Mostrando postagens com marcador Passeio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Passeio. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Brighton

Depois de um sábado de chuva, do começo ao fim, o domingão amanheceu ensolarado. Não lembro a última vez em que isso aconteceu! Enfim, o tempo bom abriu a possibilidade de um passeio até o simpático balneário.



A viagem em um confortável trem da Southern Railway, partindo da London Victoria Station, dura aproximadamente uma hora e meia. Não pela distância, apenas 80 km, mas pelo interminável pinga-pinga. Doze paradas entre as duas cidades!



Já em Brighton, uma curta caminhada de, aproximadamente cinco minutos, separa a estação, do turístico calçadão à beira-mar. A praia é bela e muito parecida com as do outro lado do Canal. Pedras e mais pedras.

À Beira mar, o turista pode visitar um pequeno museu sobre a pesca na região, sentar em um dos restaurantes especializados em fish & chips ou beber algo apreciando a vista marítima. Alguns velhos piers fazem parte da paisagem, entre eles o imponente Brighton Pier, um complexo repleto de lojinhas, restaurantes, bares e um parque de diversões.



Fora da orla, existem boas opções para comer, e um grande Shopping Centre. Definitivamente, para um passeio "bate e volta", Brighton é uma boa opção.

domingo, 20 de setembro de 2009

Pedala Robinho!

Hoje é dia de SkyRide !!!


quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Primeiras Imagens de Lôlô em Londres !!!

A correria para tentar, minimamente, atender as expectativas de Lôlô em solo bretão estão prejudicando a regularidade do blog. Contudo para não frustar os leitores, posto as duas primeiras fotos do meu cunhado.

Antes, entretanto, é necessário fazer a segunte observação: Por questões de segurança, Lôlô não autoriza a divulgação de sua imagem em espaços de acesso público. Para não violar sua vontade pessoal, achei por bem, cobrí-lo com uma ilustração do Big Ben.

Lôlô sendo recebido no desembarque

Lôlô e Palmeirinha em Convent Garden

segunda-feira, 27 de julho de 2009

E Antes da Festa Em Prudente ...

Palmeirenses em Wembley Stadium

Esperando o transporte

Eu e o Vinicius na frente do estádio

Pavilhão Alviverde em Wembley

Palmeirense nunca está só. Vinicius encontrou outro torcedor Alviverde

quinta-feira, 23 de julho de 2009

A Visão de Uma Turista

As fotos são colaboração de nossa amiga Lila:

Behind The Scene

segunda-feira, 20 de julho de 2009

A Família Inghan

Nick, Lila, Toffy e Sofia, bons amigos, vieram do Brasil, via Portugal para passar os últimos dias em nossa casa. Acredito que, apesar de curta, tiveram uma boa passagem por Londres.

Nick tentando passar para os filhos o orgulho de fazer parte dos súditos da Coroa Britânica, da milenar história desse povo e dessa cidade.

Lila é aquela que acha tudo bom, tudo ótimo. Para ela é natural ver o copo sempre meio cheio. Tem o dom de tornar a vida melhor, tanto para ela quanto para os que estão em volta.

E as crianças, tão diferentes da última vez que os vimos, são adoráveis. Toffy é bem humorado e divertido e Sofia é carinhosa, falastrona e brincalhona. Foram fantásticos com a Valentina. Brincaram, viram e ouviram a mocinha pacientemente.

Agradáveis lembranças ficarão desses cinco dias que terminam amanhã. É muito bom receber amigos em casa! Não coloquei fotos deles aqui no post, pois ainda não pedi autorização e no momento eles estão no Soho assistindo Oliver the Musical.

domingo, 19 de julho de 2009

Tourist Guide

Oxford Street, Marble Arch, Buckingham Palace & Charging of the Guard, Trafalgar Square & Nelson's Column, St. Paul's Cathedral, The Monument, The Guerkin, Big Ben & House of Parliament, Westminster Abbey, London Aquarium, London Bridge, Tower Bridge, The Tower of London & Crown Jewels, Victoria Station e Park Lane.

A pequena lista acima ocupou uma boa parte do meu final de semana. Alguns dos pontos turísticos foram visitados, vezes com sol e vezes com chuva, por conta própria e outros utilizando os sightseeing bus da The Original Tour.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Manhã No Aquário

Como a Valentina está em férias, resolvemos ir logo cedo para o London Aquarium, ou melhor, o nome mudou para London Sea-Life Aquarium. Da primeira vez que fomos lá, junto com o Vinicius, metade da atração estava em reforma. Hoje não, tudo foi aberto.

É um programa barato; £ 16 para adultos e £ 11.75 para crianças até quinze anos e não demora mais que duas horas. Fora isso, não é o tipo de atração que a pessoa vai uma vez e não tem mais vontade de voltar. Ver os peixinhos, para mim, nunca é um sacrifício.

Tainhas. Isso no forno com farofa ...

O programa começou às dez e terminou meio-dia. Isso nos proporcionou uma outra coisa bacana. Enquanto atravessávamos a Westminister Bridge, o Big Ben deu suas famosas doze badaladas.

Tá certo, já estava passando das 12h00.
Mas tirei a foto antes de terminarem as badaladas !

O fato é que minha filha adorou o passeio e voltou exaurida, tanto que dormiu no metrô voltando de Westminster para Notting Hill Gate. Na saída, comprei uns peixes de borracha e ela não pára de brincar. Foi um passeio estimulante e está rendendo até agora.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Shopping Centre

Quem me conhece sabe que não sou nenhum entusiasta dos centros comerciais. No Brasil, eu ia por ser a opção mais cômoda para fazer compras. Meu método sempre foi entrar, comprar e sair. Deve ser algum tipo de fobia de quem já trabalhou em shopping. Aquela coisa de não ver a luz nem saber se é dia ou noite, ou não ter a menor idéia de como está o clima.

Ao contrário de mim, tenho alguns amigos adoram. Não foram poucas as vezes em que nos encontramos em shoppings para ir ao cinema, ou para comer. Na verdade, devo confessar que situações deste tipo são até suportáveis e dá para sobreviver sem grandes traumas.

Ontem, o dia estava horrível, muita chuva e pouco tempo para programar algum passeio com os nossos convidados. O Julien e a Méli partiriam às 17h00 para Paris. Então, só sobraram duas opções: o shopping Westfield, ou o museu de cera Mme. Tussauds. O Juju escolheu a primeira. Pegamos um taxi e para lá fomos.

Shopping é aquele negócio, quem conhece um, conhece todos. O Westfield é recém inaugurado, e ainda tem cheirinho de novo. Tirando isso, e, talvez, o Village - que é uma área realmente premium - é absolutamente igual a qualquer outro centro comercial. Seja na América do Sul ou na Europa.

Na verdade, para fazer um mínimo de justiça ao milionário investimento londrino, duas coisas me chamaram à atenção e das quais gostei muito.

A primeira é a utilização de luz natural em todo o local. Construção moderna, baseada nos novos preceitos de utilização dos recursos naturais disponíveis. Para isso, o projeto abriu mão de alguns tantos metros quadrados de lojas, e criou um enorme vão envidraçado que garante a entrada da luz natural em todo o ambiente.










É uma maneira menos opressiva de ficar dentro de um lugar fechado e cheio de gente e, ao mesmo tempo, causa uma sensação de algo natural. Deve-se considerar que o dia ontem estava muito cinzento e chovia aos baldes. Mesmo assim a luminosidade era agradável.

A segunda coisa, são os espaços que parecem verdadeiras salas de estar e ficam nos corredores . Cada andar conta também com lounges, que substituíram os incômodos bancos dos outros shoppings. Para quem vai acompanhar a mulher, não inventaram nada melhor. Dá até pra passar por um soninho.

Passeamos um bocado até que as moças resolveram parar para comprar um presente para o Lucas, irmão da Méli e primo da Anne. Era um par de tênis. As bonecas mudavam de opinião a cada respirada e não conseguiam definir qual seria. Como duas horas não foram suficientes para que elas chegassem a um consenso, resolvemos ir comer.

Fomos almoçar em um dos vários restaurantes do local. Escolhemos o mais vazio. Uma pizzaria. Almoçamos bem. Não vou entrar na discussão filosófica sobre qual pizza é melhor, a paulistana, a italiana ou a européia. Todas são boas. É igual a Coca-Cola ou o Marlboro. Qual eu prefiro? O que está na mão.

Depois do almoço, e com o tempo contado, voltamos ao presente do Lucas. Mais alguns minutos de dúvida e, voilá! Escolheram. Me deixaram lá pagando e correram para a loja UGG, onde a Méli queria comprar botas. Esperei, paguei e fui ao encontro da turma.

O Julian estava me esperando na porta, coitado. Tinha cara de traço, e logo percebi que a coisa seria longa. Entrei na loja, vi uma confortável poltrona, sentei e dormi. Com o caso resolvido, voamos para casa. Eles estavam com os minutos contados para chegar em St. Pancras e pegar o trem para Paris.

Devo confessar que não passei batido, nem saí impune do meu passeio no shopping... Enquanto esperava para pagar o tênis do Lucas na loja da Vans, vi uma camiseta e achei muito bacana. Comprei, of course!

Caso alguém não saiba, eu não sou Vans, mas também sou “ original since 1966.”.

.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Nos Olhos Dos Outros É Refresco !!!!

Ontem foi o jantar de despedida do primos. O Julien queria comida indiana e fomos a um restaurante, aqui em Notting Hill. A casa, na Westbourne Grove, é bonita, o espaço é luminoso e o ambiente e o serviço são bastante agradáveis.

A comida, bom... digamos que é para profissionais. Turistas, incautos e amadores suam!!! É para quem quer entender profundamente o significado da palavra “pimenta”. A refeição proporciona, junto com o ardor, uma certa calientura, por dentro e por fora. É impressionante!



A única saída é se encher de líquido. Eu que pretendia tomar só um whisky para assistir ao jogo do Palmeiras, tomei logo três... Mas não fui o único! Uma senhora que estava comendo e bebendo sozinha, saiu de lá “cercando o frango”, bebinha, bebinha.

Enfim, o restaurante é o Urban Turban. Poderia se chamar Ardido F*d*d* !!!

Cotação expatriated.: 10 Pimentas.

terça-feira, 14 de abril de 2009

La Clique. O Show !!!

Como diria o outro, vamos começar pelo começo. Logo que soubemos que o casal Pugliese-Peteil viria nos visitar, há um mês, começamos a procurar um musical para levá-los.
.
Contudo, conversa vai, conversa vem, percebemos que eles não estavam muito animados para assistir algo do gênero. Então, a Anne começou a googlar daqui e dali, até que encontrou o tal espetáculo, uma mistura de circo, comédia e música apresentados de uma forma única.
.
Pesquisando um pouco mais e descobrimos que o show é uma novidade, recém chegada, pelas bandas de cá. Até poucos meses, a trupe estava na estrada, fazendo apresentações em feiras, batizados e quetais. Compramos e aguardamos. Ontem foi a grande noite!
.
Saímos de casa por volta das 19h00. Pegamos a Central Line em Notting Hill Gate, até Tottenham Court Rd. e de lá fomos para Leicester Sq. Pela linha preta. Na saída da estação não tivemos nem o trabalho de procurar o teatro. Como dizem por aqui, a casa de espetáculos é “next door”.
.
Aqui vai um adendo. Quando vi onde está sendo apresentado o show, lembrei dos meus amigos Kelinha e Celão, desbravadores dessas bandas, nos idos 80’s. Eles falavam de uma boate chamada Hippodrome, que era a mais trend, o tum-tum-tum da época, com direito a leão de chácara barrando pessoas na porta. Pois, o La Clique é encenado lá.
.
Procurando o link da casa para colocar neste post, li na Wikipedia que o The London Hippodrome está firme e forte desde 1900. Foi teatro, cabaret, nigthclub e ... bom, que saber mais, clique aqui. Quando cheguei, não pude deixar de me remeter aos bons e velhos 80’s. Estava no lugar certo, na hora errada ou, mais precisamente, vinte e cinco anos atrasado !!!
.
A entrada é pequena e a troca dos ingressos (só dá para assistir, comprando on line, com três semanas de antecedência) é rápida.
.
Fomos recebidos pelo MC do espetáculo, que nos colocou pulseiras vermelhas, para identificar onde ficavam nossos lugares no teatro. Só para constar, estávamos na segunda fila.
.
O teatro não tem cara de teatro. Parece mesmo uma casa noturna, ou balada, como queiram. Os camarotes do arrasta-pé servem como upper circle e, na parte de baixo, os stalls, eram formados por cadeiras dobráveis arranjadas em círculo, formando uma pequena arena, No centro, um mínúsculo palco.
. Entramos, sentamos, e logo depois fui comprar uma água, ou melhor, a garrafinha d’água mais cara do universo, £ 3. Nem no Saara deve custar tanto!!! Descobri como os proprietários mantém o negócio em pé. Vendendo água.
.
Mas, vamos ao espetáculo. A abertura é feita por Le Gateau Chocolat. Como diz o prospecto: uma Opera Singing Diva. Na verdade, o cara tem um vozerão de tenor. Nem sei por que usa microfone.
.
Mas, canta muito e se veste em colants de lycra e muita maquiagem, muito bom. Depois do interlúdio, Gateau volta, intimista e faz mais uma participação, antes do final.
,
O primeiro espetáculo circense é o dos “English Gents”, Denis Lock and Hamish McCann. Só para constar, os artistas são australianos. Os caras arrebentam. No pequeno palco só não fazem chover. Uma aula de equilíbrio e força.
.
Depois vem Clarke McFarlene, “Mario the Queen of the Circus", caracterizado de Freddie Mercury. O rapaz faz duas participações. Malabarismo com bolas e equlibrismo em um monociclo. Isso ele faz muito bem. Peca na hora das piadas. Demorado e nada engraçado.
. Perfeito na arte da piada é Carl-Einar Häckner, um mágico com jeitão de doido, que ao tentar executar os truques acaba entregando como são feitos. Ele faz três aparições, todas impagáveis.
. Muito boa, também, é Ursula Martinez, a cabaret performer. Seu primeiro número é um truque de mágica. Ela faz desaparecer um lencinho vermelho. Conforme o lenço reaparece, ela dificulta seu número tirando uma peça de roupa até o grand finale, quando completamente nua, retira o lencinho, de um lugar onde, normalmente não bate sol, se é que vocês me entendem.
.
Na segunda participação, faz um número muito engraçado de guitarra espanhola e piadas. Em sua última entrada, aparece bebendo cerveja e comendo pizza. Depois pede para a platéia um cigarro, com o qual, tive o prazer de presenteá-la.
.
Dançando como bêbada e com o cigarro na mão, Ursula literalmente pôe fogo na platéia quando incendeia a parte de cima de seu biquini e depois, como a boneca quase não é exibicionista, taca fogo na parte de baixo, também.
.
O derradeiro número é Bret Pfister, o malabarista novaiorquino. A flexibilidade do rapaz é impressionante. Além de acrobacia, Bret dança, ou melhor, flerta com o seu instrumento de trabalho, o arco.
.

Quase me esqueci de escrever sobre a malabarista dos bambolês. É legal e tal, e Marawa Ibrahim, em determinado momento chega a rodar uns dez em volta do corpo, mas não empolga. Tanto que estava quase passando batido por aqui.

.
A noite, para mim, foi um verdadeiro revival: estava em um templo dos 80's, assistindo um espetáculo com pinta de 80's. Lembrei do Espaço Off, em São Paulo, tempos de Luni e de Patricio Bisso. Todos eram inovadores e modernos. Os dois shows, separados por quase três décadas, nem tem muita relação, mas o La Clique carrega o mesmo frescor e a mesma proposta alternativa.





.
.

Vislumbrando Dias Melhores

Segunda Feira - Com a Valentina melhor da virose, fomos passear em Southbank, que fica do outro lado do Tâmisa, na região da London Eye. É o paraíso dos turistas e dos artistas de rua. Para mim, o programa não era novidade, porque eu já tinha visitado aquelas bandas em um final de semana com o Vinicius.

Saímos de Notting Hill Gate, em direção de Bond Street Station, para fazer baldeação para a linha Jubilee e descer em Westminster. Para variar, a linha cinza estava fechada. Isso é um saco. Os motivos do fechamento são os mais variados: algumas vezes por conta das ampliações, outras por atrasos imensos e outras, ainda, porque algum gaiato resolveu pular nos trilhos, o fato é que a Jubilee está sempre com problemas. Ontem não foi diferente.

Voltamos para a Central Line e descemos na estação seguinte, Oxford Circus. Alí, pegamos a linha marrom até Embankment e fomos para a London Eye. Os primos e a Anne escolheram ver Londres da roda gigante. Valentina e eu, bem mais modestos, fomos brincar em um carrosel.












Os artistas de rua merecem um parágrafo. É possível encontrar alguns realmente talentosos, especialmente músicos e dançarinos. Outros, sem tanto talento, compensam a falha com muita criatividade. E os que não são nem uma coisa nem outra, mesmo assim, ficam por ali. Acho que é a necessidade de ser visto, ou algo do gênero.

Nos encontramos e fomos caminhando na direção da London Bridge. A região é, ainda, o paraíso dos skatistas, cheia de rampas e quetais. Paramos para comer em uma praça, bem coisa de turista, e continuamos nossa jornada.


Como a turma não muito dada a usar os pés, preferiram trocar a caminhada até a London Tower por uma olhadela na Catedral de St. Paul, e continuar a “aventura” num onibus até Notting Hill.

O trajeto demora quase uma hora. Mesmo assim, ainda deu para ir tomar umazinha no Eletric Café. Às 18h30, Ana Zélia chegou para ficar com a Valentina e nós fomos para um inusitado show: La Clique. Maiores detalhes sobre o assunto em um próximo post.

.