Fora da orla, existem boas opções para comer, e um grande Shopping Centre. Definitivamente, para um passeio "bate e volta", Brighton é uma boa opção.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Brighton
Fora da orla, existem boas opções para comer, e um grande Shopping Centre. Definitivamente, para um passeio "bate e volta", Brighton é uma boa opção.
domingo, 20 de setembro de 2009
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Primeiras Imagens de Lôlô em Londres !!!


segunda-feira, 27 de julho de 2009
E Antes da Festa Em Prudente ...




quinta-feira, 23 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
A Família Inghan


domingo, 19 de julho de 2009
Tourist Guide


quarta-feira, 1 de julho de 2009
Manhã No Aquário



sexta-feira, 17 de abril de 2009
Shopping Centre
Quem me conhece sabe que não sou nenhum entusiasta dos centros comerciais. No Brasil, eu ia por ser a opção mais cômoda para fazer compras. Meu método sempre foi entrar, comprar e sair. Deve ser algum tipo de fobia de quem já trabalhou em shopping. Aquela coisa de não ver a luz nem saber se é dia ou noite, ou não ter a menor idéia de como está o clima.
Ao contrário de mim, tenho alguns amigos adoram. Não foram poucas as vezes em que nos encontramos em shoppings para ir ao cinema, ou para comer. Na verdade, devo confessar que situações deste tipo são até suportáveis e dá para sobreviver sem grandes traumas.
Ontem, o dia estava horrível, muita chuva e pouco tempo para programar algum passeio com os nossos convidados. O Julien e a Méli partiriam às 17h00 para Paris. Então, só sobraram duas opções: o shopping Westfield, ou o museu de cera Mme. Tussauds. O Juju escolheu a primeira. Pegamos um taxi e para lá fomos.

Shopping é aquele negócio, quem conhece um, conhece todos. O Westfield é recém inaugurado, e ainda tem cheirinho de novo. Tirando isso, e, talvez, o Village - que é uma área realmente premium - é absolutamente igual a qualquer outro centro comercial. Seja na América do Sul ou na Europa.
Na verdade, para fazer um mínimo de justiça ao milionário investimento londrino, duas coisas me chamaram à atenção e das quais gostei muito.
A primeira é a utilização de luz natural em todo o local. Construção moderna, baseada nos novos preceitos de utilização dos recursos naturais disponíveis. Para isso, o projeto abriu mão de alguns tantos metros quadrados de lojas, e criou um enorme vão envidraçado que garante a entrada da luz natural em todo o ambiente.


É uma maneira menos opressiva de ficar dentro de um lugar fechado e cheio de gente e, ao mesmo tempo, causa uma sensação de algo natural. Deve-se considerar que o dia ontem estava muito cinzento e chovia aos baldes. Mesmo assim a luminosidade era agradável.


Passeamos um bocado até que as moças resolveram parar para comprar um presente para o Lucas, irmão da Méli e primo da Anne. Era um par de tênis. As bonecas mudavam de opinião a cada respirada e não conseguiam definir qual seria. Como duas horas não foram suficientes para que elas chegassem a um consenso, resolvemos ir comer.
Fomos almoçar em um dos vários restaurantes do local. Escolhemos o mais vazio. Uma pizzaria. Almoçamos bem. Não vou entrar na discussão filosófica sobre qual pizza é melhor, a paulistana, a italiana ou a européia. Todas são boas. É igual a Coca-Cola ou o Marlboro. Qual eu prefiro? O que está na mão.

Depois do almoço, e com o tempo contado, voltamos ao presente do Lucas. Mais alguns minutos de dúvida e, voilá! Escolheram. Me deixaram lá pagando e correram para a loja UGG, onde a Méli queria comprar botas. Esperei, paguei e fui ao encontro da turma.
O Julian estava me esperando na porta, coitado. Tinha cara de traço, e logo percebi que a coisa seria longa. Entrei na loja, vi uma confortável poltrona, sentei e dormi. Com o caso resolvido, voamos para casa. Eles estavam com os minutos contados para chegar em St. Pancras e pegar o trem para Paris.
Devo confessar que não passei batido, nem saí impune do meu passeio no shopping... Enquanto esperava para pagar o tênis do Lucas na loja da Vans, vi uma camiseta e achei muito bacana. Comprei, of course!
Caso alguém não saiba, eu não sou Vans, mas também sou “ original since 1966.”.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Nos Olhos Dos Outros É Refresco !!!!

Ontem foi o jantar de despedida do primos. O Julien queria comida indiana e fomos a um restaurante, aqui em Notting Hill. A casa, na Westbourne Grove, é bonita, o espaço é luminoso e o ambiente e o serviço são bastante agradáveis.
A comida, bom... digamos que é para profissionais. Turistas, incautos e amadores suam!!! É para quem quer entender profundamente o significado da palavra “pimenta”. A refeição proporciona, junto com o ardor, uma certa calientura, por dentro e por fora. É impressionante!

A única saída é se encher de líquido. Eu que pretendia tomar só um whisky para assistir ao jogo do Palmeiras, tomei logo três... Mas não fui o único! Uma senhora que estava comendo e bebendo sozinha, saiu de lá “cercando o frango”, bebinha, bebinha.
Enfim, o restaurante é o Urban Turban. Poderia se chamar Ardido F*d*d* !!!
Cotação expatriated.: 10 Pimentas.
terça-feira, 14 de abril de 2009
La Clique. O Show !!!
Contudo, conversa vai, conversa vem, percebemos que eles não estavam muito animados para assistir algo do gênero. Então, a Anne começou a googlar daqui e dali, até que encontrou o tal espetáculo, uma mistura de circo, comédia e música apresentados de uma forma única.
Pesquisando um pouco mais e descobrimos que o show é uma novidade, recém chegada, pelas bandas de cá. Até poucos meses, a trupe estava na estrada, fazendo apresentações em feiras, batizados e quetais. Compramos e aguardamos. Ontem foi a grande noite!

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Procurando o link da casa para colocar neste post, li na Wikipedia que o The London Hippodrome está firme e forte desde 1900. Foi teatro, cabaret, nigthclub e ... bom, que saber mais, clique aqui. Quando cheguei, não pude deixar de me remeter aos bons e velhos 80’s. Estava no lugar certo, na hora errada ou, mais precisamente, vinte e cinco anos atrasado !!!
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Entramos, sentamos, e logo depois fui comprar uma água, ou melhor, a garrafinha d’água mais cara do universo, £ 3. Nem no Saara deve custar tanto!!! Descobri como os proprietários mantém o negócio em pé. Vendendo água.Mas, vamos ao espetáculo. A abertura é feita por Le Gateau Chocolat. Como diz o prospecto: uma Opera Singing Diva. Na verdade, o cara tem um vozerão de tenor. Nem sei por que usa microfone.
O primeiro espetáculo circense é o dos “English Gents”, Denis Lock and Hamish McCann. Só para constar, os artistas são australianos. Os caras arrebentam. No pequeno palco só não fazem chover. Uma aula de equilíbrio e força.
Perfeito na arte da piada é Carl-Einar Häckner, um mágico com jeitão de doido, que ao tentar executar os truques acaba entregando como são feitos. Ele faz três aparições, todas impagáveis.
Muito boa, também, é Ursula Martinez, a cabaret performer. Seu primeiro número é um truque de mágica. Ela faz desaparecer um lencinho vermelho. Conforme o lenço reaparece, ela dificulta seu número tirando uma peça de roupa até o grand finale, quando completamente nua, retira o lencinho, de um lugar onde, normalmente não bate sol, se é que vocês me entendem..
Dançando como bêbada e com o cigarro na mão, Ursula literalmente pôe fogo na platéia quando incendeia a parte de cima de seu biquini e depois, como a boneca quase não é exibicionista, taca fogo na parte de baixo, também.
Quase me esqueci de escrever sobre a malabarista dos bambolês. É legal e tal, e Marawa Ibrahim, em determinado momento chega a rodar uns dez em volta do corpo, mas não empolga. Tanto que estava quase passando batido por aqui.

Vislumbrando Dias Melhores
Saímos de Notting Hill Gate, em direção de Bond Street Station, para fazer baldeação para a linha Jubilee e descer em Westminster. Para variar, a linha cinza estava fechada. Isso é um saco. Os motivos do fechamento são os mais variados: algumas vezes por conta das ampliações, outras por atrasos imensos e outras, ainda, porque algum gaiato resolveu pular nos trilhos, o fato é que a Jubilee está sempre com problemas. Ontem não foi diferente.
Voltamos para a Central Line e descemos na estação seguinte, Oxford Circus. Alí, pegamos a linha marrom até Embankment e fomos para a London Eye. Os primos e a Anne escolheram ver Londres da roda gigante. Valentina e eu, bem mais modestos, fomos brincar em um carrosel.

Os artistas de rua merecem um parágrafo. É possível encontrar alguns realmente talentosos, especialmente músicos e dançarinos. Outros, sem tanto talento, compensam a falha com muita criatividade. E os que não são nem uma coisa nem outra, mesmo assim, ficam por ali. Acho que é a necessidade de ser visto, ou algo do gênero.
Nos encontramos e fomos caminhando na direção da London Bridge. A região é, ainda, o paraíso dos skatistas, cheia de rampas e quetais. Paramos para comer em uma praça, bem coisa de turista, e continuamos nossa jornada.


Como a turma não muito dada a usar os pés, preferiram trocar a caminhada até a London Tower por uma olhadela na Catedral de St. Paul, e continuar a “aventura” num onibus até Notting Hill.
O trajeto demora quase uma hora. Mesmo assim, ainda deu para ir tomar umazinha no Eletric Café. Às 18h30, Ana Zélia chegou para ficar com a Valentina e nós fomos para um inusitado show: La Clique. Maiores detalhes sobre o assunto em um próximo post.
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