domingo, 5 de abril de 2009

Onde Está o Palmeirinha ?

Semana devagar, Palmeirinha passeou pouco. A foto de hoje é um tanto óbvia, mesmo assim tentem adivinhar.
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Resposta: nodnoL dnuorgrednU
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sábado, 4 de abril de 2009

F1. Só cornetadas

A trombeta está afinada. Vou repercutir o treino da F1, em Sepang:
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Quando o cara não é o mais bonito nem o mais forte, tem que ser, pelo menos, inteligente. A equipe de F1 de Maranello, que este ano está fraquinha, fraquinha, montou uma estratégia para a primeira parte do treino em Sepang digna do Paulinho.
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Pé de Chinelo, o chorão, já começou a reclamar do carro. Para a BBC disse que o protótipo não está competitivo. Ele só esqueceu de avisar Button que, cravou a pole position.
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Um executivo de marketing inglês, deixou escapar, em uma conversa com pares, que Felipe Massa é um bom piloto, mas um péssimo produto de venda.
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Hoje eu entendi o comentário. Se com a imprensa brasileira o rapaz já é tímido, com os repórteres internacionais é uma lástima. Fala olhando para o chão, num inglês corretíssimo, porém carregado. O cara tem mais sotaque do que eu.
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A equipe Dick Vigarista, dirigida por Ron Dennis afastou um profissional com 25 anos de casa, que trabalhou com campeões como Prost, Senna e Mika, para livrar a cara do Hamilton. Feio, muito feio.
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Pior que o papelão da McLaren, só a imprensa inglesa corroborando e tirando qualquer culpa das costas de Hamilton pelos eventos. O duro é ver David Coulthard e Eddie Jordan emprestando sua credibilidade para isso. Ridículo.
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Um Lindo Dia

O sábado, que aqui em casa começou às 7h00, amanheceu com o céu carregado, dava a impressão de mais um dia típico londrino. Com o passar das horas, as nuvens dissiparam dando lugar a um lindo céu azul.
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Na hora do almoço, teríamos o aniversário de um amiguinho da Valentina. Lá pelas 11h30, saí para comprar o presente do menino. A temperatura estava na casa dos 20 graus, maravilha. Com um dia lindo assim, nem pensei em uma rota alternativa e me enfiei na muvuca do Portobello Market.
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Subi a Portobello toda e fui em uma lojinha de brinquedos muito legal, que fica próxima do Flea Market. Os brinquedos são todos vintage. Muita coisa de madeira, muito robô e boneca com cara de 70's. É divertida.
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Na hora de escolher o presente, deu branco, tentei lembrar do que o Vinicius gostava com quatro anos. Não veio nada. Escolhi um aeroporto, todo feito de madeira para o Ryan. Se ele não gostar, tenho certeza que o pai vai amar, pois parece brinquedo do nosso tempo.
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Como demorei muito na loja, resolvemos pegar um táxi até o buffet infantil (pois é, aqui também tem !!!). Grande roubada. Demoramos uns 45 minutos no trânsito e ficamos 30 pounds mais pobres.
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A Valentina, que tinha dormido no caminho, chegou na festa com o humor no pé. O buffet, como qualquer outro, era barulhento. Por estas bandas, festa de criança não tem refrigerante, só suco e água. Cerveja para os adultos, não falta, claro. Comemos umas coisas típicas, mas a vontade de tomar uma Coca-Cola gelada me matava.
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Por sorte, no mesmo edifício, havia um pub e eu fui comprar uma Coke. Sorte de um lado, azar do outro. Só vendiam Pepsi. Dada a necessidade de algo negro, gasoso e doce, fingi que não percebi e tomei logo duas.
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Minha filha passou grande parte da festa no mesmo mau humor e fez um escândalo quando chegou em casa. Na verdade, ela só foi melhorar quando começou a abrir as lembrancinhas que ganhou. Passado o destempero, a mocinha ficou um doce até a hora de dormir.
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A Stephie, nossa amiga, definiu bem o sábado. Ela disse que hoje era um dia para fazer qualquer coisa, menos ficar socado em um lugar fechado como aquele. Confesso que vendo a noite chegar, também tive a impressão de que perdemos o dia.
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Como escrevi acima, a cerveja é uma tradição na vida britânica. Logo, me veio a cabeça uma coisa impressionante. Quando estava na Portobello Rd., por volta de meio dia, encontrei alguns tipos completamente bêbados. Mais tarde, depois da festinha, não daria para contar o que passou de gente embriagada por nossa casa. Alguns cantando, outros correndo sem camisa, uns tantos gritando, enfim, chamando urubu de meu lôro.
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sexta-feira, 3 de abril de 2009

Salmão do Chef

Ultimamente, estamos cozinhando com maior freqüência. A comida pronta dos supermercados, há tempos, não nos traz novidades. Resumindo, enjoamos do cardápio e começamos a variar. O custo é ter que esquentar a barriga no fogão. Mas, como a tarefa têm sido compartilhada, não parece obrigação e acaba sendo divertido.
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O jantar de hoje foi pilotado por mim. Abri meu livro de receitas e não encontrei nenhuma de peixe que animasse. Parti para a adaptação. Fui olhando várias receitas e procurando algo que me parecesse interessante.
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Fiz um mix de duas receitas. Como escrevi, dias desses: "Muito se adapta" e ficou bom. A Anne acha que o tal molho cairia melhor em uma ave, eu confesso que gostei muito com o pescado.
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Ingredientes:
Azeite de oliva;
1 cebola pequena picada;
1 dente de alho;
4 postas de salmão;
1 colher (sopa) de mel;
Suco de 1 limão siciliano;
Raspas da casca do limão;
300 ml de caldo de legumes;
1/2 copo de àgua;
1 colher (sopa) de maizena.
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Preparo:
Aqueça, em uma panela, azeite suficiente para quatro postas de salmão. Refogue a cebola e o alho, por uns cinco minutos.
- Nota do chef: Como eu usei uma panela estilo Le Creuset, a fritura demorou esse tempo. Com outro tipo de panela, vai o feeling do cozinheiro.
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Tudo fritinho, coloque o salmão para dourar, dos dois lados, claro. Feito, adicione o caldo de legumes, o mel, o suco do limão e as ervas (que podem ser substituidas por coentro bem picadinho, tempero mais adequado para o peixe). Tampe e deixe cozinhar por 20 minutos.
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Nesse meio tempo, aqueça meio copo d'àgua e misture maizena, formando uma pasta.
- Nota do chef: Como eu não tinha maizena e mesmo se tivesse não usaria, pois não agrada meu paladar, usei um tipo de malte que achei por aqui, que engrossa o caldo legal, tem sabor suave e deixa o molho com um colorido mais bacana.
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Depois de 20 minutos do cozimento, retire as postas, mantendo-as aquecidas. Despeje a pasta de maizena (de malte ou do que achar que fica bom), e mexa delicadamente até obter um molho homogêneo. No meu caso, o salmão soltou alguns pedaços, então eu os amassei para formar o molho.
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Agora só falta jogar dentro as raspas de limão, dar umas mexidas para soltar um pouco do cítrico e despejar sobre o peixe.
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Como acompanhamento fiz batatinhas. Primeiro cozinhei. Não marquei o tempo, mas foi o suficiente para ficarem quase moles. Depois, com um fio de azeite em uma frigideira, coloquei as "tatas" para dourar, joguei sal e ervas. Mexi um monte e coloquei no refratário junto com o salmão.
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É isso aí !
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Telefone Cortado

Literalmente aconteceu. A Valentina, enquanto brinca no computador, adquiriu o hábito de morder o fio do Skypephone. Resultado: cortou o cabo e eu não consigo remendar. Já era.
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Hoje comprei um telefone novo no Amazon. Sem fio, claro, que deve chegar na segunda. Então, o final de semana será sem comunicação com os familiares e entes queridos.
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quinta-feira, 2 de abril de 2009

Piadas de Paulinho:

Sabe qual o último livro que o Paulinho abriu?
- Colorindo com a Xuxa.
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Sabe com qual mão o Paulinho escreve?
- Com nenhuma. Ele não sabe escrever.
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Sabe qual a diferença entre o Paulinho e um penico cheio?
- O penico.
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Por que o Paulinho ficou duas horas olhando fixamente para lata de suco de laranja?
- Porque estava escrito: "Concentrado".
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Fulano: - É verdade que você viu o Paulinho na faculdade de jornalismo?
Ciclano: - É sim. Eu o vi na última eleição.
Fulano: - Eleição? Então ele estava fazendo um súuuuuuuuuuuuuper matéria investigativa ou algo assim?
Ciclano: - Não, estava votando.
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Qual o melhor negócio do mundo?
- Comprar o Paulinho pelo que ele vale e depois vendê-lo pelo que ele pensa que vale.
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Visitando a IKEA

Hoje fui até a IKEA. Precisamos comprar uma mesa para sala e a referência é essa loja. A desgraça fica em um lugar de difícil acesso para quem não vai de carro. A estação de metro mais próxima fica à 1.600 metros.
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Pela manhã, enquanto pesquisava a melhor maneira de chegar na loja, a Anne sugeriu que eu pegasse o metrô até Hanger Lane e de lá um taxi. A minha pesquisa indicava que a melhor forma seria ir de Notting Hill Gate Station até Paddington e lá pegar a Baterloo até Stonebridge Park e depois andar os 1.600 metros.
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Fui na da Anne. Como diria Paulinho, o Mínimo: "Se dei mal" - Desci em Hanger Lane e saí para pegar um taxi. Para quem mora em São Paulo ter uma idéia, seria, mais ou menos, o mesmo que descer na Marginal, praticamente em cima do Cebolão !
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Ficamos, eu e um sem número de caminhões, passando para lá e para cá. Bom, pelo menos tinha calçadas, todas cercadas. Parecia uma fazenda de tanta cerca.
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Andei para um lado. Nada. Andei para o outro e encontrei uma rua que dava em outra avenida e por alí fui. Cheguei na outra avenida e esperei uns quinze minutos por um cab. Desisti. Peguei outra rua, que dava em outra avenida, esperei mais um pouco e nenhum taxi apareceu. Atravessei a avenida e andei na outra direção.
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Como estava precisando fazer um xixi, comecei a observar com algum cuidado as lojas, procurando um pub, ou algo, que tivesse um banheiro onde eu pudesse me esvaziar. Por sorte achei um ponto de mini cab. Falei com a mocinha e um motorista apareceu para me levar. Comecei a "se dar bem".
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Cheguei na IKEA e fiquei impressionado com as semelhanças entre a loja e a Etna do Brooklin, em São Paulo. Tudo igual, o tamanho, o caminho dentro, as peças em exposição e até o banheiro.
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Iniciei minha procura por uma mesa dobrável, que coubesse em nossa pequena sala. Não achei nada e resolvi voltar para casa. Outra odisséia se iniciava.
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Perguntei para a moça da recepção se havia algum ponto de taxi por ali, a resposta foi negativa. No estacionamento fiquei olhando de um lado para o outro, sem muita certeza de qual caminho tomar.
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De repente, como que por milagre, encostou um mini-ônibus logo à frente. Leio nele "IKEA/Stonebridge St.". Dupla sensação negativa. Se tivesse seguido meus instintos, além de não ter pagado um sapo em Hanger Lane, tinha chegado direto no transporte da própria loja.
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Fui perguntar para o motorista qual o horário do bumba para a estação. O cara não olhou na minha cara e ainda fechou a porta. Então começou a arrumar uns papéis e não sei mais o que. Imaginei que o tipo estava ocupado, fazendo algo relevante.
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Passados mais alguns minutos, bati no vidro. O animal não olhou, fingiu que não era com ele. Começei a achar demais e a ficar irritado. Dei a volta e bati na janela dele. O idiota continuou fingindo de morto. Definitivamente, fiquei irritado. Dei um murro na janela. Aí o estúpido olhou, assustado. Abaixou a cabeça e não olhou mais.
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Se eu esperasse o tal onibus, iria acabar batendo na figurinha. Se enchesse o filho da puta de pancada, poderia terminar numa corte ou coisa pior. Achei por bem procurar outra maneira de sair daquele buraco.
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No humor que eu estava, não seria fácil. Andei até um ponto de ônibus regulares. Mal cheguei e encostou um para Paddington, entrei nele. A viagem sem fim, levou uns 50 minutos. Na famosa estação, peguei o metrô e cheguei em casa, com tempo apenas para pegar o carrinho e ir buscar a Valentina.
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A melhor coisa de ir até a IKEA, é saber que podemos comprar de tudo pela internet, ou seja, experiências como esta são completamente dispensáveis.
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Desagravo

Amigos da Mídia Palestrina, venho apresentar meu desagravo a mais uma gratuita agressão sofrida por vocês, partindo de um minúsculo blogueiro que adora se passar por jornalista.

A ínfima criatura que, incapaz de escrever suas mal traçadas linhas, para agredir os bloguistas palmeirenses, valeu-se de uma foto da ação da Samsung, feita no último final de semana, para difamar e tentar denigrir a imagem alheia.

Como é sabido, o pobre tem uma conhecida dificuldade de relacionamento com língua-pátria, então, preferiu utilizar, sem autorização prévia, diga-se de passagem, a referida imagem para insinuar uma relação promíscua entre a empresa e os veículos. Fora isso, desinformado, ele é incapaz de diferenciar uma ação de marketing de um suborno.

O medíocre blogueiro - cria de um velho jornalista que, delirante, age como quem patenteou as palavras “verdade” e “honestidade”, segue à risca o manual de redação e estilo do professor. Bater sempre, usando, preferencialmente, fases curtas e de conteúdo confuso.

O Dr. Frankenstein do jornalismo, a exemplo do personagem de Mary Shelley, é uma pessoa egocêntrica, que se acha acima do Bem e do Mal e que, às vezes, resolve brincar de Deus. Dessa forma, criou um monstro para provar que está sempre com a razão e corroborar sua forma de informar: deturpando e desinformando.

Porém, ao contrário do monstro da clássica novela, que só atacou quando ameaçado, “Bloguinhostein” agride a tudo e a todos sempre.

Amigos, não odeiem a patética figura. Tenham pena. Coitadinho, sofre de SMP (“Síndrome do Membro Pequeno”). É mais ou menos assim: o indivíduo não se conforma, acha seu “pipi” pequeno e, por isso, vive de mal com a vida.

Se fosse só viver amargurado, tudo bem. O problema é que um outro sintoma da síndrome é tentar, a todo custo, difamar as pessoas que ele considera mais bem dotadas que ele. Assim, quando alguém comenta que fulano é bonito ou é inteligente, a primeira reação do doente é agredir: “Aquele ali? É a maior bichona que já vi !!” “Só sai com a mulherada por que toma Viagra !!” .

O cientista louco da imprensa e seu fiel escudeiro nunca se mostram capazes de apresentar uma única sugestão para a melhoria do futebol. São engenheiros de obra pronta. Nunca assinam a planta, mas, depois de finda a obra, olham e dizem: “ficou ruim”.

Ou melhor, a derradeira participação do criador na gestão esportiva foi, ainda que subliminarmente, a famigerada Lei Pelé. E isso faz um bom tempo. Já a criatura, o máximo que fez na vida foi levar uns documentos do SCCP até a FPF, quando ainda era motoboy.

De forma verticalmente oposta, a Mídia Palestrina pode se orgulhar de ser um movimento legítimo, nascido da luta contra o desgoverno que imperava no Palestra Italia e que, a exemplo da resistência francesa, devagar, sem usar a força, mas com muita munição e vontade de mudar o status quo, foi apresentando suas idéias, crescendo e contribuindo com o processo de mudanças, que culminou com a eleição do Prof. Belluzzo.

Meu pai costumava dizer que algumas pessoas nasceram para ser vidraça e outras para ser estilingue. Neste caso, eu entendi que existem pessoas dispostas a apresentar e discutir idéias e outras que só conseguem criticar.

Coloco vocês no rol das vidraças e, ao microscópico blogueiro, reservo a pecha de ser estilingue. Afinal, ele criou sua patética imagem em cima da crítica exacerbada contra tudo, e contra todos que não sejam da sua “tchurma”. Critica e ofende, por ser distituído de qualquer capacidade de gerar algo produtivo, ou mesmo, de apresentar uma idéia própria, sem medo que descubram que tem um pequeno membro .

Desta forma, apresento meu repúdio ao ocorrido e, tenho a mais absoluta certeza que, a grande maioria dos palmeirenses, principalmente os que já conhecem vocês, apóia irrestritamente o seu trabalho. Parabéns. Tenham certeza que os medíocres nunca chutam cachorro morto.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

News (Updated)

Não dava para perder o dia da mentira, né ? Capas de Revista de primeiro de abril:
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Watchdog Show (Updated)

Na última segunda-feira, o programa Watchdog, da BBC One, exibiu uma matéria sobre as companhias de perguntas e respostas, via SMS, do Reino Unido. São Elas: 118 118, Texperts e a AQA, do meu amigo e parceiro de poker Paul.
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O serviço funciona, mais ou menos, como um Google para quem está sem acesso a internet, mas tem o celular em mãos.
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Na verdade, o Watchdog, ao invés de fazer uma reportagem sobre o funcionamento das empresas, substituiu as entrevistas, gráficos e tudo mais, por um inusitado teste para avaliação de performance das companhias. Colocou para responder 20 perguntas, três “conhecidas mentes brilhantes”: Konnie Huq, capa da atual edição da FHM e graduada em Cambridge University, o apresentador de quiz show Keith Chegwin, o comediante e expert em informações inúteis Iain Lee e um computador. Todos competiam contra as três text companies.
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E o resultado foi:
1º Lugar – AQA, com 95% de acerto
2º Lugar – Celebridades, com 90%
3º Lugar – 118 118, com 75%
4º Lugar – Texperts, com 65%
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A íntegra da competição pode ser vista, apenas para quem está no Reino Unido, a partir do minuto 20:30 do programa, clicando aqui. Para os demais mortais tentarei disponibilizar o vídeo com meu chapa Paul.
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"Se estamos em crise em primeiro lugar, imagine os outros".

Após o empate em Itápolis, um "brilhante" repórter esportivo sugeriu que o Palmeiras estava "sob pressão" (leia-se CRISE) depois de duas partidas sem vencer.
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A resposta do Santo foi maravilhosa: "Se estamos em crise em primeiro lugar, imagine os outros, que estão atrás de nós".
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Já dizia minha avó: "Quem pergunta o que quer, ouve o que não quer". Parece que o dito cujo ouviu e não gostou. Azar.
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Sobre o jogo, aparentemente, não foi dos melhores. O Verdão ficou, mais uma vez, devendo. Mesmo assim, nos highlights, só deu Verdão.
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terça-feira, 31 de março de 2009

Quanta gente !!!

Há exatos 233 dias, fiz a primeira postagem no expatriated... Hoje o blog atingiu 5.000 acessos. Isso dá uma média de 21 visitas/dia. Não imaginava que a família fosse tão grande !!! Rsssssssssssss.
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Obrigado a Anne que, com seu gosto televisivo deveras peculiar, proporcionou horas e horas de material, ao Lolô, ao Vicente Criscio do 3VV, a Lili, ao Mondo Palmeiras, ao Marco Aurélio, ao Roberto Galluzzi Jr, ao Lédio Carmona, ao Kelinha, ao Falavignia e ao Erick do Maglia Verde que contribuiram, de diversas maneiras, com conteúdo.
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Obrigado, também, aos parentes, aos amigos, aos curiosos em geral e aos palmeirenses que aqui entraram por indicação do Vicente e do Erick. Pela proposta, o expatriated não é para grandes públicos. Experiências muito particulares produzem a maioria dos textos, e duvido que sejam atraentes para quem não me conhece.
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Mesmo assim, no tempo em que o contador mostrava os países dos olheiros, recebi visitas de Angola, dos EUA, de Portugal, da Alemanha, da Itália e da Argentina. Não faço a menor idéia de quem são essas pessoas, mas, mesmo assim, agradeço. Obrigado!
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2CV

Mais um 2CV. Tenho visto vários ultimamente. Por incrível que pareça, em movimento. Sim, as essas coisinham andam, o que prejudica um bocado as tentativas de fotografar.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Uffa !!!

Parece que o tenebroso período vivido pelos habitantes do mundo corporativo, onde muitos foram visitar aos RH's da vida e depois esvaziaram a mesa, enfim terminou. Entre mortos e feridos, todos os entes queridos se salvaram da criação de Joseph-Ignace Guillotin.
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E assim, vamos ficando por aqui. Hoje não está fácil. É 0% de inspiração e 0% de transpiração. Deve ser efeito do horário de verão ...
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domingo, 29 de março de 2009

O Domingo Que Começou Cedo

Às 6h30, eu já estava de pé, preparando o café da manhã, com a TV ligada na BBC One, que este ano vai transmitir todos os treinos e as corridas da F1.
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Barriga cheia, deitadão no sofa, assisti a corrida do Mundo Bizarro, onde tudo que é ao contrário do normal e onde o errado acaba dando certo. Jenson Button, por exemplo, que nunca foi um ás do volante e estava, eminentemente, de Rider nos pés, de repente, saiu do ostracismo, e da aposentadoria, para as highlights. É o favorito ao título de 2009.
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Pé de Chinelo é Pé de Chinelo. Sempre o mesmo. Esse é bizarro por natureza. Continua muito melhor com a boca do que com as mãos e os pés. Aliás, enfiou os pés pelas mãos, logo na largada e não foi ver o resto da corrida pela TV, por que, como disse o Gonsalo, meu amigo, torcedor e conterrâneo de Fernando Alonso: "O carro da Brawn é tão vagabundo que não estraga nem batendo".
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Eu ainda acrescentaria que o "Barrica" é tão atrapalhado que, não consegue fazer o básico, ou seja, bater e quebrar. Essa é boa ! Enquanto Button "nadou de braçadas", o cara só fez cagada e, mesmo assim, conseguiu terminar na mesma posição que largou.
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Terminada a corrida, fui comprar umas bebidas, pois tínhamos marcado um picnic, no nosso parque. Mais um evento "Nações Unidas", com o casal espanhol Gonsalo e Olga, com a simpática francesa Gaëlle e as respectivas crias. O almoço só não foi perfeito, por que o tempo conspirou contra nós. Começou bonito e depois deu uma virada louca. Ficou frio e garoando.
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Mesmo assim foi bacana. Acabou terminando no nosso apartamento, com a criançada (eram quatro) correndo, pulando, andando de triciclo, brincando no escorregador, enfim, se divertiram.
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Passado o evento, fui chamado à cair nos braços de Morfeu e agora aqui estou, meio postando e meio assistindo o jogo do Brasil nas Eliminatórias. Na verdade, mais postando do que vendo, pois estou sem saco para assistir jogo ruim.
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Onde Está o Palmeirinha ?

O "Herói Sem Fronteiras" deu uma passeada por Notting Hill e encontrou a casa onde Virginia Woolf passou um bocado de sua vida. Em que rua fica o imóvel?
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Resposta: enruobtseW evorG, 11W

Daylight Saving Time

Aviso aos navegantes: Neste instante está começando o horário de verão no Velho Mundo. Portanto, a partir de agora temos quatro horas a mais que no Brasil. Ou, usando o português bem claro: Não liguem para cá depois das 20h00 de Brasília !!!

sábado, 28 de março de 2009

Futebol

Que Merda !!!

FHM – Maio

A FHM de maio traz nas capas ex-apresentoras de um programa infantil, produzido pela BBC, um tal de Blue Peter. O leitor pode escolher quem quer levar para casa: Konnie Huq ou Zöe Salmon. Nenhuma Brastemp, por assim dizer. A edição, como um todo, deixa a desejar em matéria de conteúdo...
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A loira, Zöe, até que é ajeitada. Recentemente, participou do programa Dancing on Ice, onde celebridades tentam dançar no gelo..

Não sei quanto ao Reino Unido, mas, lançar duas capas da mesma revista, é um recurso amplamente usado no universo das revistas masculinas brasileiras. Algumas oferecem capas com duas mulheres diferentes, e outras com a mesma modelo. A Playboy fez e a VIP, também.
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Aliás, FHM e VIP dividem o mesmo DNA... Explico. Mulheres, moda masculina, carros, matérias polêmicas, textos leves, digamos divertidos, esportes e por aí vai. E ainda, elegem as 100 mais sexy, através de votação dos leitores. Só não sei quem imita quem.
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Nos dias atuais, uma livre releitura da célebre frase do Velho Guerreiro, Alô,! Alô, Terezinha, o Chacrinha, ficaria assim;

Na vida, pouco se cria, muito se adapta e muito, muito mesmo se copia, na cara dura.
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E falando em Cover Girls, o criador ou criatura (FHM) deveria dar uma olhada, de vez em quando, na criatura ou criador (VIP). As moças da capa, aqui do Reino, têm deixado a desejar. Outra solução seria me chamar para selecionar as beldades. Trabalho que aceitaria de bom grado e sem pestanejar!
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Num paralelo com a fase atual da Fórmula 1, a eleição das 100 Sexiest Women in The World sofreu uma reviravolta impressionante. A coisinha linda, fofa, princesa, chamem como quiserem, Megan Fox, assim como Lewis Hamilton, foi atropelada e caiu para a quinta posição.
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Em primeiro lugar aparece agora, a concorrente “Barrichello” desta eleição: Britney Spears.! É, aquela mesma que, a exemplo do piloto Pé de Chinelo, parecia que seria, nunca foi, mas continua dizendo que será.
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Liga não, Britney. Se não for em 2009, será em 2010 ou 11, 12 ...

Ah, acho que descobri o porquê da revista que sai no final de março ser chamada de edição de maio. O mês estampado na capa deve ser de quando ela vai ser reciclada !!! Bobagem, esqueçam.

Depois de todos as detonadas que dei na FHM, peço que não desistam e dêem a ela uma chance, visitando as "All-time 100 Sexiest Hall of Fame". Com certeza vão encontrar, além das minhas vizinhas Claudia e Gillian, algumas das mulheres que habitaram - e habitarão para sempre - o imaginário juvenil de todos nós.

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sexta-feira, 27 de março de 2009

O Melhor do Poker Foi o Whisky ...

Como contei no post anterior, ontem fizemos uma sessão de poker. Eu, Ollie, Paul e Charles estávamos lá. Outros dois pipocaram e deixaram a brincadeira menos divertida.
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Mas, vamos começar pelo começo. A noitada seria na casa do Charles, em Kensal Green. Então, nós, os três convidados, combinamos o meeting em um pub próximo, o Island Bar.
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Fui o primeiro a chegar no local, um bar bem bacana e que, por milagre, um pouco antes das sete estava vazio. Pedi um Johnnie Walker Black e sentei, morto de fome, para esperar a comida. Como ontem esqueci de almoçar, estava com estômago nas costas.
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Quando terminava meu goró, o Ollie chegou. Perguntou o que eu estava bebendo, foi para o balcão e voltou com um pint de cerveja e um whisky. "Uhhhhhhhhhh, o cara vai encher o latão hoje !!!" - Pensei.

Que nada !!! o JW era pra mim e a cerveja pra ele. Não tinha bebido nem metade da segunda dose e o Paul entrou. Foi direto para o balcão e voltou com um pint e outro copo de whisky. Comecei a ver a coisa preta. Como diria meu tio Aloísio: "Batata!", o scotch era pra mim.
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Quando estávamos os três na mesa, sugeri pedirmos algo para comer. O Paul disse que não precisava por que o Charles estava fazendo pizzas para nós. Comecei a desconfiar que os caras estavam tentando me embebedar. Ficamos no bar apenas o tempo de terminar as bebidas, já eram quase oito horas, horário de início da jogatina.

Lá chegando, fomos recebidos com duas pizzas, muito boas, diga-se. de passagem Depois do repasto, Mr. Paul Cockerton, sacou da mochila, baralho, fichas, um pano verde e ... regras !!! Jogaríamos um tal de Texas Hold’em Poker. Confesso que não conhecia. Também, a última vez que joguei, as pessoas bebiam Grapette e fumavam cigarros Continental, ao som de "Zodiac", de Roberta Kelly. Não vou me alongar nas regras, até porque elas estão no link acima. Só que, cornetar eu vou.
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Eu estou acostumado a jogar o poker "papai-mamãe", básico. Cinco cartas na mão, pode-se trocar três e aí vai, com uma certa tolerância ao de cinco cartas sendo: duas abertas e três fechadas.
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No tal poker hillbilly, comentando de forma muito simplista, o jogador fica com duas cartas na mão e outras cinco são abertas na mesa para todos os players, que fazem seus jogos, com cinco das sete cartas.
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Nem vou discorrer sobre a limitação do talento, do blefe e etc nessas condições. Na verdade, o chato do jogo é o fato de que não sai jogo. É quase impossível alguém ter uma mão boa. Vejamos. Usa-se o baralho inteiro, do ás ao rei (ou do dois ao ás, sei lá) o que cria uma grande possibilidade de combinações.
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Com quatro jogadores, a quantidade de cartas utilizadas é 13. Um baralho têm 52 cartas. Nem imagino o cálculo que deve ser feito para saber a probabilidade de sair uma quadra de áses, ou um flash. Alguém sabe?
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Agora vamos voltar ao poquerzinho tradicional. Com quatro jogadores, são usadas 28, do sete ao ás. De cara, 20 cartas vão para a partida e existe ainda a possibilidade de troca. Também não sei calcular as probabilidades nesse caso, imagino, pelo número de cartas, que seja bem maior.
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Voltando à jogatina, começamos o jogo. Ollie e eu movidos ao bom single malt Glenmorangie: suave, aromático. Uma boa escolha. Paul e Charles optaram por cerveja.
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Depois de duas rodadas - sendo uma ganha porque o Paul tinha um ás na mão e cinco cartas desconexas na mesa - para ser bem franco, perdi o tesão.
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Fui ganhar minha primeira mão, lá pela sétima rodada. Com um par de dois !!! Ridículo. Se bem que eu blefei. Depois, ganhei outra que, pelas circunstâncias, foi com um jogão: três setes !!! Ninguém viu. Correram. Eu levei só as migalhas. Quando o relógio apontou meia-noite, paramos. No final das contas, perdi £ 10 e bebi uns 300 ml de um scoth bacana. O saldo foi positivo.
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