestão, e usando a velha conhecida mão de ferro, retirei a rádio expatriated do ar.
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Eu adorava as músicas. Nada mais normal, se considerarmos que a programação foi feita por mim, mas, algumas vezes, o som me incomodava na hora de revisar os textos.
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Fora isso, eu tenho, se não todas, a maioria delas gravadas e posso ouví-las quando bem entender.
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Ah, já ia esquecendo, dada a baixa qualidade do noticiário gerado pelo Google, optei por eliminar o expatrieated news também.
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E o Timo Glock, heim?

Pois é, o piloto daquele carro que "perdeu a aderência", dando o título do mundial de pilotos de 2008 para Lewis Hamilton, hoje estava cheio de tração.
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A equipe Toyota deve ter gasto milhões, para resolver o problema, e fez um excelente trabalho. Glock foi o único piloto a fazer apenas uma troca de pneus, chegando, sem grandes problemas, apesar dos pneus desgastados. Suspeito, muito suspeito.
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Nada como um dia após o outro. Isso só atesta o meu comportamento persecutório, cheio de teorias de conspiração e blá-blá-blá. Como Disse Timo, o honesto, após o incidente de Interlagos, quem pensou que ele facilitou o título de Lewis é BURRO !!!
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A Doutrina da Salvação

Depois de um dia inteiro de bebedeira em toda a sua extensão, a Portobello Road passou, no começo da madrugada, por seu momento de soteria.
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Como fiz um soninho no começo da noite, e não tinha vontade de assistir televisão, fui dar uma volta pela rua. Noite gostosa para caminhar, uns 15ºC, céu estrelado e poucos bebuns.
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Subi a Portobello e, no meu caminho, encontrei quinze pints abandonados. Quem acompanha o blog sabe da campanha que faço pela preservação dos pints. Recolhi os pobres e lhes darei guarida até que outra alma caridosa se ofereça para adotá-los.
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Isso porque eu andei três quadras. Se me propusesse a caminhar, sei lá, uma hora e andasse por perto dos pubs que conheço por aqui, tenho até medo de pensar com quantos copos cruzaria no caminho.
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Desde o início da campanha eu tinha recolhido outros quinze pints, ou seja, em uma noite de sábado, consegui a mesma produtividade de meses.
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Os manguaceiros não aprendem. Ignoram os fatos de que criam sujeira e causam riscos a integridade física de outros. Continuam "enchendo o caneco" e largando seus copos pelos cantos. Mas, enquanto eu estiver em Londres, continuarei em minha sagrada missão de amparar os pints desprotegidos.
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