

Doeu, ai! ... Doeu, aí!
Doeu, ai! ... Doeu, aí!
Doeu, ai, ai, ai! ... Doeu !
Doeu, ai! ... Doeu, aí!
Doeu, ai! ... Doeu, aí!
Doeu, ai, ai, ai! ... Doeu


Doeu, ai! ... Doeu, aí!
Doeu, ai! ... Doeu, aí!
Doeu, ai, ai, ai! ... Doeu !
Doeu, ai! ... Doeu, aí!
Doeu, ai! ... Doeu, aí!
Doeu, ai, ai, ai! ... Doeu













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La petrolera brasileña crea un espacio en el que publica las preguntas de periodistas sobre las presuntas irregularidades que investiga una comisión
JUAN ARIAS - Rio de Janeiro - 10/06/2009
Sirviéndose de las nuevas posibilidades que brinda Internet, la multinacional brasileña Petrobras, una de las seis mayores empresas petroleras del mundo, acaba de lanzar un polémico blog titulado Hechos y datos. Mientras ellos lo califican de "novedad democrática", los medios de comunicación lo denominan "chantaje informativo". Para unos, el blog es genial; para otros, es diabólico.
Carlos Alberto di Franco, director del Instituto Internacional de Ciencias Sociales, consultado por el diario O Globo, juzga que el blog "no es ilegal, pero desde el punto de vista ético y de colaboración con los medios de comunicación, atropella el proceso informativo de forma inédita". Más duro fue este martes el editorial del mismo diario titulado Ataque a la prensa, que afirma que Petrobras, con su blog, "ha herido a la Constitución".
La petrolera estatal decidió abrir el blog tras la creación, en el Congreso brasileño, de una comisión parlamentaria sobre la empresa, para investigar denuncias de presuntas irregularidades en la administración de Petrobras y de un presunto uso indebido de ayudas a ONG por parte del Gobierno. En el blog se publican todas las preguntas que les formulan los periodistas y las respuestas a las mismas antes de que hayan sido utilizadas y publicadas por los medios.
De ese modo, primero, los periodistas de otros medios pueden saber las preguntas que está formulando la competencia; segundo, pueden ser conocidas, antes de su publicación, noticias de las que sólo tenía constancia el periodista al formular la pregunta. El vicepresidente de la Asociación Nacional de Periódicos (ANJ), Julio César Mesquita, ha recordado que los correos electrónicos de respuesta a los periodistas por parte de la empresa incluyen la amenaza de ser procesados en caso de que sus informaciones "no reciban un tratamiento adecuado". Para Mesquita, "tal advertencia intimidatoria, más que una falta de respeto a los profesionales de la información, configura una violación del derecho de la sociedad a ser libremente informada".
Por el contrario, para José Sérgio Gabrielli, presidente de Petrobras, se trata de un ejercicio de "transparencia de información" de la empresa. Más aún, está convencido de que, con esta iniciativa, la petrolera "va a revolucionar el periodismo en Brasil" y piensa que pronto otras grandes empresas seguirán el camino de Petrobras. Gabrielli asegura que la empresa no comete ninguna ilegalidad publicando, antes de ser usadas por los medios, sus respuestas a los periodistas, ya que Petrobras "es la propietaria de sus informaciones" y puede usarlas como desee.
El presidente de la petrolera no esconde que la nueva fórmula que ha adoptado está motivada por "las fuertes presiones a las que está sometida Petrobras", en referencia al trabajo de los tres grandes diarios del país, Folha de São Paulo, O Globo y O Estado de São Paulo, que han comenzado a adelantarse a la comisión parlamentaria, investigando con sus medios posibles irregularidades de la empresa.
Consultada la Secretaría de Información del presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, sus responsables han sido prudentes. No se han declarado ni a favor ni en contra del blog de Petrobras, pero han afirmado que ellos prefieren publicar las informaciones dadas a los periodistas después de haber salido publicados los respectivos reportajes.
Diversos analistas se preguntaban este martes si ese blog de Petrobras no podrá resultar un bumerán para la empresa. ¿Se va a atrever a publicar todas las preguntas y acusaciones que les formulen los periodistas? Se da el caso de que la petrolera no ha querido responder algunas cuestiones como, por ejemplo, la ya planteada acerca del presupuesto para costear el ejército de 1.150 funcionarios de la información contratados por Petrobras sin concurso público.
La empresa, que es la joya de la corona de Brasil, insiste en que lo que ellos quieren es que todo sea transparente, a la luz del sol, y que los medios de comunicación relaten fielmente las respuestas por ellos dadas a sus preguntas.
Recomendo a leitura do post de 9 de junho, do DoLaDoDeLá. É a visão de um competente e tarimbado jornalista sobre o que eu chamo de "Revolução da Informação". E será sobre o pensamento do meu amigo, irmão, camarada, a minha reflexão.
Marcão, meu brother, quando faço críticas à imprensa, pode parecer que quero generalizar. Não é o caso, acredite. Afinal existem jornalistas, análises e opiniões sérias em todos os meios de comunicação tradicionais. Sei que é desonesto colocar todos na mesma latrina. Contudo, o fato é que uma grande parte pode ir descarga abaixo, sem perdas significativas. São os que eu e muitos outros chamamos de "impren$inha".
Não preciso lembrá-lo que sua integridade custou uma editoria no principal jornal televisivo do país e que você e Franklin Martins, por exemplo, estão em um seleto grupo. O dos incorrompíveis e assim injustiçados pelos interesses de uma empresa de comunicações.
Salta aos olhos de todos, e só não vê quem não quer, que jornalismo, em alguns lugares, virou só mais uma engrenagem em corporações que vendem de tudo: entretenimento, religião, classificados, a alma e a opinião. O que visam é o lucro.
Tentando restringir este debate ao Brasil, a questão não passa só pela qualidade da informação. Se é certo que falta formação acadêmica, técnicas de redação e até conhecimento de causa para uma parcela dos atuais protagonistas da mídia alternativa, temos que considerar que a imprensa tradicional também não é um primor nesses quesitos.
A crise de credibilidade, na minha opinião, é o ponto crucial da mudança de direção de quem perdeu a confiança na informação que procura. A internet é apenas o veículo.
Históricamente, quando a confiabilidade está comprometida, ou a imprensa não reverbera a voz de uma parcela da população, esta busca suas próprias alternativas. Nunca faltaram fanzines, jornais clandestinos e panfletos por todo o mundo. Muitas das obras primas do pensamento do Século XX ficaram conhecidas graças a esse tipo de divulgação. A necessidade de se fazer ouvir é uma das reações mais humanas que conheço.
O fato da imprensa servir a outros senhores também não é novidade. Talvez a facilidade de encontrar formas alternativas de receber notícias ou opiniões, tenha criado pessoas mais abertas à outras idéias, o que não quer dizer que isso seja positivo.
Da mesma forma que acontece no "mundo real", o mundo "virtual" vai trazer opiniões carregadas de interesses, parciais e até desinformar. Cabe ao receptor apurar o senso crítico e peneirar, em ambos os mundos, o que presta.
Meu querido amigo, não tenho como concordar com você no que considera uma involução do jornalismo. Também não concordo que na mídia alternativa falte opinião e análise. Existe de sobra. Mas repetindo, concordo que pode faltar qualidade, na mesma proporção que falta aos meios tradicionais.
O momento parece ser uma ótima oportunidade de reflexão para os protagonistas do jornalismo como conhecemos. Ninguém precisa se reinventar ou redescobrir a pólvora. Quem sabe, basta apenas lembrar de coisas muito simples. Uma boa dica é que toda a história tem dois lados, ou que para cumprir o papel de informar é preciso despir-se, muitas vezes, das opiniões pessoais.
Meu nobre camarada, conheço as tradições de sua família. Sei que a conduta é uma delas. Sei ainda que respeitar a diversidade de opinião foi lição transmitida, não só para vocês, como também para quem teve oportunidade de frenquentar sua casa. Por isso tenho a certeza que, mesmo discordando, você lerá com carinho minha reflexão. O espaço estará sempre aberto para você aqui. Use-o se julgar necessário.
"A circulação dos jornais tradicionais do eixo Rio-São Paulo-Brasília, por exemplo, está estagnada há mais de cinco anos, próxima dos 900 mil exemplares."
“O crescimento da internet é um fenômeno que abre extraordinárias possibilidades e lança imensos desafios. Não podemos fechar os olhos para a realidade: os jovens, cada vez mais, buscam informações nos portais, nos blogs e nas redes sociais da internet.”