Agora, depois da merda de jogo da quarta-feira, o Palmeiras está respirando por instrumentos. Não tinha vontade de escrever nada sobre a partida, mas vou cumprir com a obrigação que me impus. Ainda estou de mau humor e, realmente, vou emprestar o excelente comentário do Vicente Criscio, do 3VV.
Só que, antes, vou soltar a trombeta!!! Tenho direito. Afinal, sou como os 22 mil Palmeirenses que encheram o Palestra ontem. Apoio, torço, pulo e grito. Mas depois de mais um pífio resultado, também tenho o direito de vaiar.
Existem coisas que são impossíveis de entender. Uma é como um time de futebol profissional toma dois gols da mesma maneira, em dois jogos seguidos? Explico: deixam um atacante livre, no bico da pequena área. Foi assim contra o Santos, foi assim ontem contra o Sport. É ingenuidade ou falta de treino? Responde aí, Luxa !!!
Outra coisa: Porra, diretoria, o filho do Coelho ainda não nasceu? É uma gestação de hipopótamo? Querem ir onde sem, pelo menos, um lateral direita?
Vamos às atuações:
São Marcos - Não foi exigido. É santo, faz milagres, só que ainda não aprendeu a fazer mágica. Não dava para fazer o atacante do Sport desaparecer. O "truque" até daria certo se ele contasse com a colaboração de um "ajudante" que se colocasse na frente do rapaz.
Capixaba - Horrível, como sempre.
Marquinhos - Cara, se a presença dele em todos os jogos for uma imposição da parceira, estamos f*d*d*s. Se não é, o técnico deve estar louco. Afinal, por que queimar o moleque com a torcida desse jeito?
Marquinhos faz tudo errado. Quando é preciso que ele jogue no meio, para desafogar o outro meia, a figura se isola na ponta esquerda. Ontem, que ele deveria abrir pela esquerda e ser uma verdadeira opção para Pablo Armero, resolveu que era o Djalminha.
Esta burrice tática não dá para colocar na conta do treineiro. Por mais que eu esteja puto e me perguntando se vale a pena ter a "Prima Donna" no banco, ganhando rios de dinheiro, para só disputar, com possibilidades de título, o Campeonato Paulista.
Maurício Ramos - Horrível, como nunca.
Danilo - A atuação do parceiro foi tão ruim que ele pareceu melhor.
Armero - A regularidade de sempre. Passou o jogo inteiro sem ter com quem tabelar. Aí ficou difícil chegar na linha de fundo. Era marcado pelo lateral e pelo zagueiro da sobra. Mesmo assim, arrumou o penalti.
Pierre - Absoluto. Reinou soberano no meio campo.
Edimílson - Quando estreou, cheguei a compará-lo com Gerrard. Atualmente é uma sombra do Galeano.
Evandro - Correu, lutou, driblou e chutou, como nunca. Só não dá para tirar categoria de onde não existe. Penso que se trata de outra imposição da parceria
Cleiton Xavier - Será que não dá para conversar com o Valdívia, ver se ele dobra o Emir a liberá-lo para voltar? Ele pode dizer que a cachorrinha vira-latas dele é brasileira e não está se adaptando a comida de lá, qualquer coisa. Por que se depender do CX para resolver jogo de Libertadores, amigo, pode começar a pré-temporada do Brasileirão.
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Diego Souza - Não estava iluminado como nos dois últimos jogos, mas se matou em campo.
Lenny - Movimentou-se bastante. Esteve até no meio campo, tentando fazer o que o omisso CX não fazia. Faltou um pouco de luz, também.
Ortigoza - Entrou para jogar como ponta direita. Não é a dele, seguramente.
Keirrison - Lutou todo o tempo contra três zagueiros. Tentou tabelar, driblar, armar, mas não funcionou. Mesmo assim, é o artilheiro da competição.
Quanto aos comentários do Milton Leite, representando a imprensinha, quando diz que deram um gol para o K9, pergunto: Será que “ganhar” um gol do juiz é pior que marcar gols impedidos como o tal Borges? Afinal, os dois são fruto de erro da arbitragem. Só que no segundo caso, beneficiou-se errôneamente um time. Pense antes de falar ML !!!
Como o post ficou longo, não vou copiar o texto do Vicente Criscio. Mas, recomendo a leitura.
Como diria o outro, vamos começar pelo começo. Logo que soubemos que o casal Pugliese-Peteil viria nos visitar, há um mês, começamos a procurar um musical para levá-los.
. Contudo, conversa vai, conversa vem, percebemos que eles não estavam muito animados para assistir algo do gênero. Então, a Anne começou a googlar daqui e dali, até que encontrou o tal espetáculo, uma mistura de circo, comédia e música apresentados de uma forma única.
. Pesquisando um pouco mais e descobrimos que o show é uma novidade, recém chegada, pelas bandas de cá. Até poucos meses, a trupe estava na estrada, fazendo apresentações em feiras, batizados e quetais. Compramos e aguardamos. Ontem foi a grande noite!
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Saímos de casa por volta das 19h00. Pegamos a Central Line em Notting Hill Gate, até Tottenham Court Rd. e de lá fomos para Leicester Sq. Pela linha preta. Na saída da estação não tivemos nem o trabalho de procurar o teatro. Como dizem por aqui, a casa de espetáculos é “next door”. .
Aqui vai um adendo. Quando vi onde está sendo apresentado o show, lembrei dos meus amigos Kelinha e Celão, desbravadores dessas bandas, nos idos 80’s. Eles falavam de uma boate chamada Hippodrome, que era a mais trend, o tum-tum-tum da época, com direito a leão de chácara barrando pessoas na porta. Pois, o La Clique é encenado lá.
. Procurando o link da casa para colocar neste post, li na Wikipedia que o The London Hippodrome está firme e forte desde 1900. Foi teatro, cabaret, nigthclub e ... bom, que saber mais, clique aqui. Quando cheguei, não pude deixar de me remeter aos bons e velhos 80’s. Estava no lugar certo, na hora errada ou, mais precisamente, vinte e cinco anos atrasado !!! .
A entrada é pequena e a troca dos ingressos (só dá para assistir, comprando on line, com três semanas de antecedência) é rápida.
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Fomos recebidos pelo MC do espetáculo, que nos colocou pulseiras vermelhas, para identificar onde ficavam nossos lugares no teatro. Só para constar, estávamos na segunda fila.
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O teatro não tem cara de teatro. Parece mesmo uma casa noturna, ou balada, como queiram. Os camarotes do arrasta-pé servem como upper circle e, na parte de baixo, os stalls, eram formados por cadeiras dobráveis arranjadas em círculo, formando uma pequena arena, No centro, um mínúsculo palco.
. Entramos, sentamos, e logo depois fui comprar uma água, ou melhor, a garrafinha d’água mais cara do universo, £ 3. Nem no Saara deve custar tanto!!! Descobri como os proprietários mantém o negócio em pé. Vendendo água.
. Mas, vamos ao espetáculo. A abertura é feita por Le Gateau Chocolat. Como diz o prospecto: uma Opera Singing Diva. Na verdade, o cara tem um vozerão de tenor. Nem sei por que usa microfone.
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Mas, canta muito e se veste em colants de lycra e muita maquiagem, muito bom. Depois do interlúdio, Gateau volta, intimista e faz mais uma participação, antes do final.
, O primeiro espetáculo circense é o dos “English Gents”, Denis Lock and Hamish McCann. Só para constar, os artistas são australianos. Os caras arrebentam. No pequeno palco só não fazem chover. Uma aula de equilíbrio e força.
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Depois vem Clarke McFarlene, “Mario the Queen of the Circus", caracterizado de Freddie Mercury. O rapaz faz duas participações. Malabarismo com bolas e equlibrismo em um monociclo. Isso ele faz muito bem. Peca na hora das piadas. Demorado e nada engraçado.
. Perfeito na arte da piada é Carl-Einar Häckner, um mágico com jeitão de doido, que ao tentar executar os truques acaba entregando como são feitos. Ele faz três aparições, todas impagáveis.
. Muito boa, também, é Ursula Martinez, a cabaret performer. Seu primeiro número é um truque de mágica. Ela faz desaparecer um lencinho vermelho. Conforme o lenço reaparece, ela dificulta seu número tirando uma peça de roupa até o grand finale, quando completamente nua, retira o lencinho, de um lugar onde, normalmente não bate sol, se é que vocês me entendem. .
Na segunda participação, faz um número muito engraçado de guitarra espanhola e piadas. Em sua última entrada, aparece bebendo cerveja e comendo pizza. Depois pede para a platéia um cigarro, com o qual, tive o prazer de presenteá-la.
. Dançando como bêbada e com o cigarro na mão, Ursula literalmente pôe fogo na platéia quando incendeia a parte de cima de seu biquini e depois, como a boneca quase não é exibicionista, taca fogo na parte de baixo, também.
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O derradeiro número é Bret Pfister, o malabarista novaiorquino. A flexibilidade do rapaz é impressionante. Além de acrobacia, Bret dança, ou melhor, flerta com o seu instrumento de trabalho, o arco.
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Quase me esqueci de escrever sobre a malabarista dos bambolês. É legal e tal, e Marawa Ibrahim, em determinado momento chega a rodar uns dez em volta do corpo, mas não empolga. Tanto que estava quase passando batido por aqui.
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A noite, para mim, foi um verdadeiro revival: estava em um templo dos 80's, assistindo um espetáculo com pinta de 80's. Lembrei do Espaço Off, em São Paulo, tempos de Luni e de Patricio Bisso. Todos eram inovadores e modernos. Os dois shows, separados por quase três décadas, nem tem muita relação, mas o La Clique carrega o mesmo frescor e a mesma proposta alternativa.
A Anne resolveu mostrar para as visitas tudo o que ela adora por aqui. Nesse exato momento, ela, Meli e Juju estão assistindo, no canal DMAX, um documentário sobre uma mulher que tinha um tumor de 76 quilos. É mole?
Voltaremos, em breve, com a programação normal e um post sobre o espetáculo La Clique.
Segunda Feira - Com a Valentina melhor da virose, fomos passear em Southbank, que fica do outro lado do Tâmisa, na região da London Eye. É o paraíso dos turistas e dos artistas de rua. Para mim, o programa não era novidade, porque eu já tinha visitado aquelas bandas em um final de semana com o Vinicius.
Saímos de Notting Hill Gate, em direção de Bond Street Station, para fazer baldeação para a linha Jubilee e descer em Westminster. Para variar, a linha cinza estava fechada. Isso é um saco. Os motivos do fechamento são os mais variados: algumas vezes por conta das ampliações, outras por atrasos imensos e outras, ainda, porque algum gaiato resolveu pular nos trilhos, o fato é que a Jubilee está sempre com problemas. Ontem não foi diferente.
Voltamos para a Central Line e descemos na estação seguinte, Oxford Circus. Alí, pegamos a linha marrom até Embankment e fomos para a London Eye. Os primos e a Anne escolheram ver Londres da roda gigante. Valentina e eu, bem mais modestos, fomos brincar em um carrosel.
Os artistas de rua merecem um parágrafo. É possível encontrar alguns realmente talentosos, especialmente músicos e dançarinos. Outros, sem tanto talento, compensam a falha com muita criatividade. E os que não são nem uma coisa nem outra, mesmo assim, ficam por ali. Acho que é a necessidade de ser visto, ou algo do gênero.
Nos encontramos e fomos caminhando na direção da London Bridge. A região é, ainda, o paraíso dos skatistas, cheia de rampas e quetais. Paramos para comer em uma praça, bem coisa de turista, e continuamos nossa jornada.
Como a turma não muito dada a usar os pés, preferiram trocar a caminhada até a London Tower por uma olhadela na Catedral de St. Paul, e continuar a “aventura” num onibus até Notting Hill.
O trajeto demora quase uma hora. Mesmo assim, ainda deu para ir tomar umazinha no Eletric Café. Às 18h30, Ana Zélia chegou para ficar com a Valentina e nós fomos para um inusitado show: La Clique. Maiores detalhes sobre o assunto em um próximo post.
O domingo não foi dos melhores. A Valentina seguiu com a virose. A Anne, a Méli e o Juju foram passear por Camden Town, Convent Garden e outros cantos. Eu e a Croquis ficamos por aqui mesmo.
Não deu para ver o jogão. O Kelinha, o Mimi, o Mauro e o Tio Zé devem estar vibrando !!!
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Juju & Méli chegaram de Paris, no mesmo horário, para a Páscoa. Assim, empresto as "bem traçadas linhas" da análise do meu amigo Vicente Criscio do 3VV: .
Pós Jogo Palmeiras 1x2 Santos: sábado que vem tem mais PALMEIRAS 1 X 2 SANTOS
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por Vicente Criscio
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Foi um grande jogo. A derrota não era esperada, o Palmeiras buscava pelo menos um empate.
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Agora o Verdão joga no próximo sábado por uma vitória simples para se classificar à final do Paulistão 2009.
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Se não é o que queríamos, o resultado de hoje é absolutamente reversível.
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1o TEMPO
O jogo começou com mais força do Palmeiras e logo de cara Diego Souza colocou a bola na cabeça de Keirrison que cabeceou para uma grande defesa de Fábio Costa.
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Logo depois Keirrison recebe novamente em jogada rápida - Ortigoza, Diego Souza, Cleiton Xavier e K9 - e o Palmeiras fez 1x0.
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Veja abaixo o gol:
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O Santos veio prá cima e o jogo que já era rápido passou a ser alucinante. Ortigoza poderia ter ampliado se o bandeira não visse um impedimento - inexistente - do Ortigol.
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Mas o Santos empatou. Em um escanteio a bola cruzou toda a área, chegou a Kléber Pereira que bateu, a bola desviou em Ortigoza, e foi no canto oposto para onde se dirigia Marcos.
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Mesmo com 1x1 o jogo parecia favorável aos rápidos contra-ataques do Palmeiras. Diego Souza fez linda jogada pela direita driblando três e foi derrubado na entrada da área. Depois Maurício Ramos em cabeçada perde um gol. No final ainda Keirrison chuta fraco, nas mãos do goleiro deles.
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Assim terminou um primeiro tempo muito corrido. . 2o TEMPO
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Luxemburgo tirou Edmílson e Ortigoza e colocou Sandro Silva e Marquinhos. E logo de cara o Palmeiras tomou o 2o gol, em chute de Neymar.
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Aí o jogo mudou. O Palmeiras teve que ir prá cima. Mas aí o time caiu de produção. Seja pelo cansaço, seja porque Marquinhos parece que carrega um peso enorme quando entra em campo: a camisa do Palmeiras. Até agora não disse a que veio. Perdeu um gol na cara de Fábio Costa
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Keirrison continuou perdendo boas chances. Numa delas, aos 30 minutos, poderia ter levado mais a bola para dentro da área, ou ter passado a Lenny - que entrou no lugar de Capixaba - mas chutou muito mal.
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Do nosso lado, Marcos garantia que o estrago não fosse maior, principalmente numa importante defesa aos 36 minutos.
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E aos 42 Danilo quase empata. O Palmeiras veio prá cima. No final, aquela agonia. O Palmeiras demorava prá chutar e não conseguiu o empate.
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E sem querer justificar o resultado, mas a arbitragem paulista mostrou mais uma vez que é tecnicamente fraca, caseira, covarde. Na dúvida, pró Santos.
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E AGORA?
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Agora o Palmeiras precisa vencer em casa. Cleiton Xavier (uma pena), Sandro Silva e Marquinhos (não fará falta) não jogam pelo cartão amarelo. Do lado de lá, Rodrigo Souto também não joga pelo mesmo motivo. Mas eles terão o retorno da defesa titular.
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O Palmeiras demonstrou neste sábado força, raça e comprometimento. Pegou um adversário forte e que em casa cresce. Portanto no próximo sábado precisaremos da vitória simples.
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O jogo não será fácil, o adversário é bom e também joga com raça mas tecnicamente o Palmeiras é melhor. E na nossa casa, o Palmeiras é favorito. Diego Souza falou bem no final: "tem muita coisa pela frente e sábado que vem tem mais".
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No próximo sábado vamos mostrar que aqui é Palestra!
A Sexta-feira Santa foi de muito líquida. Chuva lá fora e muito vômito aqui dentro. Assim, a máquina de lavar roupas está trabalhando em quatro turnos, para dar conta dos acidentes. O carpete virou área de risco. Foi inúmeras vezes carimbado. O bafafá foi até às quatro horas da manhã. .
O sábado começou bem menos problemático. Apesar de ter aparecido uma febre, os vômitos e a diarréia passaram. Valentina está segurando a medicação.
Pois é, mais um feriadão. Estamos em casa e por aqui ficaremos. A Valentina amanheceu com o famigerado rotavirus, cheia de vômito e diarréia. Agora é esperar o ciclo de vida da praga acabar. . O pior é amanhã receberemos o Juju e a Méli. Só falta o casal chegar e nos pegar todos de cama, já pensaram ? Sairem de casa para passear uns dias e acabarem cuidando de doentes ? Ou ainda pegando o vírus ? Tóc-tóc-tóc. . .
Não sei se a quinta- feira começou muito cedo ou foi a quarta que terminou muito tarde. O fato é que, depois do jogo do Palmeiras às quatro da manhã, eu estava elétrico e não consegui dormir. .
Fiz o post anterior e as 6h00 fui para a cama. A Valentina acordou depois de meia hora pedindo leite. Levantei para alimentá-la. Passados mais trinta minutos, o despertador tocou. A quinta estava começando, antes que a quarta terminasse.
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Passados os procedimentos matinais diários, a Anne foi para o trabalho e eu e a Valentina ficamos em casa. As férias de abril começaram. Às 11h00, a Raquel chegou. Será a faixineira que vai nos socorrer a partir de agora. Brasileira, gente boa e com oito anos de janela britânica. Sempre tem um toque para dar.
.A moça chegou e já foi passando uma lista de produtos de limpeza que deveriam ser comprados. Lista mesmo, uns 15 ítens. Me perguntei para que tanto paninho, tanto spray e resignei, afinal, contra fatos não há argumentos, a pessoa é do ramo, eu não.
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Fiquei olhando a tal lista e vi um monte de coisas que seguramente não encontraria nos supermercados de Notting Hill. Raquel indicou o Sainsbury’s de Willesden: “Lá no fim do mundo?” – Perguntei. Aí ela disse que ficava a uns quinze minutos e que eu deveria pegar o ônibus 52.
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Por que não? Nova experiência. Bora fazer compras de bumba. Subi no 52 e fui. O trajeto é relativamente curto e muito rápido. Subi na esquina de casa e desci na porta do supermercado.
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Entrando vi que o tal Sainsbury’s é grandão e lotado. Talvez por conta do feriado. Mas é bom, tem tudo que se pode imaginar. Um Extra britânico. Comprei minha lista e mais algumas coisas que lembrei . Enchi minha mochila e mais uma sacola de mão grande. Fiquei pensando no desconforto da volta, carregando tudo aquilo.
. Nada. Peguei o buzão de volta, na frente, no mesmo ponto que desci, depois da rápida viagem, desembarquei na outra esquina. Aprendi mais uma.
Pós jogo: Achei que dava para dormir. Não deu. Em certas ocasiões, saborear o momento é melhor que o repouso. Se fosse para cama agora, ficaria rolando de um lado para o outro. Para que, se posso relembrar e escrever sobre o jogo às 5h30 da manhã? .
Pré jogo: Fui dormir às 20h00. Coloquei o despertador para 1h45. Acordei, liguei o computador, a transmissão era do Sportv. Fazer o quê? Abrir uma garrafinha de Coca-Cola, para acordar. .
O jogo começa, eu tenho meu corpo ligado. Sinto o sangue mais quente. Veio à memória a mesma sensação do jogo das semi-finais da Libertadores de 2000, aquele em que o Santo defendeu o penalti do Marcelinho.
. O Palmeiras inicia a partida mostrando espírito de copa, bem argentino. Matando o ímpeto do adversário que, diga-se, faz mais barulho com a boca do que com a bola nos pés.
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Milton Leite informa que o jogo do Estudiantes está atrasado. Vôo para a TV e coloco no Setanta Sports 2. Quem sabe as imagens são geradas pela Globosat? Nada! O que vejo é o estádio de Mar Del Plata.
. O Jogo: O Sport, tenta nos primeiros momentos intimidar, na porrada. Paulo Baier, aquele que fez toda a carreira em times pequenos, dá uma cotovelada em Pierre, seu ex-companheiro de Verdão. Feio.
. Cria-se o primeiro bafafá. Danilo leva amarelo. Preocupante, afinal, a defesa comete muitas faltas. Antes dos 15 minutos, o outro zagueiro, Maurício Ramos, também é advertido. Bem preocupante.
. Aos 15, São Marcos apresenta as credenciais. Espalma uma chute rasteiro, difícil, pela linha de fundo. Fora isso, jogo tranquilo para o Palmeiras. O adversário, bom de boca, pouco pressiona. O Alviverde Imponente tenta os contra-ataques, mas erra muitos passes.
. Aos 20 minutos, boa oportunidade verde em cobrança de falta. CX bate, a zaga rebate. Cleiton fica com o rebote, mas, o decaído Baier faz uma falta desnecessária e dá ao Palmeiras uma nova oportunidade em bola parada.
. Na cobrança, Cleiton Xavier põe na área, Diego Souza sobe mais que todos e desvia, matando a defesa adversária. Mauricio Ramos recupera na linha de fundo, tocando para o gol. K9 chega empurrando. 1X0. Silêncio na Ilha do Retiro. Silêncio não, festa da Torcida que Canta e Vibra. .
Parte do dever cumprido. Saímos na frente e colocamos mais pressão ainda no time pernambucano. Os jogadores do Sport, daí para frente, pareciam correr com bolas de ferro presas aos pés.
. Se antes já não faziam grande coisa, depois do gol fizeram menos ainda. Sem criatividade e sem espírito competitivo, apenas centravam bolas para a área. Coitados, caíram na conversa de que a defesa do Palmeiras não existe. Não só existe, como foi comandada com autoridade pelo Santo, por Edmilson e pelo perfeito Pierre, que não perdeu uma só jogada. .
Diego Souza começou a articular mais e aparecer para o jogo. A bola, quando em domínio do Verdão, ficava mais no campo de ataque. Assim terminou o primeiro tempo. .
Na virada de campo, o Sport veio com duas alterações; Entraram o tosco Sandro Goiano e outro jogador de meio, desfazendo 3-5-2 inicial. Pela mexida, a equipe pernambucana dava sinais de que iria para cima. Contudo, recomeçando o prélio, o cenário da primeira etapa não mudou.
. Aliás, mudou sim. Diego resolveu ser o diferencial do time,. Em uma de suas primeiras intervenções, pegou a pelota no meio de campo, arrancou, driblou, fez que ia tocar e lançou para si próprio, invadiu a área, balançou o corpo e chutou. Pena. O goleiro não foi no drible de corpo e conseguiu colocar para escanteio. Maravilhosa jogada e linda defesa.
. Aos 15 minutos, Luxa trocou o apagado Willians por Ortigol. Aos 20, sentindo que a lateral esquerda adversária poderia criar problemas, sacou Keirrison, colocando SS, que entrou com a função específica de marcar o lateral Dutra.
. A proposta inicial foi mudada. Como Edmilson virou o líbero, CX passou a ser o segundo volante, Sandro era um terceiro volante, mais adiantado, marcando exclusivamente pela direita e matando a saída de bola adversária pelo setor. No momento dos ajustes, o sub-40 Paulo Baier quase empata. Que nada! O Santo fez mais um de seus milagres.
. O leve ataque do Palmeiras saiu, mas DS continuava impossível pelo meio. Aos 28 minutos o “homem” driblou dois defensores do Sport, passou batido pelo terceiro e tocou por cobertura na saída do goleiro. Golaço-aço-aço!
. Alí, o jogo acabou. Os pernambucanos não conseguiram fazer pressão sobre nossa defesa e o Verdão começou a administrar a posse de bola. São Marcos ainda fez duas boas intervenções, mas, na maioria das vezes, acabou apenas interceptando balões para a área. Pior que perder, foi ter que engolir a "Festa no Chiqueiro" por mais de vinte minutos.
.Acabou o jogo, acabou a empáfia do Leão. Espero que tenham aprendido que vandalismo, porrada e fanfarrice não dão a vitória para ninguém e o tal diretor que falou pela bunda, durante um mês, deve estar, agora, com um sapato na boca.
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A Batalha dos Guararapes acabou. O Palmeiras fez tudo parecer fácil, com planejamento e dedicação em campo.
. Fora de campo louve-se a postura do Presidente Belluzzo. Foi conversar com os jogadores e tirou-lhes dos ombros a pesada responsabilidade que lhes foi imposta, em grande parte, pelos meios de comunicação.
. Chegou um dia antes em Recife para receber a delegação, passando o apoio e a retaguarda que o time precisava. Contornou problemas, administrou, pessoalmente, as possíveis tentativas de distúrbios proximas à concentração, criando um ambiente tranqüilo para a equipe. Como dirigente, fez contatos políticos, mostrou a força, a grandeza e a tradição da equipe que preside. E com esta atitude contagiou todo o elenco. Como é bom ter um presidente do futebol e não da bocha no Palmeiras. .
Chegou o dia da onça beber àgua. A expressão é antiga. Significa o que os ingleses definem como o "momento da verdade". A noite da Batalha dos Guararapes chegou.
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Ao Palmeiras só resta a vitória, para seguir respirando na Libertadores. Então, engrossando o coro da Torcida que Canta e Vibra, estou aqui gritando o slogan utilizado por Bob The Builder e que norteou a campanha de Barak Obama à Presidência Americana: YES WE CAN !!!
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A idéia partiu do torcedor Guile Canhisares Amadeu que, também, criou as ilustrações. Parabéns, companheiro. Quem sabe, depois do jogo, a fonte da Casa Branca jorre verde outra vez?
Neste começo de semana está duro arrumar assunto para postar. Prometo que me esforçarei mais a partir de amanhã. Sabe como é, muitos posts no final de semana ... Esgotei a pauta. Mas, vamos tentando.
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Quando o Vinicius veio para cá, de tanto futucar nos canais de esporte, descobriu que o Setanta Sports 2, passa jogos da Libertadores, ao vivo, nas madrugadas das quintas.
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Legal. Fiquei esperando pacientemente, por um jogo do Palmeiras. A semana chegou e eu fui olhar na programação e, para minha "alegria", vai passar Estudientes X Cruzeiro. Na próxima semana, será o jogo das mocinhas. Que Merda !
Não adianta chorar, meninas. O Palmeiras venceu o Jd. Leonor Cover e terminou a primeira fase do Paulista com confortáveis quatro pontos de vantagem e, de lambuja, assegurou ainda, a vantagem de jogar por dois empates, se chegar até as finais.
. O jogo em si, foi bem ruim. O primeiro tempo, uma lástima. O Verdão não se achava em campo e os contra-ataques do time da terra do Pinguim eram perigosos.
. A coisa estava tão sem graça que Luxa, antes do final da primeira etapa, sacou o estabanado Jumar e colocou Evandro. Mas, pouca coisa mudou. Hoje não vou chamar o rapaz de morto, finado e etc. Mais para frente entenderão o por quê.
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No apagar das luzes, o lateral esquerda do Botafogo cruzou na cobrança de uma falta da intermediária. O sujeito bateu tão mal, mas tão mal, que acabou colocando dentro do gol.
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Bruno, que estava em uma tarde pouco inspirada e borboletando, tentou voltar, mas já era tarde. Lembrei de uma antiga propaganda: "- Cadê o Goleiro ?" "- Foi tomar uma Jamel!".
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O camisa 45 do Palmeiras tem que processar o cara que vendeu o curso de adivinhação para ele. Não está dando certo. Tudo bem que a defesa é ruim, mas sair para cortar cruzamento, antes da bola partir, é idiotice.
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Na volta do intervalo, Ortigoza estava no lugar de Lenny, o 2008. Como a bola, em todo o primeiro tempo, não tinha chegado ao ataque com qualidade. Eu, honestamente, não conseguia ver grandes vantagens na alteração. .
Eu não vi, mas Luxemburgo viu e bem. Além de tirar Lenny, acho que ele usou o desfibrilador em Evandro. Aqui vou discordar completamente do meu amigo Vicente do 3VV. O cara voltou vivo, com mobilidade, buscando espaços no campo. Um legítimo milagre.
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DS, então parecia outro jogador. Compunha o ataque como um terceiro ponta de lança, deu opções pelas laterais para o jogo de Cleiton Xavier aparecer e ainda armou. Foi outro jogador.
. A movimentação do tripé de meio campo verde (Diego, Cleiton e Evandro) desorientou a marcação do time com o uniforme mais feio do mundo. Ortigol e as chances de gol começaram a aparecer naturalmente
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Existe camisa mais feia que isso?
. Assim, o empate veio rápido. CX10 lançou em profundidade e Ortigoza, percebendo que estava difícil chegar na bola, se atirou, de carrinho, encobrindo o bom goleiro adversário. Igualdade decretada, a virada mais que provável, aconteceu.
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Dois minutos depois, em um de seus melhores lampejos com a camisa do Alviverde Imponente, Diego Souza, derivando da lateral esquerda, entrou diblando na área, tabelou com a canela do zagueiro adversário e chutou no contra pé do goleiro.
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A partir daí, uma sucessão de gols perdidos por Keirrison, Ortigoza e Jeferson. Como a bola insistia em não mais entrar, o Time do Palestra Italia começou a tocar, administrar e esperar o apito final do jogo.
O K9 ainda está pouco produtivo e sonegando jogo. Não se movimenta, reclama demais e perde gols por preciosismo. Sem problemas, desde que ele esteja guardando o caminhão de gols para a Batalha dos Guararapes, quarta-feira.
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Apesar de toda as manifestações midiáticas dizendo que o time da moda está em ascensão, merecendo a primeira colocação, e o Palmeiras em franco declínio, não deu para elas. Não conseguiram nem cumprir a obrigação de ganhar seu último jogo.
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Desse jeito nem toda a torcida da imprensinha resolve. Mas o técnico sem dentes já começou a choradeira que norteará a semana das semi-finais. Tudo normal e tipicamente Leonor. . .
Passados dois dias do lançamento da enquete, e de aproximadamente trinta visitas ao blog, constatei que o interesse da audiência em participar do processo foi baixíssimo, para não dizer ridículo: apenas UM mísero voto. . Assim, fazendo valer minha prerrogativa de autor, mandando as favas o processo democrático de gestão, e usando a velha conhecida mão de ferro, retirei a rádio expatriated do ar. . Eu adorava as músicas. Nada mais normal, se considerarmos que a programação foi feita por mim, mas, algumas vezes, o som me incomodava na hora de revisar os textos. . Fora isso, eu tenho, se não todas, a maioria delas gravadas e posso ouví-las quando bem entender. . Ah, já ia esquecendo, dada a baixa qualidade do noticiário gerado pelo Google, optei por eliminar o expatrieated news também. . .
Pois é, o piloto daquele carro que "perdeu a aderência", dando o título do mundial de pilotos de 2008 para Lewis Hamilton, hoje estava cheio de tração.
. A equipe Toyota deve ter gasto milhões, para resolver o problema, e fez um excelente trabalho. Glock foi o único piloto a fazer apenas uma troca de pneus, chegando, sem grandes problemas, apesar dos pneus desgastados. Suspeito, muito suspeito. . Nada como um dia após o outro. Isso só atesta o meu comportamento persecutório, cheio de teorias de conspiração e blá-blá-blá. Como Disse Timo, o honesto, após o incidente de Interlagos, quem pensou que ele facilitou o título de Lewis é BURRO !!! . .
Depois de um dia inteiro de bebedeira em toda a sua extensão, a Portobello Road passou, no começo da madrugada, por seu momento de soteria.
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Como fiz um soninho no começo da noite, e não tinha vontade de assistir televisão, fui dar uma volta pela rua. Noite gostosa para caminhar, uns 15ºC, céu estrelado e poucos bebuns.
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Subi a Portobello e, no meu caminho, encontrei quinze pints abandonados. Quem acompanha o blog sabe da campanha que faço pela preservação dos pints. Recolhi os pobres e lhes darei guarida até que outra alma caridosa se ofereça para adotá-los.
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Isso porque eu andei três quadras. Se me propusesse a caminhar, sei lá, uma hora e andasse por perto dos pubs que conheço por aqui, tenho até medo de pensar com quantos copos cruzaria no caminho.
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Desde o início da campanha eu tinha recolhido outros quinze pints, ou seja, em uma noite de sábado, consegui a mesma produtividade de meses.
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Os manguaceiros não aprendem. Ignoram os fatos de que criam sujeira e causam riscos a integridade física de outros. Continuam "enchendo o caneco" e largando seus copos pelos cantos. Mas, enquanto eu estiver em Londres, continuarei em minha sagrada missão de amparar os pints desprotegidos.
A trombeta está afinada. Vou repercutir o treino da F1, em Sepang:
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Quando o cara não é o mais bonito nem o mais forte, tem que ser, pelo menos, inteligente. A equipe de F1 de Maranello, que este ano está fraquinha, fraquinha, montou uma estratégia para a primeira parte do treino em Sepang digna do Paulinho. .
Pé de Chinelo, o chorão, já começou a reclamar do carro. Para a BBC disse que o protótipo não está competitivo. Ele só esqueceu de avisar Button que, cravou a pole position.
. Um executivo de marketing inglês, deixou escapar, em uma conversa com pares, que Felipe Massa é um bom piloto, mas um péssimo produto de venda.
. Hoje eu entendi o comentário. Se com a imprensa brasileira o rapaz já é tímido, com os repórteres internacionais é uma lástima. Fala olhando para o chão, num inglês corretíssimo, porém carregado. O cara tem mais sotaque do que eu.
. A equipe Dick Vigarista, dirigida por Ron Dennis afastou um profissional com 25 anos de casa, que trabalhou com campeões como Prost, Senna e Mika, para livrar a cara do Hamilton. Feio, muito feio.
. Pior que o papelão da McLaren, só a imprensa inglesa corroborando e tirando qualquer culpa das costas de Hamilton pelos eventos. O duro é ver David Coulthard e Eddie Jordan emprestando sua credibilidade para isso. Ridículo.
O sábado, que aqui em casa começou às 7h00, amanheceu com o céu carregado, dava a impressão de mais um dia típico londrino. Com o passar das horas, as nuvens dissiparam dando lugar a um lindo céu azul.
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Na hora do almoço, teríamos o aniversário de um amiguinho da Valentina. Lá pelas 11h30, saí para comprar o presente do menino. A temperatura estava na casa dos 20 graus, maravilha. Com um dia lindo assim, nem pensei em uma rota alternativa e me enfiei na muvuca do Portobello Market.
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Subi a Portobello toda e fui em uma lojinha de brinquedos muito legal, que fica próxima do Flea Market. Os brinquedos são todos vintage. Muita coisa de madeira, muito robô e boneca com cara de 70's. É divertida.
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Na hora de escolher o presente, deu branco, tentei lembrar do que o Vinicius gostava com quatro anos. Não veio nada. Escolhi um aeroporto, todo feito de madeira para o Ryan. Se ele não gostar, tenho certeza que o pai vai amar, pois parece brinquedo do nosso tempo.
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Como demorei muito na loja, resolvemos pegar um táxi até o buffet infantil (pois é, aqui também tem !!!). Grande roubada. Demoramos uns 45 minutos no trânsito e ficamos 30 pounds mais pobres.
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A Valentina, que tinha dormido no caminho, chegou na festa com o humor no pé. O buffet, como qualquer outro, era barulhento. Por estas bandas, festa de criança não tem refrigerante, só suco e água. Cerveja para os adultos, não falta, claro. Comemos umas coisas típicas, mas a vontade de tomar uma Coca-Cola gelada me matava.
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Por sorte, no mesmo edifício, havia um pub e eu fui comprar uma Coke. Sorte de um lado, azar do outro. Só vendiam Pepsi. Dada a necessidade de algo negro, gasoso e doce, fingi que não percebi e tomei logo duas.
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Minha filha passou grande parte da festa no mesmo mau humor e fez um escândalo quando chegou em casa. Na verdade, ela só foi melhorar quando começou a abrir as lembrancinhas que ganhou. Passado o destempero, a mocinha ficou um doce até a hora de dormir.
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A Stephie, nossa amiga, definiu bem o sábado. Ela disse que hoje era um dia para fazer qualquer coisa, menos ficar socado em um lugar fechado como aquele. Confesso que vendo a noite chegar, também tive a impressão de que perdemos o dia.
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Como escrevi acima, a cerveja é uma tradição na vida britânica. Logo, me veio a cabeça uma coisa impressionante. Quando estava na Portobello Rd., por volta de meio dia, encontrei alguns tipos completamente bêbados. Mais tarde, depois da festinha, não daria para contar o que passou de gente embriagada por nossa casa. Alguns cantando, outros correndo sem camisa, uns tantos gritando, enfim, chamando urubu de meu lôro. .
Ultimamente, estamos cozinhando com maior freqüência. A comida pronta dos supermercados, há tempos, não nos traz novidades. Resumindo, enjoamos do cardápio e começamos a variar. O custo é ter que esquentar a barriga no fogão. Mas, como a tarefa têm sido compartilhada, não parece obrigação e acaba sendo divertido.
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O jantar de hoje foi pilotado por mim. Abri meu livro de receitas e não encontrei nenhuma de peixe que animasse. Parti para a adaptação. Fui olhando várias receitas e procurando algo que me parecesse interessante. . Fiz um mix de duas receitas. Como escrevi, dias desses: "Muito se adapta" e ficou bom. A Anne acha que o tal molho cairia melhor em uma ave, eu confesso que gostei muito com o pescado. .
Ingredientes: Azeite de oliva; 1 cebola pequena picada; 1 dente de alho; 4 postas de salmão; 1 colher (sopa) de mel; Suco de 1 limão siciliano; Raspas da casca do limão; 300 ml de caldo de legumes; 1/2 copo de àgua; 1 colher (sopa) de maizena.
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Preparo: Aqueça, em uma panela, azeite suficiente para quatro postas de salmão. Refogue a cebola e o alho, por uns cinco minutos. - Nota do chef: Como eu usei uma panela estilo Le Creuset, a fritura demorou esse tempo. Com outro tipo de panela, vai o feeling do cozinheiro. . Tudo fritinho, coloque o salmão para dourar, dos dois lados, claro. Feito, adicione o caldo de legumes, o mel, o suco do limão e as ervas (que podem ser substituidas por coentro bem picadinho, tempero mais adequado para o peixe). Tampe e deixe cozinhar por 20 minutos. . Nesse meio tempo, aqueça meio copo d'àgua e misture maizena, formando uma pasta. - Nota do chef: Como eu não tinha maizena e mesmo se tivesse não usaria, pois não agrada meu paladar, usei um tipo de malte que achei por aqui, que engrossa o caldo legal, tem sabor suave e deixa o molho com um colorido mais bacana. . Depois de 20 minutos do cozimento, retire as postas, mantendo-as aquecidas. Despeje a pasta de maizena (de malte ou do que achar que fica bom), e mexa delicadamente até obter um molho homogêneo. No meu caso, o salmão soltou alguns pedaços, então eu os amassei para formar o molho. . Agora só falta jogar dentro as raspas de limão, dar umas mexidas para soltar um pouco do cítrico e despejar sobre o peixe. . Como acompanhamento fiz batatinhas. Primeiro cozinhei. Não marquei o tempo, mas foi o suficiente para ficarem quase moles. Depois, com um fio de azeite em uma frigideira, coloquei as "tatas" para dourar, joguei sal e ervas. Mexi um monte e coloquei no refratário junto com o salmão. . É isso aí ! . .
Literalmente aconteceu. A Valentina, enquanto brinca no computador, adquiriu o hábito de morder o fio do Skypephone. Resultado: cortou o cabo e eu não consigo remendar. Já era.
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Hoje comprei um telefone novo no Amazon. Sem fio, claro, que deve chegar na segunda. Então, o final de semana será sem comunicação com os familiares e entes queridos.
Sabe qual o último livro que o Paulinho abriu? - Colorindo com a Xuxa. . Sabe com qual mão o Paulinho escreve? - Com nenhuma. Ele não sabe escrever. . Sabe qual a diferença entre o Paulinho e um penico cheio? - O penico. . Por que o Paulinho ficou duas horas olhando fixamente para lata de suco de laranja? - Porque estava escrito: "Concentrado". . Fulano: - É verdade que você viu o Paulinho na faculdade de jornalismo? Ciclano: - É sim. Eu o vi na última eleição. Fulano: - Eleição? Então ele estava fazendo um súuuuuuuuuuuuuper matéria investigativa ou algo assim? Ciclano: - Não, estava votando. . Qual o melhor negócio do mundo? - Comprar o Paulinho pelo que ele vale e depois vendê-lo pelo que ele pensa que vale. . .
Hoje fui até a IKEA. Precisamos comprar uma mesa para sala e a referência é essa loja. A desgraça fica em um lugar de difícil acesso para quem não vai de carro. A estação de metro mais próxima fica à 1.600 metros.
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Pela manhã, enquanto pesquisava a melhor maneira de chegar na loja, a Anne sugeriu que eu pegasse o metrô até Hanger Lane e de lá um taxi. A minha pesquisa indicava que a melhor forma seria ir de Notting Hill Gate Station até Paddington e lá pegar a Baterloo até Stonebridge Park e depois andar os 1.600 metros.
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Fui na da Anne. Como diria Paulinho, o Mínimo: "Se dei mal" - Desci em Hanger Lane e saí para pegar um taxi. Para quem mora em São Paulo ter uma idéia, seria, mais ou menos, o mesmo que descer na Marginal, praticamente em cima do Cebolão !
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Ficamos, eu e um sem número de caminhões, passando para lá e para cá. Bom, pelo menos tinha calçadas, todas cercadas. Parecia uma fazenda de tanta cerca.
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Andei para um lado. Nada. Andei para o outro e encontrei uma rua que dava em outra avenida e por alí fui. Cheguei na outra avenida e esperei uns quinze minutos por um cab. Desisti. Peguei outra rua, que dava em outra avenida, esperei mais um pouco e nenhum taxi apareceu. Atravessei a avenida e andei na outra direção.
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Como estava precisando fazer um xixi, comecei a observar com algum cuidado as lojas, procurando um pub, ou algo, que tivesse um banheiro onde eu pudesse me esvaziar. Por sorte achei um ponto de mini cab. Falei com a mocinha e um motorista apareceu para me levar. Comecei a "se dar bem".
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Cheguei na IKEA e fiquei impressionado com as semelhanças entre a loja e a Etna do Brooklin, em São Paulo. Tudo igual, o tamanho, o caminho dentro, as peças em exposição e até o banheiro.
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Iniciei minha procura por uma mesa dobrável, que coubesse em nossa pequena sala. Não achei nada e resolvi voltar para casa. Outra odisséia se iniciava.
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Perguntei para a moça da recepção se havia algum ponto de taxi por ali, a resposta foi negativa. No estacionamento fiquei olhando de um lado para o outro, sem muita certeza de qual caminho tomar.
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De repente, como que por milagre, encostou um mini-ônibus logo à frente. Leio nele "IKEA/Stonebridge St.". Dupla sensação negativa. Se tivesse seguido meus instintos, além de não ter pagado um sapo em Hanger Lane, tinha chegado direto no transporte da própria loja.
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Fui perguntar para o motorista qual o horário do bumba para a estação. O cara não olhou na minha cara e ainda fechou a porta. Então começou a arrumar uns papéis e não sei mais o que. Imaginei que o tipo estava ocupado, fazendo algo relevante.
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Passados mais alguns minutos, bati no vidro. O animal não olhou, fingiu que não era com ele. Começei a achar demais e a ficar irritado. Dei a volta e bati na janela dele. O idiota continuou fingindo de morto. Definitivamente, fiquei irritado. Dei um murro na janela. Aí o estúpido olhou, assustado. Abaixou a cabeça e não olhou mais.
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Se eu esperasse o tal onibus, iria acabar batendo na figurinha. Se enchesse o filho da puta de pancada, poderia terminar numa corte ou coisa pior. Achei por bem procurar outra maneira de sair daquele buraco.
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No humor que eu estava, não seria fácil. Andei até um ponto de ônibus regulares. Mal cheguei e encostou um para Paddington, entrei nele. A viagem sem fim, levou uns 50 minutos. Na famosa estação, peguei o metrô e cheguei em casa, com tempo apenas para pegar o carrinho e ir buscar a Valentina.
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A melhor coisa de ir até a IKEA, é saber que podemos comprar de tudo pela internet, ou seja, experiências como esta são completamente dispensáveis.
Amigos da Mídia Palestrina, venho apresentar meu desagravo a mais uma gratuita agressão sofrida por vocês, partindo de um minúsculo blogueiro que adora se passar por jornalista.
A ínfima criatura que, incapaz de escrever suas mal traçadas linhas, para agredir os bloguistas palmeirenses, valeu-se de uma foto da ação da Samsung, feita no último final de semana, para difamar e tentar denigrir a imagem alheia.
Como é sabido, o pobre tem uma conhecida dificuldade de relacionamento com língua-pátria, então, preferiu utilizar, sem autorização prévia, diga-se de passagem, a referida imagem para insinuar uma relação promíscua entre a empresa e os veículos. Fora isso, desinformado, ele é incapaz de diferenciar uma ação de marketing de um suborno.
O medíocre blogueiro - cria de um velho jornalista que, delirante, age como quem patenteou as palavras “verdade” e “honestidade”, segue à risca o manual de redação e estilo do professor.Bater sempre, usando, preferencialmente, fases curtas e de conteúdo confuso.
O Dr. Frankenstein do jornalismo, a exemplo do personagem de Mary Shelley, é uma pessoa egocêntrica, que se acha acima do Bem e do Mal e que, às vezes, resolve brincar de Deus. Dessa forma, criou um monstro para provar que está sempre com a razão e corroborar sua forma de informar: deturpando e desinformando.
Porém, ao contrário do monstro da clássica novela,que só atacou quando ameaçado, “Bloguinhostein”agride a tudo e a todos sempre.
Amigos, não odeiem a patética figura. Tenham pena. Coitadinho, sofre de SMP (“Síndrome do Membro Pequeno”). É mais ou menos assim: o indivíduo não se conforma, acha seu “pipi” pequeno e, por isso, vive de mal com a vida.
Se fosse só viver amargurado, tudo bem. O problema é que um outro sintoma da síndrome é tentar, a todo custo, difamar as pessoas que ele considera mais bem dotadas que ele. Assim, quando alguém comenta que fulano é bonito ou é inteligente, a primeira reação do doente é agredir: “Aquele ali? É a maior bichona que já vi !!” “Só sai com a mulherada por que toma Viagra !!” .
O cientista louco da imprensa e seu fiel escudeiro nunca se mostram capazes de apresentar uma única sugestão para a melhoria do futebol. São engenheiros de obra pronta. Nunca assinam a planta, mas, depois de finda a obra, olham e dizem: “ficou ruim”.
Ou melhor, a derradeira participação do criador na gestão esportiva foi, ainda que subliminarmente, a famigerada Lei Pelé. E isso faz um bom tempo. Já a criatura, o máximo que fez na vida foi levar uns documentos do SCCP até a FPF, quando ainda era motoboy.
De forma verticalmente oposta, a Mídia Palestrina pode se orgulhar de ser um movimento legítimo, nascido da luta contra o desgoverno que imperava no Palestra Italia e que, a exemplo da resistência francesa, devagar, sem usar a força, mas com muita munição e vontade de mudar o status quo, foi apresentando suas idéias, crescendo e contribuindo com o processo de mudanças, que culminou com a eleição do Prof. Belluzzo.
Meu pai costumava dizer que algumas pessoas nasceram para ser vidraça e outras para ser estilingue. Neste caso, eu entendi que existem pessoas dispostas a apresentar e discutir idéias e outras que só conseguem criticar.
Coloco vocês no rol das vidraças e, ao microscópico blogueiro, reservo a pecha de ser estilingue. Afinal, ele criou sua patética imagem em cima da crítica exacerbada contra tudo, e contra todos que não sejam da sua “tchurma”. Critica e ofende, por ser distituído de qualquer capacidade de gerar algo produtivo, ou mesmo, de apresentar uma idéia própria, sem medo que descubram que tem um pequeno membro .
Desta forma, apresento meu repúdio ao ocorrido e, tenho a mais absoluta certeza que, a grande maioria dos palmeirenses, principalmente os que já conhecem vocês, apóia irrestritamente o seu trabalho. Parabéns. Tenham certeza que os medíocres nunca chutam cachorro morto.
Na última segunda-feira, o programa Watchdog, da BBC One, exibiu uma matéria sobre as companhias de perguntas e respostas, via SMS, do Reino Unido. São Elas: 118 118, Texperts e a AQA, do meu amigo e parceiro de poker Paul. .
O serviço funciona, mais ou menos, como um Google para quem está sem acesso a internet, mas tem o celular em mãos.
. Na verdade, o Watchdog, ao invés de fazer uma reportagem sobre o funcionamento das empresas, substituiu as entrevistas, gráficos e tudo mais, por um inusitado teste para avaliação de performance das companhias. Colocou para responder 20 perguntas, três “conhecidas mentes brilhantes”: Konnie Huq, capa da atual edição da FHM e graduada em Cambridge University, o apresentador de quiz show Keith Chegwin, o comediante e expert em informações inúteis Iain Lee e um computador. Todos competiam contra as três text companies.
. E o resultado foi: 1º Lugar – AQA, com 95% de acerto 2º Lugar – Celebridades, com 90% 3º Lugar – 118 118, com 75% 4º Lugar – Texperts, com 65% .
A íntegra da competição pode ser vista, apenas para quem está no Reino Unido, a partir do minuto 20:30 do programa, clicando aqui. Para os demais mortais tentarei disponibilizar o vídeo com meu chapa Paul.
Após o empate em Itápolis, um "brilhante" repórter esportivo sugeriu que o Palmeiras estava "sob pressão" (leia-se CRISE) depois de duas partidas sem vencer.
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A resposta do Santo foi maravilhosa: "Se estamos em crise em primeiro lugar, imagine os outros, que estão atrás de nós".
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Já dizia minha avó: "Quem pergunta o que quer, ouve o que não quer". Parece que o dito cujo ouviu e não gostou. Azar.
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Sobre o jogo, aparentemente, não foi dos melhores. O Verdão ficou, mais uma vez, devendo. Mesmo assim, nos highlights, só deu Verdão.